Tuesday, November 06, 2018

Quem tem medo da filosofia brasileira?

Ricardo Vélez Rodríguez.



(*) Nota - Bruno Braga. O motivo para relembrar e reproduzir este artigo não é somente a atual evidência do nome do autor. Ricardo Vélez Rodríguez está sendo cogitado para ocupar o Ministério da Educação do governo Bolsonaro - sobretudo por uma sugestão legítima do professor Olavo de Carvalho. O artigo, contudo, é importante no presente contexto da discussão pública sobre o aparelhamento comunista das universidades. Um patrulhamento ideológico comunista, narrado aqui no âmbito da Filosofia, e que teve início já no período militar (!), sob a liderança do padre jesuíta Henrique Cláudio de Lima Vaz, ícone da nefasta Teologia da Libertação. Um artigo fundamental para compreender uma fase da revolução cultural que conduziu o PT e o Foro de São Paulo ao poder, e o atual estado de coisas no meio universitário, transformado em núcleo de formação e adestramento da militância, em centro estratégico e base do movimento comunista. 



Utilizo, para este comentário, título que o mestre Antônio Paim pôs em circulação lembrando Virgínia Woolf, para identificar as mazelas que, no final do século passado, infernizavam a vida de quem se dedicasse ao estudo da nossa cultura filosófica. A situação, como os leitores poderão observar, não mudou muito de 1990 para cá.

Aconteceu, na seara da filosofia, estranho fenômeno de colonialismo cultural que foi, progressivamente, extinguindo tudo quanto, no nosso país, cheirasse a estudo do pensamento brasileiro ou à consolidação de uma filosofia nacional. Os artífices dessa façanha (ocorrida nas três últimas décadas do século passado) foram os burocratas da Capes no setor da filosofia, comandados pelo padre jesuíta Henrique Cláudio de Lima Vaz. Os fatos são simples: no período em que o general Ruben Ludwig foi ministro da educação, ainda no ciclo militar, os antigos ativistas da Ação Popular Marxista-Leninista receberam, à sombra do padre Vaz, a diretoria dos conselhos da Capes e do CNPq, na área mencionada.

Especula-se que o motivo da concessão fosse uma negociação política: eles prometiam abandonar a luta armada. A preocupação dos militares residia no fato de que foi esse o único agrupamento da extrema esquerda que não se organizou explicitamente em partido político.

Os grupos da denominada "direita" (conservadores, ultra-conservadores, liberais, liberais-sociais, etc.), toda essa imensa gama, ficou do lado de fora dos favores oficiais, no período militar e após. De um lado, os militares, de uma forma bastante imprecisa, identificavam como perigosos não apenas os ativistas da extrema-esquerda, mas também todos aqueles que se apresentassem como liberais (lembrar as referências do general Golbery à ideologia liberal, como contrária aos interesses do país, o que explica as cassações de liberais linha-dura como Carlos Lacerda, ou os preconceitos contra social-democratas como Juscelino).

Os restantes grupos da denominada "direita" terminaram sendo exorcizados das benesses oficiais, em decorrência do patrulhamento dos ativistas de esquerda, que foram beneficiados pelo regime. Prova documental importante é constituída pelo artigo de Aramis Millarch [“Délcio explica quem são os senhores da direita”, O Estado do Paraná, 28/12/1980, p. 10], que resenha livro publicado em 1980, do jornalista Délcio Monteiro de Lima, intitulado: Os senhores da direita [Rio de Janeiro: Editora Antares, 168 p.]. O saco de gatos é grande: vão para o mesmo balaio ativistas da TFP, antigos integralistas, conservadores e até os membros do staff da Revista Convivium e a entidade que lhe dava sustentação, Convívio - Sociedade Brasileira de Cultura.

A discriminação foi feita, notadamente, pelo pessoal da Ação Popular, através da Capes e do CNPq. Um exemplo: quem tiver produção científica publicada na Revista Convivium, não pode (ainda nos dias que correm) registrar, no Lattes, essa publicação como "artigo científico publicado em revista com corpo editorial". Embora a mencionada revista possua ISSN (0102-2636), o sistema Lattes simplesmente ignora a tal revista, e a produção tem de ser classificada como publicada em magazine. Pequena retaliação, mas que mostra a que ponto chegou o patrulhamento ideológico (e, evidentemente, orçamentário). Isso sem falar na perseguição da CAPES, explícita e atual, contra os cursos de mestrado e doutorado em filosofia brasileira, que foram sendo extintos, um a um, por pressão do MEC, entre 1979 e 1999. Caíram, sucessivamente, na guilhotina ideológica oficial, o programa de mestrado em Filosofia Brasileira da PUC do Rio, o programa de mestrado e doutorado em Filosofia Luso-Brasileira da Universidade Gama Filho, bem como o programa de mestrado em Filosofia Brasileira da Universidade Federal de Juiz de Fora.

Sorte semelhante tiveram programas considerados “de direita”, como o mestrado em Estudo de Problemas Brasileiros da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e da Universidade Mackenzie, em São Paulo. Isso aconteceu numa conjuntura internacional  em que outros países como Espanha, Portugal, México, Argentina e Colômbia passaram a valorizar de forma muito clara o estudo das respectivas filosofias nacionais, como forma de ocupar um lugar no mundo globalizado. Portugal, que não tinha cursos para o estudo da filosofia autóctone, criou esses programas em 1986, com apoio do Curso de Mestrado e Doutorado em Filosofia Luso-Brasileira da Universidade Gama Filho (extinto em meados dos anos 90).

Outra retaliação contra os estudiosos da filosofia brasileira: a Revista Brasileira de Filosofia, fundada por Miguel Reale em 1949, que recebia uma pequena verba do Ministério da Cultura, para custear postagem dos exemplares destinados a bibliotecas e universidades, teve esse auxílio sumariamente cortado pelo ministro Francisco Weffort (no segundo governo de FHC). Detalhe: as revistas Brasileira de Filosofia e Convivium foram, no século passado, as duas mais importantes publicações brasileiras na área da filosofia e das humanidades (a Revista Brasileira de Filosofia completa, em 2009, os seus 60 anos, e a Convivium chegou pertinho dos quarenta, pois foi publicada, ininterruptamente, com periodicidade bi-mensal, entre 1962 e 2000). 

A retaliação dos burocratas contra quem queira estudar filosofia brasileira não conseguiu, contudo, desestimular as novas gerações. São inúmeras as iniciativas empreendidas por estudantes e professores, em prol do estudo da cultura nacional no terreno das idéias filosóficas. Sem mencionar projetos consolidados no século passado (como a criação, pelo professor Antônio Paim, do Centro de Documentação do Pensamento Brasileiro em Salvador, Bahia, na década de 1980), seria grande a lista das iniciativas em curso. Menciono apenas quatro: o Núcleo de Estudos Ibéricos e Ibero-Americanos da Universidade Federal de Juiz de Fora, que publica a revista eletrônica Ibérica [www.estudosibericos.com]; o Centro de Pesquisas Estratégicas “Paulino Soares de Sousa”, que publica, nessa mesma Universidade, no portal UFJF/Defesa, dedicado também ao estudo e à divulgação do pensamento estratégico brasileiro [www.defesa.ufjf.br], o Núcleo de Estudos de Filosofia Brasileira da Universidade Federal de Minas Gerais, coordenado pelo professor Paulo Margutti e o Centro de Estudos Filosóficos de Londrina, criado em 1989 pelo professor Leonardo Prota e que, ao longo dos anos 90 do século passado, realizou os Encontros Nacionais de Professores e Pesquisadores da Filosofia Brasileira, com apoio da UEL. 

Sunday, October 28, 2018

Arquidiocese de Mariana vira comitê eleitoral comunista.

Bruno Braga.
Notas publicadas no Facebook.


I.

"Em defesa da democracia". "Nós, PADRES"... Esta é a peça que "padres" da Arquidiocese de Mariana montaram para enganar os católicos e levá-los a votar em Fernando Haddad, o representante de uma facção criminosa que - não é segredo para ninguém - tem um "Plano de Governo" escandalosamente contrário aos princípios e orientações da Santa Igreja Católica. 

Os cabos eleitorais travestidos de "padre" que até o momento assinam o panfleto da campanha comunista são: Pe. Antônio Claret Fernandes; Pe. Ernesto de Freitas Barcelos (dioc. Itabira/Fabriciano); Pe. Geraldo Barbosa; Pe. Geraldo Martins Dias; Pe. João Batista Barbosa (Tista); Pe. João Paulo Silva; Pe. José Afonso Lemos; Pe. José Antônio de Oliveira; Pe. José Raimundo Alves; Côn. Lauro Sérgio V. Barbosa; Pe. Marcelo Moreira Santiago; Pe. Paulo Barbosa; Pe. Wander Torres Costa; Pe. Oscar de Oliveira Germano; Pe. Márcio Vieira Viana; Pe. Euder Daniane Canuto Monteiro .

José Antônio, o excretor de ofensas contra a Santíssima Virgem Maria, e que ousou justificar o sacrilégio escabroso realizado por Fernando Haddad e sua vice abortista [1]. Wander Torres Costa, aquele que comparou as investigações contra o presidiário Lula à Paixão de Cristo [2]. Marcelo Santiago, cabo eleitoral petista [3], assim como Geraldo Barbosa [4]. José Afonso Lemos e o seu anel de tucum, na militância das CEB's, antro da Teologia da Libertação [5]. Euder Daniane Canuto Monteiro, que é diretor da comunidade da Filosofia do Seminário São José, da Arquidiocese de Mariana (!).

Enfim, a adesão a esse manifesto, que é propagandeado ardilosamente como se fosse um ato em favor da "democracia", não é mero atestado de burrice. Trata-se de assinar um ato de traição contra a Santa Igreja Católica para trabalhar em favor de uma quadrilha que prega tudo aquilo que A contraria e que a própria Esposa de Cristo condena. É a ousadia sem vergonha para desobedecer o Arcebispo de Mariana, Dom Aírton José dos Santos, que publicou uma "mensagem" sobre as Eleições 2018, proibindo este tipo de manifestação e de militância [6].

A Arquidiocese, seguindo a sua "tradição", provavelmente não tomará nenhuma providência. Mas, os leigos têm aí a lista - e assinada pelos próprios militantes de batina [7].
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Uma atualização na lista de cabos eleitorais travestidos de "padre" que assinam um panfleto da campanha comunista a favor de Fernando Haddad [8] (cf. imagem).

O padre Julião acrescentou o seu nome. Ele, que celebrou uma "missa afro" que não existe sequer na África, e que nestas eleições se engajou como militante na candidatura do "padre do PT", o Padre João 1315, que acaba de reeleger-se deputado federal com uma campanha que se tornou caso de polícia [9].
Luiz Paixão, que "compartilhou" uma imagem nas redes sociais para acusar Jair Bolsonaro de ser "torturador" - um crime do qual o candidato não foi nem mesmo acusado [10]. 

Tem o nome do Cônego Lauro Sérgio Versiani Barbosa. Ele, veja só, o postulador da fase diocesana da causa de Beatificação de Dom Luciano Mendes de Almeida, antigo Arcebispo de Mariana e presidente da CNBB - o "ícone" da Teologia da Libertação. Lauro Versiani, o pároco da Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Fátima, em Viçosa (MG), que permite a realização de verdadeiras "palhaçadas" sobre o altar [11] e promove "homenagens" escabrosas a Nossa Senhora de Fátima [12] - a Mãe de Deus que tentou nos alertar sobre os "erros" da Rússia, entre eles o Comunismo.

A militância comunista corre solta e de forma desavergonhada na Arquidiocese de Mariana. Os militantes de batina não estão nem aí para as determinações do próprio Arcebispo, Dom Aírton José dos Santos [13].
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Correio de Minas. A militância comunista dos "padres" da Arquidiocese de Mariana torna-se manchete de jornal. Já são mais de 40 cabos eleitorais pró-Haddad disfarçados em um "manifesto em defesa da democracia" (cf. imagem) [14].

Os nome listados na matéria em tela são: Pe. Paulo Barbosa (Padre Paulinho); Pe. Geraldo Barbosa; Pe. Geraldo Martins Dias; Côn. Lauro Sérgio Versiani Barbosa; Pe. Marcelo Moreira Santiago; Pe. Wander Torres Costa; Pe José Julião da Silva; Pe. Antônio Claret Fernandes; Pe. João Batista Barbosa (Tista); Pe. João Paulo Silva; Pe. José Afonso Lemos; Pe. José Antônio de Oliveira; Pe. José Raimundo Alves; Pe. José Maria Coelho da Silva; Pe Oscar de Oliveira Germano; Pe Márcio Vieira Viana; Pe Antônio Carlos Martins Ribeiro; Pe Euder Daniane Canuto Monteiro; Pe José Geraldo Vidal; Pe. Luciano Ferreira de Oliveira; Pe Dario Chaves Pereira; Pe Leandro Marcos Costa; Pe Ronaldo Gomes Chaves; Pe Vicente de Paula Silva; Pe José Maria Dias; Pe Luiz da Paixão Rodrigues; Pe Paulo Edson Moreira; Pe Oldair de Paulo Mateus; Pe Francisco Maria de Castro Moreira; Pe Walter Paixão; Pe João Ferreira da Silva; Pe Sérgio Silva Souza (7 Lagoas); Pe Wantuil dos Santos Oliveira (7 Lagoas).

A Arquidiocese de Mariana se transforma verdadeiramente em comitê eleitoral comunista [15].

II.

A Arquidiocese de Mariana parecer ter definitivamente se transformado em comitê eleitoral da facção comunista PT. Eis o padre Euder Canuto, diretor da comunidade da Filosofia do Seminário São José, que, sob o pretexto de promover o "esclarecimento" do fiéis, "compartilha" uma imagem sobre o que "a Igreja é contra", e a partir dos velhos slogans de militância - "católicos contra o fascismo" e "não ao ódio" - tenta induzir na base do truque e da distorção os católicos a votarem em Fernando Haddad.

Sim, a Igreja é contra o "totalitarismo". Por que, então, não ser mais específico, e denunciar não só os "fins mercantis", mas também o socialismo e o comunismo? "O comunismo é intrinsecamente mau", Pio XI ("Divini Redemptoris"). O mesmo Papa Pio XI afirmou: "[o socialismo] é incompatível com os dogmas da Igreja Católica, pois concebe a própria sociedade como alheia à verdade cristã" [...] "Católico e socialista são termos antitéticos" [...] "Socialismo religioso, socialismo cristão, são termos contraditórios. Ninguém pode ser, ao mesmo tempo, bom católico e verdadeiro socialista" ("Quadragesimo Anno"). Por que o padre Euder Canuto não fala da possibilidade de excomunhão "latae sentenciae" - isto é, de excomunhão automática -, no caso de envolvimento do católico com o Comunismo, de colaboração e de votar em partidos e candidatos comunistas? [16]

"Tortura"? A gangue do candidato "office boy" de presidiário não só idealiza e apoia, é parceira e patrocinou com o dinheiro do contribuinte regimes comunistas assassinos e torturadores. Cuba, Venezuela, Bolívia, Nicarágua, etc., etc.    

A respeito das "armas", o padre Euder Canuto deveria ter feito uma observação: a de que a Igreja estabelece a legítima defesa como um direito moral, com previsão inclusive no seu Catecismo (2263-2267). 

Por que o padre Euder Canuto não disse que a Igreja é contra o "aborto" (Catecismo da Igreja Católica, 2271-2272)? Ora, temos um dos candidatos que, com a sua facção, é abertamente comprometido com a legalização da matança de crianças inocentes [17].

Seria muito importante que o diretor responsável pela Filosofia do seminário de Mariana tivesse dito que a Igreja também é contra a ideologia de gênero LGBT-gayzista, afinal de contas, temos o "pai" do "kit gay" pleiteando a Presidência da República. "'Os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados'" [...] "Em caso algum podem ser aprovados" (Catecismo da Igreja Católica, 2357).

Euder Canuto e o seu anel de tucum. Ele, que acaba de assinar um manifesto de "padres" pela "democracia", e que não é nada mais que um panfleto grotesco de campanha para a candidatura comunista [18]. 

São quase cinco anos desde a conversa que tive pessoalmente com Euder Canuto sobre - veja só (!) - o 13o Intereclesial das CEB's, que foi um escândalo de militância comunista [19]. Pelo visto, não adiantou nada, e a publicação que aqui comento, junto com o "panfleto" acima citado, deixam claro ter ele mesmo hoje se tornado um autêntico militante. 

III.

É verdade que a "curtida" foi no primeiro turno. Mas, não tenho por que pensar que mudou a sua visão sobre Jair Bolsonaro - e sobre os eleitores do candidato! - neste segundo turno.

Trata-se de Valter Magno, que com o seu anel de tucum é o Reitor do Seminário Arquidiocesano São José, de Mariana (!). É mais uma amostra para reforçar a impressão de que a Arquidiocese de Mariana se transformou em comitê eleitoral comuno-petista.  

IV. 

O católico que não sente a menor repulsa contra a comunhão sacrílega realizada por Fernando Haddad e Manuela d'Ávila [20] é porque ou tornou-se indiferente à utilização política da Sagrada Eucaristia ou já não acredita mais na palavra do próprio Cristo: "isto É o meu corpo" (Mc. 14, 22). Mas, quando se trata de um "padre" a defender o ultraje, não é que ele simplesmente perdeu a fé, ele perdeu foi a vergonha na cara. E foi exatamente o que fez José Antônio Oliveira - o famoso excretor de ofensas contra a Santíssima Virgem Maria.

"Comunista pode comungar?". É o título do artigo escrito pelo pároco da Paróquia São João Batista, em Barão de Cocais (MG) [21]. Não há razão para comentá-lo integralmente. Uma pessoa que tenha pelo menos bom senso - não precisa nem mesmo ser católica - é capaz de identificar os truques e fraudes, perceber a má-fé do "apóstolo" da Teologia da Libertação ao abordar o episódio tenebroso.  

Sim, má-fé. O mostruário de aberrações produzido por este senhor é tão grande - e não só em escritos, mas também em ações - que chega a ser um escândalo que a Arquidiocese de Mariana ainda permita que ele se apresente como sacerdote. Mas, se as autoridades eclesiásticas não tomam nenhuma providência, está na hora - ou melhor, já passou da hora - de os leigos contestarem a sua autoridade de "padre".

José Antônio ri e debocha, diz que até ele já foi chamado de "comunista". Na-na-ni-na-não. Não foi uma simples constatação do óbvio, mas o próprio José Antônio acabou assumindo publicamente que é de fato comunista: [...] "tenho um pensamento mais de esquerda" [...] "o comunismo na sua essência é muito mais cristão do que o capitalismo" [22].

Para defender o sacrilégio cometido por Manuela d'Ávila, José Antônio diz que a vice de Haddad "se confessa publicamente cristã". Uma farsa amplamente desmascarada: ela não é cristã coisíssima nenhuma [23]. Ademais, o caso não exige apenas ser "cristã", seria necessário que Manuela fosse - legitimamente - católica (!). 

Mas José Antônio vai além. Ele utiliza maliciosamente as palavras do Cristo - "Tomai e comei" [...] "Bebei dele TODOS" (o destaque é dele. Mt. 26, 26-27) -, omitindo que esse "todos" é dito entre os "discípulos" (!) (Mt. 26, 20). 

José Antônio despreza a advertência do apóstolo Paulo, que após narrar aquela mesma Ceia, disse: "todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpável do corpo e do sangue do Senhor" [...] "aquele que come e bebe sem distinguir o corpo do Senhor, come e bebe a própria condenação" (1Cor. 11, 27; 29). 

José Antônio sugere que para "receber a Hóstia" não é preciso sequer ser católico, bastaria viver "a comunhão no compromisso com a justiça e os mais necessitados". Ele, contudo, não menciona em momento algum o compromisso de Manuela d'Ávila com a legalização do aborto - com a matança de crianças inocentes.    

José Antônio vira as costas para o Didaqué, a mais antiga instrução para os cristãos (que pode ser datada entre os anos 90-100 depois de Cristo), que determina a celebração eucarística na união da "igreja" (!) e fala claramente sobre a necessária união com a Esposa de Cristo e do estado de graça para receber a Hóstia: "Ninguém coma nem beba de vossa Eucaristia, se não estiver batizado em nome do Senhor. Pois a respeito dela disse o Senhor: Não deis as coisas santas aos cães!" (9); "Na assembleia, CONFESSARÁS TUAS FALTAS e não entrarás em oração de má consciência" (4); "Reuni-vos no dia do Senhor para a fração do pão e agradecei (celebrai a eucaristia), DEPOIS DE HAVERDES CONFESSADO VOSSOS PECADOS, para que vosso sacrifício seja puro" (14) (os destaques são meus).

José Antônio rasga o Catecismo de São Pio X: (630) "Quem comungasse em PECADO MORTAL receberia a Jesus Cristo? Quem comungasse em pecado mortal receberia a Jesus Cristo, mas não a sua graça; PELO CONTRÁRIO, COMETERIA SACRILÉGIO E INCORRERIA NA SENTENÇA DE CONDENAÇÃO" (o destaque é meu).

José Antônio pisa o Catecismo da Igreja Católica de São João Paulo II, que no seu número 1355, citando São Justino, é taxativo: [...] "chamamos este alimento de Eucaristia, e a ninguém é permitido participar na Eucaristia senão àquele que, ADMITINDO COMO VERDADEIROS OS NOSSOS ENSINAMENTOS e tendo sido purificado pelo Batismo para a remissão dos pecados e para o novo nascimento, levar uma vida como Cristo ensinou". 

José Antônio cospe sobre o Código de Direito Canônico: "Não sejam admitidos à sagrada comunhão os excomungados e os interditos, depois da aplicação ou declaração da pena, e outros que obstinadamente perseverem em pecado grave manifesto" (Cânon 915).

E, por que José Antônio - o "apóstolo" da Teologia da Libertão - não menciona os documentos ainda em vigor do Santo Ofício, e que tratam da possibilidade de excomunhão "latae sentenciae" (automática) de comunistas? Não para Manuela d'Ávila, que é do PCdoB e sequer é católica; mas que tratam dele mesmo, que acredita poder ser "padre" e ao mesmo tempo comunista [24].

Ora, José Antônio não está ciente de tudo isso? Claro que está. Porém, o seu compromisso não é com a Santa Igreja - que ele descaradamente não cansa de trair -, mas com a gangue para a qual há anos presta serviço, e que agora comete um sacrilégio horrendo que ele de forma cretina tenta justificar. Defender sob os aplausos e a manifestação "gentil" de outro picareta, João Carlos Siqueira - o "padre do PT" que acaba de reeleger-se deputado federal (cf. imagem) [25]. 

Mais uma vez, se a Arquidiocese de Mariana não toma nenhuma providência, é hora de os leigos deixarem de reconhecer a autoridade de um vigarista que há muito tempo deixou de ser "padre".    

V. 

Trata-se apenas de registrar o que é óbvio, mas que nesta imagem aparece de forma declarada: "Quanto ao Haddad" [...] "Posso dizer que ELE ME REPRESENTA" (cf. imagem). 

O candidato de José Antônio é exatamente o representante da facção criminosa que ele tentou absolver do sacrilégio tenebroso, cometido para enganar os católicos e roubar-lhes o voto [26]. 

José Antônio tenta o mesmo "roubo". Sim, "roubo", pois o faz por meio da violência. Violência contra inteligência e contra a Santa Igreja. Nas suas redes sociais, o "apóstolo" da Teologia da Libertação tenta influenciar, valendo-se da autoridade de "padre", se esforça para ludibriar os seus "seguidores" e simpatizantes a votarem em um candidato, a promoverem uma gangue que contraria integralmente os princípios e orientações da Santa Igreja Católica. 

José Antônio é ousado. Ele não tem vergonha, pois está convicto de que a Arquidiocese de Mariana não fará nada, mesmo desobedecendo de forma atrevida as determinações expressas do seu Arcebispo [27]. É por isso que, com outros cabos eleitorais travestidos de "padre", está em plena campanha para a candidatura comunista [28].

VI.

O "office boy" de presidiário agora está choramingando com a conversa fiada de que é de "fake news" supostamente bancadas a peso de ouro por empresários "malignos". Mas... Veja quem anda pregando a mentira. João 1315 há anos engana os católicos da Arquidiocese de Mariana com os truques e fraudes da Teologia da Libertação na promoção da sua carreira política. O picareta, que ainda tem a cara de pau de se apresentar como "padre" - mesmo trabalhando para uma facção criminosa que tem um projeto de poder, uma agenda escandalosamente contrária aos princípios da Santa Igreja Católica -, acaba de reeleger-se deputado federal, e com uma campanha que tornou-se caso de polícia [29].

Mentir, mentir, mentir. É um dos "dogmas" comunistas. E aqui João dissemina a mentira "compartilhada" pelo seu "companheiro" de facção: Fernando Haddad (cf. imagem).

(*) A imagem refere-se a coluna da revista Veja que não tem nenhum fundamento concreto. Trata-se de pura especulação (15 de outubro de 2018). 

VII.

O padre João Ferreira - vigário paroquial da Matriz de Nossa Senhora da Conceição, em Congonhas (MG), se uniu ao "padre do PT", João 1315, na promoção da candidatura do "office boy" de presidiário e representante do Foro de São Paulo (cf. imagem).

É o "apostolado" da Teologia da Libertação oferecendo para o católico mais um caso de traição contra a Santa Igreja com "padres" que se tornam cabos eleitorais de uma facção criminosa e de um candidato que, com a sua vice abortista, ousou cometer um sacrilégio horrendo na tentativa de enganar os fiéis e furtar o seu voto [30]. A Arquidiocese de Mariana? Continua assistindo a tudo, passivamente. 

(*) Para assistir ao vídeo do qual foi extraída a imagem abaixo, acesse: [http://bit.ly/2NKmaTT].

(**) Sobre o deputado federal "padre" João, leia: Cf. "João: a campanha eleitoral vigarista do 'padre do PT'" [https://b-braga.blogspot.com/2018/10/joao-campanha-eleitoral-vigarista-do.html].     

VIII.

O padre Luiz Paixão resolveu aderir à campanha de difamação contra Bolsonaro. Na publicação abaixo, o vigário da paróquia Bom Pastor, em Barbacena (MG), acusa o candidato de ser "torturador". Para os seguidores de suas redes sociais e para os católicos, ele utiliza uma imagem que coloca Bolsonaro como carrasco de Cristo e atribui ao presidenciável a prática de um crime do qual ele não foi acusado e sequer condenado.  

Luiz Paixão entrou na campanha contra Bolsonaro. Mas - com o seu anel de tucum - acabou, por consequência óbvia, tornando-se cabo eleitoral do adversário do presidenciável no segundo turno: do "office boy" de presidiário e representante de uma facção com um criminoso esquema de poder comunista escandalosamente contrário aos princípios e orientações da Santa Igreja Católica.

Ademais. O engajamento do padre "pejoteiro" Luiz Paixão caracteriza o descumprimento de uma determinação do próprio Arcebispo da Arquidiocese de Mariana - Dom Aírton José dos Santos - que, em "mensagem" sobre "a participação das Paróquias, Comunidades, Pastorais, Movimentos, Associações, organismos e de todos os fiéis cristãos, no pleito eleitoral de 2018", proibiu esse tipo de manifestação [31].

IX.

Eis o padre José Maria, em campanha escabrosa contra Jair Bolsonaro. Nas "orientações para os católicos", que ele "compartilha" com os seus seguidores nas redes sociais, uma peça não só de militância, mas de difamação auto-evidente. Claro, também um ato consequente de apoio e promoção da candidatura do "office boy" de presidiário, da facção criminosa que tomou de assalto o país. 

Trata-se de mais uma amostra da militância dos padres da Arquidiocese de Mariana, na tentativa de enganar os católicos, roubar o voto deles para um criminoso esquema de poder comunista com uma agenda integralmente contrária aos princípios e orientações da Santa Igreja Católica - aborto, ideologia de gênero LGBT-gayzista, legalização das drogas, controle da imprensa e do poder judiciário, etc., etc.

Padre José Maria, vigário da Paróquia São José, em Alto Rio Doce (MG), e o seu anel de tucum. 

(*) O documento "compartilhado" traz os nomes dos padres Rosivaldo Motta, Adilson Silva, Devaldo Vieira Ménez e do frei Manuel Dias. Bom Jesus da Lapa (BA).


X.

Salão paroquial da Paróquia de Santo Antônio, em Barbacena (MG), é cedido à propaganda eleitoral comuno-petista. Um tal "Movimento de pais em defesa da Educação pública e da Democracia" convocou os "pais de alunos da escola pública e comunidade" para uma "reunião" sobre "política pública de educação" e "eleições" (cf. imagem). Mas a tal reunião - que contou com a participação ativa de Margarida Barbosa, diretora da Escola Estadual João Anastácio, Polivalente - foi na verdade uma panfletagem para a promoção da candidatura de Fernando Haddad, representante da facção do PT e do Foro de São Paulo, "office boy" de presidiário que está a serviço de um esquema de poder criminoso integralmente contrário aos princípios e orientações da Santa Igreja Católica (cf. imagem). Aborto - assassinato de crianças indefesas [32], ideologia de gênero LGBT-gayzista [33], legalização das drogas, totalitarismo comunista, etc., etc.

O salão paroquial está sob a responsabilidade do padre José Eudes de Carvalho Araújo, pároco da Paróquia de Santo Antônio.

Eis a Arquidiocese de Mariana, transformada em um verdadeiro comitê eleitoral comunista.

XI.

A homilia é extensa, mas vale a pena assisti-la: [http://bit.ly/2z37mu6]. Nela, Wander Torres Costa, devidamente "paramentado" e "inculturado", de pronto tenta se proteger de uma eventual denúncia de "profanação". Mas, o foco aqui é a utilização do presbitério e da festa de Nossa Senhora do Rosário para fazer campanha política. 

Com estereótipos e slogans, com distorções de passagens bíblicas, claro, sob a influência do seu anel de tucum e do "catecismo" da Teologia da Libertação, ele tenta desmoralizar Jair Bolsonaro. Wander chega a pregar: [...] "quem ODEIA, comete pecado grave; na linguagem antiga, os antigos diziam, pecado mortal; e quem está em pecado mortal não pode comungar" - orientação que parece valer apenas para os eleitores do candidato que é caricaturizado com o "ódio", pois não se faz alusão à comunhão sacrílega realizada pela chapa comunista [34]. E diz: "se há COMUNISTAS ao lado dos pobres e pequenos, mesmo que não professemos a mesma fé, somos irmãos e companheiros de caminhada, em vista de ALGO QUE É MAIOR que as nossas diferenças". 

A consequência óbvia do "sermão", ou do comício, é o apoio à facção comunista representada por Fernando Haddad, que contraria integralmente os princípios e orientações da Santa Igreja Católica.

Senhora do Rosário, que em Fátima tentou nos "alertar" sobre os "erros" da Rússia, sobre o Comunismo... 

Wander Torres Costa, padre da Paróquia de São Sebastião, em Ponte Nova (MG), em pleno ato de campanha política. Ele, que comparou as investigações sobre o presidiário Lula à Paixão de Cristo [35]. Wander Torres Costa, que, junto com outros "padres", assina um panfleto de campanha eleitoral comunista [36], que pisa as determinações do Arcebispo [37].  

A baderna dos cabos eleitorais de batina, transformando a Arquidiocese de Marina em um verdadeiro comitê eleitoral comuno-petista.

XII.

Mais um cabo eleitoral de batina da Arquidiocese de Mariana: Paulo Edson Moreira, pároco da igreja de Nossa Senhora de Lourdes, em Conselheiro Lafaiete (MG). Ele é signatário do panfleto de campanha pró-Haddad disfarçado de "manifesto em defesa da democracia" [38].


REFERÊNCIAS.

[1]. Cf. [http://bit.ly/2Ahqq9I]. 

[2]. Cf. "Do que um "apóstolo" da Teologia da Libertação é capaz..." [https://b-braga.blogspot.com/2016/04/do-que-um-apostolo-da-teologia-da.html].



[5]. Cf. "Laicato? A Arquidiocese de Mariana e a radicalização comuno-CNBBista contra os leigos e contra a Santa Igreja Católica", nota IV [https://b-braga.blogspot.com/2018/03/laicato-arquidiocese-de-mariana-e.html]. 


[7]. A imagem da lista é uma atualização dos nomes dos signatários. 


[9]. Cf. "João: a campanha eleitoral vigarista do 'padre do PT'", nota XII [https://b-braga.blogspot.com/2018/10/joao-campanha-eleitoral-vigarista-do.html].

[10]. Cf. [http://bit.ly/2yVNbyh].

[11]. Cf. [http://bit.ly/2PPjfeh].




[15]. Outras "notas" sobre o tal "manifesto em defesa da democracia": [http://bit.ly/2PTyKSo]. Atualização da lista: [http://bit.ly/2PVrfKZ].


[17]. Cf. [http://bit.ly/2Sajq5I].

[18]. Cf. [http://bit.ly/2PTyKSo].

[19]. Cf. Os que se interessarem pela história, podem ler a conversa aqui. Penso que a indicação é pertinente, pois diz muito sobre a postura dos padres neste momento eleitoral. Cf."Intereclesial SOCIALISTA-COMUNISTA - uma conversa com o padre" [https://b-braga.blogspot.com/2014/01/intereclesial-socialista-comunista-uma.html].

[20]. Cf. [http://bit.ly/2CHnLsl].


[22]. Cf. [http://bit.ly/2RVojzc].



[25]. Cf. "João: a campanha eleitoral vigarista do 'padre do PT'" [http://b-braga.blogspot.com/2018/10/joao-campanha-eleitoral-vigarista-do.html].

[26]. Cf. [http://bit.ly/2Ahqq9I].


[28]. Cf. [http://bit.ly/2PTyKSo]. Atualização da lista: [http://bit.ly/2PVrfKZ].

[29]. Cf. "João: a campanha eleitoral vigarista do 'padre do PT'" [https://b-braga.blogspot.com/2018/10/joao-campanha-eleitoral-vigarista-do.html].

[30]. Cf. [http://bit.ly/2CHnLsl].   


[32]. Cf. [http://bit.ly/2Sajq5I].

[33]. Cf. [http://bit.ly/2EAbO9W].

[34]. Cf. [http://bit.ly/2CHnLsl].

[35]. Cf. "Do que um "apóstolo" da Teologia da Libertação é capaz..." [https://b-braga.blogspot.com/2016/04/do-que-um-apostolo-da-teologia-da.html].

[36]. Cf. [http://bit.ly/2PTyKSo]. Atualização da lista: [http://bit.ly/2PVrfKZ].


[38]. Cf. [http://bit.ly/2PTyKSo]. Atualização da lista: [http://bit.ly/2PVrfKZ]; Correio de Minas [http://bit.ly/2PXFuih].

Saturday, October 27, 2018

A CNBB e a militância comunista pró-Haddad.

Bruno Braga.
Notas publicadas no Facebook.


I.

CNBB declara apoio a Haddad e à facção criminosa do PT. Sim, CNBB apóia gangue comunista. Leio aqui as declarações do Secretário Geral da Conferência dos Bispos - Dom Leonardo Ülrich Steiner - sobre o segundo turno das eleições: "Temos duas candidaturas à Presidência, mas somos a favor é da democracia" [1].

Não vou levantar a biografia e o "apostolado" da Teologia da Libertação de Leonardo Steiner [2]. Não vou abordar mais uma vez o papel determinante da CNBB no processo de construção do esquema de poder do PT e do Foro de São Paulo, pisando a autoridade dos Papas e traindo a Santa Igreja Católica. Não vou sequer considerar os termos e expressões com os quais Leonardo Steiner se expressa e orienta os fiéis -  "a preservação da democracia", "não podemos votar com o coração cheio de ódio", "não existem salvadores da pátria" -, utilizados frequentemente para atacar um dos candidatos. Não, não é análise "conspiratória" do discurso, basta ver que o pronunciamento do Secretário Geral da CNBB foi enaltecido pelo "Vermelho", o portal de informações do PCdoB, Partido Comunista do Brasil, partido da vice de Fernando Haddad [3]. 

Trata-se aqui de retomar o critério que coloquei em "nota" anterior para saber exatamente "quem é quem" neste segundo turno das eleições [4].   
"Temos duas candidaturas à Presidência", diz Ülrich Steiner. Formalmente, sim, temos "duas candidaturas". Na realidade, porém, não, temos apenas uma candidatura. De um lado está Jair Bolsonaro - com as questões e críticas que podem de forma legítima serem colocadas a ele, fora as fraudes e histerias -, do outro, uma candidatura comandada de dentro da cadeia, e que claramente representa a organização criminosa comunista que assaltou o Brasil. Sendo assim, os que declaram abertamente o voto em Haddad são coniventes ou defensores mesmo da bandidagem, mas também o são os que se escondem com discursos bonitinhos e elaborados, como o da "democracia".

Dizer que existem "duas candidaturas", dando legitimidade a ambas, e se omitir em denunciar a quadrilha que não faz questão sequer de se esconder em uma delas é faltar com a verdade. E levar o pleito para as nuvens da "democracia", pressupondo as alturas da "imparcialidade", é no mínimo cumplicidade com o crime - obviamente um privilégio concedido aos delinquentes que estão na disputa.

Portanto, não tem conversa mole, lenga-lenga. Nessas eleições existem apenas duas posições: Bolsonaro ou a gangue comunista. Leonardo Steiner e a CNBB já definiram a sua.      

II.

CNBB e Leonardo Steiner tentam explicar em "nota pública" a reunião de hoje com Fernando Haddad [5]. O Secretário Geral afirma que a "Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é uma instituição aberta ao diálogo com PESSOAS e GRUPOS da sociedade brasileira". Pergunta: a CNBB também está aberta ao "diálogo" com "office boy" de bandido preso e representante de facção criminosa? Leonardo Ülrich Steiner receberia um integrante do PCC ou do Comando Vermelho que se dispusesse a governar o Brasil? Mas recebeu o candidato do PT e do Foro de São Paulo, da quadrilha que saqueou o Brasil.
Continua Steiner: "O candidato não veio pedir apoio". Ah, não?! O que ele foi fazer na sede da Conferência dos Bispos? Tomar um cafezinho, bater um papo, jogar conversa fora? O Secretário Geral disse que o "candidato" foi "expor" as suas "propostas de governo". Mas não parece ter sido apenas isso, já que, logo após o encontro, Fernando Haddad concedeu uma entrevista coletiva e se gabou - claro, promovendo a sua candidatura - de ter firmado "compromissos" com a "Igreja", inclusive o de "defender a vida" [6]. Para quem não se lembra, trata-se exatamente da mesma estratégia ardilosa da abortista Dilma Rousseff, nas eleições de 2010.

Ora, será que Leonardo Steiner leu o "Plano de Governo" de Fernando Haddad? Uma aberração sem tamanho, um "plano" não só politicamente totalitário, mas integralmente contrário aos princípios e orientações da Santa Igreja, contrário à fé católica - e que contempla a legalização do aborto, do assassinato em massa de crianças inocentes [7].

A propósito, o "Plano de Governo" comunista se coloca abertamente "contra o avanço do conservadorismo no Brasil" (p. 35). Todo católico - repito: católico (!), não "apóstolos" ou "discípulos" da Teologia da Libertação - sabe que a Santa Igreja está submetida a uma Tradição e, por isso, é indissociável do "conservadorismo". Então, como fica o senhor Leonardo Steiner, recebendo um inimigo declarado da Santa Igreja?

O Secretário Geral da CNBB listou os "assuntos" que "preocupam" os "Bispos do Brasil" e que pautaram a conversa com Haddad. Cita o aborto - que está, repito, no "Plano de Governo" do comunista [8] -, mas, curioso, não menciona a ideologia de gênero LGBT, perdendo a oportunidade de abordar o "pai" do kit-gay, que pretende transformar o sexo anal em critério de concessão de auxílio social [9]. Diz ter falado sobre o "combate rigoroso corrupção", recepcionando um "candidato" que afirma abertamente no seu "Plano de Governo" o propósito de soltar o chefe da sua quadrilha [10].   

Enfim, a tentativa de Leonardo Steiner de dar uma aparência de normalidade à visita de Fernando Haddad - representante de uma facção criminosa - é no mínimo um privilégio concedido à bandidagem. Mas, como já disse em uma "nota" anterior, é uma declaração de apoio à gangue comunista [11].

III.

A propaganda eleitoral comunista promovida com a colaboração direta do Secretário Geral da CNBB, Leonardo Steiner: "Nosso programa prevê ações alinhadas a princípios católicos", afirmou Fernando Haddad (cf. imagem) [12].

"Preservação da democracia" [13]. "Uma instituição aberta ao diálogo", "a CNBB não tem partido e nem candidato" [14]. Conversa fiada. O objetivo do "office boy" da facção comunista não era "dialogar" ou "expor as suas propostas". Era exatamente este que estampa a chamada do artigo: passar para os católicos e para o público em geral a impressão de estar "alinhado" com a Santa Igreja - mesmo que o seu "Plano de Governo" a contrarie escandalosamente com o totalitarismo comunista, abortista, gayzista, etc., etc. Ora, quanta "inocência" e "ingenuidade" de Leonardo Steiner... 

No dia seguinte, após a reunião com o Secretário Geral da CNBB, na celebração de Nossa Senhora da Imaculada Conceição Aparecida, Haddad - acompanhado de sua vice - ousou não só cometer um sacrilégio macabro, recebendo de forma indigna o Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo [15], mas se apresentou, em entrevista dentro da paróquia, como defensor dos "católicos" e da "igreja" [16]. É a expressão aberta e descarada do "credo" comunista: a farsa. Reza o próprio Lênin: “Os comunistas devem lembrar-se de que falar a verdade é um preconceito pequeno-burguês; uma mentira, por outro lado, é muitas vezes justificada pelo fim” [...] “Estamos resolvidos a tudo o que é possível: astúcias, artifícios, métodos ilegais, calar, dissimular, etc.”. 

Sim, tudo isso é resultado do trabalho de marginais e delinquentes, de uma quadrilha que assaltou a Santa Igreja para utilizá-La - com as fraudes e truques da Teologia da Libertação - como base para o estabelecimento do seu esquema criminoso de poder. Mas é resultado também do silêncio de padres, Bispos, de autoridades eclesiásticas, que não falam nada, veem o próprio Cristo ser ultrajado na Eucaristia e não denunciam, permitem que os falsários agora posem como se fossem eles os "legítimos" e "autênticos" católicos. 

Alguma "nota pública" da CNBB? Uma condenação do sacrilégio? Parece fácil reconhecer mais uma vez de que lado está a Conferência dos Bispos [17].

IV.

O Secretário Geral da CNBB - Conferência dos Bispos  assinou uma "nota conjunta" com outras entidades para manifestar "repúdio" às "ações de violência dos últimos dias" [18]. 

Leonardo Ülrich Steiner corre para demonstrar escândalo frente a uma série de casos comprovadamente forjados ou distorcidos para manchar a reputação de um candidato. O mesmo candidato que teve uma faca cravada no abdômen, uma tentativa de homicídio por motivos políticos sobre a qual o Secretário Geral da CNBB não escreveu uma só linha. 

Leonardo Steiner, que recebeu Fernando Haddad, o "office boy" de presidiário, deixando claro para quem quiser ver de que lado do pleito ele coloca a CNBB [19]. A assinatura dessa "nota conjunta" é mais uma prova disso. Diz que está "ao largo de quaisquer cores partidárias ou correntes ideológicas", mas já não engana mais ninguém. A propósito, é interessante ver a "sintonia" da "nota" com a propaganda eleitoral do representante do Foro de São Paulo, que narra assim: [...] "uma onda de violência tomou conta do Brasil. Nos últimos dias, multiplicaram-se ao ataques e até assassinatos motivados pelo ódio de alguns seguidores do candidato Jair Bolsonaro" (12 de outubro de 2018). 

V.

A CNBB - Conferência dos Bispos está a serviço da candidatura de Fernando Haddad. Leonardo Ülrich Steiner deixou isso muito claro ao receber o "office boy" de presidiário e representante do Foro de São Paulo [20]. O apoio também está na recente  "nota conjunta" assinada pelo mesmo Secretário Geral da Conferência [21]. 

Mas, aqui, o engajamento é explícito e obsceno. Trata-se de uma "nota pública" assinada pelas pastorais da CNBB. O documento contém, entre outras aberrações, trechos do tipo: 
[...] "No processo eleitoral em curso, UM MOVIMENTO ANTIDEMOCRÁTICO fere estes valores supremos assegurados pela Constituição e APELA AO ÓDIO E À VIOLÊNCIA, COLOCANDO O POVO CONTRA O POVO. Demoniza seus opositores, classifica-os de COMUNISTAS e BOLIVARIANOS, menospreza a população do Nordeste brasileiro e TENTA SEMEAR O ÓDIO E O MEDO. Esta atitude já se concretiza por meio de AGRESSÕES E ASSASSINATO CONTRA OS QUE MANIFESTAM POSIÇÕES DIVERGENTES" [...] "ESTIMULA PRECONCEITOS e INCENTIVA O CONFLITO SOCIAL. Estes candidatos e SEUS SEGUIDORES (!), que PREGAM A TORTURA e a PENA DE MORTE, sustentam que as mulheres podem ter menos direitos que os homens, usam de violência contra a população LGBT, discriminam negros, índios e quilombolas com INSULTOS, RACISMO e XENOFOBIA" [...] "O CANDIDATO DESTE MOVIMENTO quer se valer de eleições democráticas em sentido contrário para dar legalidade e legitimidade a um governo que pretende militarizar as instituições" [...] (os destaques são meus) [22].
Farsa, mentira, caricaturas e distorções. São estes os organismos e pastorais da CNBB que assinam o panfleto de campanha comuno-petista: Cáritas Brasileira; CBJP – Comissão Brasileira Justiça e Paz; CCB – Centro Cultural de Brasília; CIMI – Conselho Indigenista Missionário; CJP-DF – Comissão Justiça e Paz de Brasília; CNLB – Conselho Nacional do Laicato do Brasil; CPT – Comissão Pastoral da Terra; CRB – Conferência dos Religiosos do Brasil; FMCJS – Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social; OLMA – Observatório De Justiça Socioambiental Luciano Mendes De Almeida; Pastoral Carcerária Nacional; Pastoral da Mulher Marginalizada; Pastoral Operária; SPM – Serviço Pastoral do Migrante.

Certos padres e Bispos têm afetado indignação com uma entrevista de Jair Bolsonaro, na qual o candidato associa a CNBB à "parte podre da Igreja". Bolsonaro se referia mais propriamente ao CIMI, e no instante seguinte afirmou claramente: "eu não brigo com os católicos, eu brigo com os comandantes deles" [23]. Mas, os cabos eleitorais de batina e mitra fingem maliciosamente: "a Igreja foi atacada". Basta recordar a lição do então Cardeal Joseph Ratzinger, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, e hoje Papa Bento XVI:  “não devemos nos esquecer que as conferências episcopais não possuem base teológica e não fazem parte da estrutura indispensável da Igreja, assim como querida por Cristo, têm somente uma função prática e concreta” (A fé em crise?”, p. 40). Portanto, a CNBB não é "a" Igreja. 

Seja como for, não se trata de uma constatação do candidato Jair Bolsonaro. Os católicos estão vendo com os seus próprios olhos que a CNBB se coloca realmente como a "parte podre da Igreja". Trai a Esposa de Cristo para militar em favor de uma facção criminosa e de um esquema de poder comunista que contraria escandalosamente os princípios e orientações da Santa Igreja Católica. A "nota" pela "democracia" é mais uma amostra disso.   

VI.

A CNBB - Conferência dos Bispos publicou hoje uma "nota" por ocasião do segundo turno das eleições. Leia o documento no link abaixo [24]. 

Os signatários se autoproclamam "pastores" e "profetas", e arrogam-se: "nós, bispos católicos" - como se fossem de fato representantes de todos os Bispos da Santa Igreja Católica, o que é desmentido tanto pelo caráter da própria Conferência dos Bispos [25] quanto pelas declarações públicas de outros Bispos ao longo das eleições e deste mesmo segundo turno [26].

Mas os tais "pastores" e "profetas" afirmam: "ao ASSUMIRMOS POSICIONAMENTOS PASTORAIS em questões sociais, econômicas e POLÍTICAS, o fazemos, NÃO POR IDEOLOGIA, mas por exigência do Evangelho" [...] (os  destaques são meus). 

Ora, um católico minimamente informado não cai mais nessa conversa. São palavras (!). Nas ações e iniciativas, a CNBB deixa claro não só o seu alinhamento "ideológico", mas o apoio aos agentes políticos comunistas. Apoio bastante claro na reunião de Fernando Haddad com Leonardo Steiner, o Secretário Geral da Conferência dos Bispos que assina essa "nota" relativa ao segundo turno [27]. Nítido, na "nota conjunta" subscrita pelo mesmo Leonardo Steiner [28]. Apoio declarado e obsceno na "nota publica" assinada pelos organismos e pastorais da CNBB. "Nota" que denuncia expressamente "o candidato" - "e os seus seguidores" (!) - de "um movimento antidemocrático" [29]. Ora, será que alguém tem duvida de que se referem a Bolsonaro e aos seus eleitores? E não adianta dizer que "as Pastorais podem agir e pronunciar-se publicamente, em nome próprio", conforme "esclarecimento" dado pela CNBB ao jornalista responsável pela matéria aqui indicada. Primeiro, as pastorais são vinculadas à Conferência dos Bispos; depois, a julgar pelo "esclarecimento", seria permitido às pastorais não só se oporem à própria CNBB como apresentarem posições contrárias às da Igreja - o que seria absurdo. 

Para concluir, sem rodeios e tergiversações. Os Bispos que assinam a "nota" da CNNB, e aqueles que aprovam e atestam não só as palavras, mas a postura, as iniciativas e ações da Conferência - repito: não são todos os Bispos - colocam-se como "pastores" e "profetas" não do "Evangelho", mas de um "ideal" absolutamente contrário, condenado pela Santa Igreja Católica. Muitos deles - a internet e as redes sociais estão repletas de seus textos e vídeos - assumem a militância de um esquema de poder comunista, de uma facção criminosa comprometida com o aborto, com o assassinato de crianças inocentes, ideologia de gênero LGBT-gayzista, legalização das drogas, totalitarismo de Estado, etc., etc. Existe inclusive o Bispo que é petista "de carteirinha" [30]. 

Eis a CNBB, que se mostra preocupadíssima com as "bases democráticas", mas que não escreveu uma linha sequer contra o atentado político que tentou assassinar "o candidato" do tal "movimento antidemocrático", denunciado pelas suas pastorais. Que não publicou uma só "nota" condenando o  sacrilégio monstruoso cometido por Fernando Haddad e Manuela d'Ávila, que ousaram flagelar o próprio Cristo na sua ambição pelo poder. Só isso basta para saber de que lado está e que tipo de "pastores" e "profetas" são.   


REFERÊNCIAS.


[2]. Biografia que foi muito bem condensada por Bernardo Küster no vídeo "Quem é o homem mais poderoso na CNBB". Assista: [https://youtu.be/1kDRQic-Xps].






[8]. Cf. [http://bit.ly/2EAbO9W]. 

[9]. Idem. 

[10]. Cf. [http://bit.ly/2yAaK0k].

[11]. Cf. [http://bit.ly/2OWhXRD].


[13]. Cf. [http://bit.ly/2OWhXRD].

[14]. Cf. [http://bit.ly/2yCvqE2].

[15]. Cf. [http://bit.ly/2CHnLsl].

[16]. Cf. [http://bit.ly/2Cfntbh].



[19]. Cf. [http://bit.ly/2OWhXRD].

[20]. Cf. [http://bit.ly/2OWhXRD].

[21]. Cf. [http://bit.ly/2D03COw].




[25]. É importante recordar determinadas lições. Cardeal Joseph Ratzinger, então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Papa Bento XVI: [...] “a Conferência Episcopal” [...] “deve, porém, evitar de colocar-se como uma realidade paralela ou substitutiva do ministério de cada um dos Bispos, ou seja, não mudando a sua relação com a respectiva igreja particular e com o colégio episcopal, nem constituindo um intermediário entre o Bispo e a Sé de Pedro” ("A fé em crise?”, p. 40). Cardeal Raymond Burke: “a Conferência Episcopal” [...] “pode criar um sentimento de falsa unidade, que consiste em estar sempre de acordo horizontalmente, superficialmente, mas as rachaduras aparecem quando se aborda questões fundamentais” [...] (Cf. “Esperanza para el mundo”). E o saudoso Dom Luiz Gonzaga Bergonzini: “A CNBB não tem autoridade nenhuma sobre os Bispos” (Cf. “Bispo de Guarulhos diz que não recuará em mobilização contra Dilma”. Folha de São Paulo, 23 de julho de 2010 [http://www1.folha.uol.com.br/poder/2010/07/771435-bispo-de-guarulhos-diz-que-nao-recuara-em-mobilizacao-contra-dilma.shtml]).

[26]. Para evitar a conhecida pressão mafiosa que a CNBB exerce contra aqueles que se opõem ou demonstram independência com relação à Conferência dos Bispos, não cabe aqui citar nomes. Mas, basta uma pesquisa simples na internet para constatar vários posicionamentos divergentes ao da CNBB. 

[27]. Cf. [http://bit.ly/2OWhXRD].

[28]. Cf. [http://bit.ly/2D03COw].

[29]. Cf. [http://bit.ly/2EIDt8r].

[30]. Cf. "Reginaldo Andrietta. O Bispo que é de fato um comunista 'de carteirinha'" [http://b-braga.blogspot.com/2018/10/reginaldo-andrietta-o-bispo-que-e-de.html].