Wednesday, March 21, 2018

O Fórum Social Mundial 2018 e a escabrosa participação da CNBB no evento comunista.


Bruno Braga.
Notas publicadas no Facebook.

I.
Está acontecendo, neste exato momento, o Fórum Social Mundial (FSM) (Salvador, Bahia, entre os dias 13 e 17 de março). Não é novidade para mais ninguém que se trata de um evento comunista [1].
Porém, não custa recordar – principalmente neste contexto de graves denúncias contra a CNBB e da exposição do assalto perpetrado por bandidos comunistas dentro da Santa Igreja Católica – que o Fórum Social Mundial reúne, organiza e orienta a militância, mas também é núcleo de atualização das estratégias e tramas para enganar os católicos e utilizar a Igreja na ampliação e no fortalecimento do criminoso esquema de poder comunista. Isto porque, o Fórum Social Mundial tornou-se referência para a realização do Fórum Mundial de Teologia da Libertação – é o que conta Leonardo Boff, ícone da teologia revolucionária:
[...] “Nos anos 70 se organizaram os primeiros Fóruns Mundiais de Teologia da Libertação” [...] “Com o surgimento dos Fóruns Sociais Mundiais a partir de 2001 encontrou-se o espaço público para a continuação destes encontros globais”.
A declaração foi transcrita pelo deputado federal Chico Alencar, do PSOL - partido socialista, comunista, e aliado do PT – na Câmara dos Deputados (Cf. imagem) [2].
Foi no Fórum Social Mundial que Hugo Chávez disse que dirigia uma Ferrari, enquanto o seu companheiro, Lula, só podia dirigir um Fusca. O tiranete comuno-bolivariano afirmava a peculiaridade dos processos revolucionários: na Venezuela, a radicalização; no Brasil, um desenvolvimento gradual – mas ativo e contínuo. E, claro, o Fórum Social Mundial e a Teologia da Libertação, que se tornou o “catecismo” oficial da CNBB, eram – e continuam sendo - peças fundamentais nesse processo macabro de construção da “Patria Grande” comunista na América Latina.
II.
E, claro, no Fórum Social Mundial – traduzindo: Fórum Social Comunista – não poderia faltar o fundador do Foro de São Paulo e a sua fiel despachante.
No seu discurso, o bandido Lula contou inclusive que tinha Fidel Castro como seu “conselheiro” político e cantou as “glórias” do esquema de poder criminoso de transformar a América Latina na imensa “Patria Grande” comunista. No final, para “consagrar” a incitação verdadeiramente endiabrada da militância, Lula – “ungido” pela nefasta Teologia da Libertação, que é cultivada no próprio Fórum [3] - recebeu um colar de macumba [4].
III.
Ora, ora, veja só quem está participando do Fórum Social Mundial, quer dizer, do Fórum Social Comunista: a Cáritas – um organismo da CNBB.
A própria Cáritas se vangloria da iniciativa: “A Cáritas Brasileira participa ativamente do Fórum Social Mundial propondo atividades ou sendo co-proponente” [5]. Entre outras participações, o “organismo da CNBB” esteve presente em um painel com o título no mínimo curioso: “As Igrejas na resistência aos cenários de golpe na América Latina”. Painel que contou com presença de Marcelo Barros, “apóstolo” da Teologia da Libertação que não hesitou em afirmar: “é preciso reconhecer as formas de resistência dos povos indígenas e quilombolas, DESCONSTRUINDO AS FORMAS DE CRISTIANISMO”. Ele, que recordou até o comunista Pedro Casaldáliga [6]. 
Não é preciso ter nenhum dom profético para saber que o propósito é transformar as igrejas – as paróquias – em núcleos de “resistência”, não contra o tal “golpe”, mas de “resistência” comunista.
A CNBB precisa explicar não só a participação da Cáritas no Fórum, mas também se o dinheiro dos católicos está patrocinando esta militância comunista e contrária à Santa Igreja Católica.
IV.

A Pastoral da Juventude (PJ) e o programa MAGIS Brasil – uma ação apostólica dos jesuítas – também marcaram presença no Fórum Social Mundial, no Fórum Social Comunista. E levantaram inclusive a bandeira da ideologia de gênero LGBT-gayzista.
E a lista de absurdos não para...

V.
Está aí para o católico que tiver estômago ver. Eliana Rolemberg trata do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC / Lei 13.019-14) no Fórum Social Mundial – no Fórum Social Comunista.
Para quem não se lembra, foi ela quem assinou a “nota pública” da ABONG, confessando que é mesmo a própria associação abortista que administra recursos vindos de doações dos católicos para a Campanha da Fraternidade 2017 da CNBB: “tendo sido a ABONG responsável pela administração dos recursos” [7].
No Fórum Social Mundial, Eliana Rolemberg afirmou: “a questão do Marco está intrinsecamente ligada à luta na construção da democracia e justiça no Brasil” [8]. Tratando-se do evento no qual ela proclamou a importância do Marco Regulatório e da própria Eliana Rolemberg – de suas preferências, formação, gostos e “curtidas” nas redes sociais [9] – não é difícil concluir que é mesmo uma “luta” para a “construção da democracia”, porém, da “democracia” comunista, fundada sobre um esquema de poder criminoso.
A CNBB tem o dever de esclarecer para os católicos sobre como o seu suado dinheiro está sendo empregado, pois estão aí, os mesmos personagens de um escândalo que deixou todo mundo de queixo caído, fazendo a mesma coisa, e sem um pingo de vergonha, após as denúncias, participando de um evento de militância comunista escancarada. O católico, que se vê passado para trás. Por que não dizer roubado? Que vê a sua Santa Igreja sendo assaltada e ainda tem que suportar um Bispo na TV chamando-o de “excomungado” por questionar com documentos e um emaranhado de provas. “Excomunhão” na boca desse Bispo não tem sentido próprio, e o católico que questiona a CNBB está tão excomungado quanto o netinho que, por causa de sua sinceridade infantil, coloca a vovó em uma situação embaraçosa e ouve: “excomungado”! “Excomunhão” na boca da vovó e na desse Bispo é propriamente um xingamento, um insulto, para que o netinho, para que o católico assista a todo o malfeito de boca calada. Mas a vergonha já está exposta...  
VI.
No Fórum Social Mundial, como já é sabido, realiza-se o Fórum Mundial de Teologia da Libertação [10]. E, no encontro do simulacro de teologia forjado para servir aos interesses do esquema de poder criminoso comunista, foram tratados os temas do comuno-Ecologismo, a ideologia de gênero LGBT-gayzista e o feminismo, “povos aborígenes” e indígenas, os tais “direitos humanos”, diálogo inter-religioso, ecumenismo e, claro, “Religião, Política e Libertação” [11].
Esteve presente a pastora luterana Romi Bencke (Cf. imagem). Ela que é Secretária Geral do CONIC – um conselho de seitas com vasto currículo de militância comuno-petista e do qual a CNBB também faz parte. A mesma Romi Bencke que se reuniu com a bancada do PT no Senado Federal às vésperas do Carnaval com uma pauta de militância – entre elas a da Campanha da Fraternidade 2018, e na companhia de seus promotores – disfarçada de “encontro ecumênico” [12].
Presente também esteve Marcelo Barros, que participou com uma exposição de título “Para uma Teologia da Resistência Transformadora”. O “apóstolo” da Teologia da Libertação, que mesmo com tantas aberrações ainda consegue enganar uma massa de católicos, participou de um painel com a Cáritas – organismo da CNBB – com a chamada “As Igrejas na resistência aos cenários de golpe na América Latina”. Claro, “resistência” comunista [13]. No contexto de sua participação no Fórum Mundial de Teologia da Libertação, Marcelo Barros enalteceu mais uma vez as CEB’s [14]. Ele, que foi uma das estrelas da 14ª Intereclesial das CEB’s, evento que escandalizou o país e o mundo por conta de sua militância comunista ostensiva [15].
E não podia faltar no Fórum Mundial Comunista da Teologia da Libertação, sob o disfarce do ecumenismo, o momento macumba (cf. imagem) – “ungida” por Marcelo Barros: [...] “povos indígenas e as comunidades afrodescendentes, quilombolas e de TERREIROS, foram capazes de resistir 500 anos, certamente ELES E ELAS SÃO OS NOSSOS MELHORES PROFESSORES DE RESISTÊNCIA. Eles podem conduzir a nossa resistência. TEMOS DE NOS GUIAR POR ELES E APRENDER DELES LIÇÕES DE RESISTÊNCIA CRIATIVA E TRANSFORMADORA” [16].
VII.
No Fórum Social Comunista, a Cáritas – um organismo da CNBB – fez pose para a participação em uma tal Assembleia Mundial de Mulheres. O evento, que contou com discursos das pré-candidatas comunistas à Presidência da República - Manuela D’Ávila (PcdoB) e Sônia Guajajara (PSOL) – publicou uma “carta de convergência de dez pontos inegociáveis para a agenda feminista internacional”. Entre esses pontos estão o ABORTO – o assassinato de crianças inocentes – e a disparatada ideologia de gênero LGBT-GAYZISTA. Veja a imagem [17].
É mais um ato público e desavergonhado de traição contra a Santa Igreja Católica. E aí CNBB?!
REFERÊNCIAS.
[2]. Idem, nota II.
[9]. Cf. referência [1].
[12]. Cf. “Campanha da Fraternidade 2018: mais uma iniciativa de ‘inspiração’ comunista da CNBB”, nota VII [http://b-braga.blogspot.com.br/2018/02/campanha-da-fraternidade-2018-mais-uma.html].
[15]. Cf. “CEB’s: mais uma Intereclesial comunista” [http://b-braga.blogspot.com.br/2018/02/cebs-mais-uma-intereclesial-comunista.html].
[16]. Cf. referência [5].
ARTIGO RECOMENDADO.
Sobre o Fórum Social Mundial como meio para a infiltração comunista dentro da Santa Igreja, leia: “Grupo católico revela influência vermelha no Vaticano” [http://b-braga.blogspot.com.br/2015/06/grupo-catolico-revela-influencia.html].

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