Sunday, May 20, 2018

O “pentecostes” comunista e a falsa “unidade dos cristãos”.


Bruno Braga.
Notas publicadas no Facebook.

I.
A Liturgia da Palavra de hoje me faz pensar um pouco mais [1]. Ela me dá a oportunidade de retomar a tal “oração pela unidade cristã”, com a qual me deparei no Santuário da Piedade, em Barbacena (MG).
Leio o Evangelho, que nos apresenta a oração do próprio Cristo: “Pai Santo, guarda-os em teu nome, o nome que me deste, PARA QUE ELES SEJAM UM ASSIM COMO NÓS SOMOS UM. Quando eu estava com eles, guardava-os em teu nome, o nome que me deste. Eu guardei-os e nenhum deles se perdeu, a não ser o filho da perdição, para se cumprir a Escritura” [...] “Não te peço que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno” [...] “CONSAGRA-OS NA VERDADE; a tua palavra é verdade. Como tu me enviaste ao mundo, assim também eu os enviei ao mundo. EU ME CONSAGRO POR ELES, A FIM DE QUE ELES TAMBÉM SEJAM CONSAGRADOS NA VERDADE” (Jo. 17, 11b-19).
Jesus reza e pede ao Seu Pai por “eles” – pela Sua Igreja, a única e verdadeira Igreja: a Santa Igreja Católica, consagrada pela Verdade, pois foi Ele mesmo que A fundou (Mt. 16, 18); Ele, o Cristo, que é Deus, e que é não só o Caminho e a Vida, mas a própria Verdade (Jo. 14, 6). Jesus reza pela unidade desta Igreja, já que “extra Ecclesiam nulla sallus” – “fora da Igreja não há salvação”. E é por isso mesmo que a Santíssima Virgem Maria pediu em Fátima a “conversão dos pecadores”, incluindo os hereges e cismáticos, para que eles se salvem na Igreja Triunfante.
O Cristo pede ao Seu Pai: “que os guardes do Maligno”. Pede, porque é o diabo aquele que divide (“diabolos”, “diabulum”), aquele que seduz com o afastamento da única e verdadeira Igreja, que cria as suas próprias “igrejas” e, travestido muitas vezes de anjo de luz (2Cor. 11, 14), e na imitação da Igreja de Cristo, sugere que são todas elas legítimas e verdadeiras.
A oração de Cristo deixa à mostra a farsa da “oração pela unidade cristã”, pois só existe unidade na Verdade da única Igreja de Cristo, na Santa Igreja Católica. Como é possível rezar pela unidade com um conjunto de seitas que se contradizem e quando a própria oração é proposta por “conselhos” – o CONIC e o Conselho Mundial de igrejas – que estão comprometidos – não com a Verdade e nem com a salvação – mas com um esquema criminoso de poder comunista? Como é possível rezar por uma unidade na mentira?
Mentira que chega a constranger e contaminar pessoas honestas e de bom coração que, na defesa dessa “união”, acabam considerando – como eu mesmo ouvi - que ela é semelhante à harmonia entre a Santíssima Trindade. Ora, como se fosse possível o Pai, o Filho e o Espírito Santo pregarem coisas não só distintas, mas contrárias e contraditórias, chegando inclusive à rejeição e ao insulto contra a Santíssima Virgem Maria – e mesma assim permanecer uma tal “trindade” ainda em “harmonia”.
Pergunto novamente: como é possível rezar por uma unidade na mentira? Bom, todos sabem quem é o príncipe deste mundo: o pai da mentira. E é por isso que Jesus reza e pede ao Seu Pai Santo para que nos guarde – para que guarde a Sua Santa Igreja Católica do Maligno. Jesus, que não fez apenas uma oração, “Cristo amou a Igreja, e por ela se entregou a si mesmo, para a santificar” (Ef. 5, 21-33). Para santificá-La na Verdade, enquanto na paróquia – e em tantas outras igrejas - se pede uma oração para rebaixá-La na mentira.
II.
É preciso falar um pouco mais sobre a tal “oração pela unidade cristã”, sobre a iniciativa promovida pelas seitas reunidas no CONIC e no Conselho Mundial de igrejas, e com a qual continuo me deparando diariamente na Paróquia Santuário da Piedade, em Barbacena (MG).
Dê uma olhadinha nas imagens. Trata-se do livro da “Novena de Pentecostes pela unidade dos cristãos”, publicado pela Arquidiocese de Mariana. No site oficial da Arquidiocese, o responsável por comentar a proposta da publicação é ninguém mais ninguém menos que José Antônio Oliveira – o comunista “apóstolo” da Teologia da Libertação, famoso por ofender e insultar a Santíssima Virgem Maria [2].
Note o que é no mínimo “curioso”. Sim, é verdade, não tenho uma referência no material nem um documento assinado que comprove a autoria. Contudo, no “sexto dia” da novena pela suposta “unidade dos cristãos”, há uma denúncia caricaturizada e ofensiva contra os “escravos de Maria” (cf. imagem). Uma denúncia semelhante à que o próprio José Antônio recentemente fez, “compartilhando” um artigo nas redes sociais com o título “Catolicismo mofado” [3]. José Antônio, que fez parte da equipe de redação do texto da novena de 2017, que “comemorava” os 500 anos da reforma protestante – isto é, que celebrava a heresia e o cisma [4].
Mas, seja lá quem for o autor do trecho citado da novena deste ano de 2018, certo é que se trata de forma inegável de um insulto escabroso contra os que se consagram, que consagram toda a sua vida à Santíssima Virgem – chamados por São Luís Maria Grignion de Monfort exatamente de “escravos de Maria”. Por isso, é importante recordar a lição do próprio santo, uma lição que demonstra não só o caráter perverso da passagem citada da novena, mas que deixa à mostra a falsidade e a mentira dessa “oração pela unidade dos cristãos”, que ataca não só os seus “escravos”, mas a própria Mãe de Deus e Mãe da única e verdadeira Igreja de Cristo: a Santa Igreja Católica. Leia:
"Como na geração 'natural' e 'corporal' há um pai e uma mãe, assim também na geração SOBRENATURAL e ESPIRITUAL há um PAI, que é Deus, e uma MÃE, que é MARIA. Todos os verdadeiros filhos de Deus e predestinados têm a Deus por pai e a Maria por mãe; E QUEM A NÃO TEM POR MÃE, NÃO TEM DEUS POR PAI. Eis porque os RÉPROBOS, como os HERÉTICOS, os CISMÁTICOS etc., QUE ODEIAM OU OLHAM COM DESPREZO OU COM INDIFERENÇA A SANTÍSSIMA VIRGEM, NÃO TÊM DEUS POR PAI, ainda que disto se gloriem, PORQUE NÃO TÊM MARIA POR MÃE. Pois se a tivessem por mãe, honra-la-iam e ama-la-iam como um verdadeiro e bom filho ama e honra naturalmente sua mãe, QUE LHE DEU A VIDA.
"O SINAL MAIS INFALÍVEL e INDUBITÁVEL para distinguir um HERÉTICO, um HOMEM DE MÁ DOUTRINA, um RÉPROBO de um PREDESTINADO, é que O HERÉTICO E O RÉPROBO NÃO TÊM SENÃO DESPREZO OU INDIFERENÇA PELA SANTÍSSIMA VIRGEM. Com suas palavras e exemplos, ABERTAMENTE ou ÀS OCULTAS, ESFORÇAM-SE POR LHE DIMINUIR O CULTO E O AMOR, e isso por vezes SOB BELOS PRETEXTOS. Ah! Deus Pai não disse a Maria para habitar com eles, porque são Esaús". [...]
"DEVEMOS ser de JESUS CRISTO e servi-lo, não só como mercenários, mas como ESCRAVOS amorosos. Estes, por efeito de um grande amor, entregam-se e dão-se ao seu serviço, na qualidade de escravos, só pela HONRA de lhe pertencer. ANTES DO BATISMO ÉRAMOS ESCRAVOS DO DEMÔNIO. TORNOU-NOS O BATISMO ESCRAVOS DE JESUS CRISTO (Rm 6, 22). PORTANTO, OS CRISTÃOS TÊM DE SER ESCRAVOS OU DO DEMÔNIO OU DE JESUS CRISTO". [...] "O que digo de modo absoluto a respeito de Jesus Cristo, digo-o relativamente da SANTÍSSIMA VIRGEM. Jesus Cristo escolheu-a por companheira indissolúvel da sua vida, da sua morte, da sua glória e poder no Céu e na Terra" [...] "Deste modo, segundo este ensinamento, TÊM AMBOS OS MESMOS SÚDITOS, SERVOS E ESCRAVOS, VISTO QUE OS DOIS NÃO TÊM SENÃO UMA SÓ VONTADE E UM SÓ PODER". [...]
“Deus constituiu não somente uma inimizade, mas ‘INIMIZADES’, não apenas entre Maria e o demônio, mas também ENTRE A DESCENDÊNCIA DA VIRGEM SANTA E A DE SATANÁS. Isto quer dizer que DEUS ESTABELECEU INIMIZADES, ANTIPATIAS E ÓDIOS SECRETOS ENTRE OS VERDADEIROS FILHOS E SERVOS DA SANTÍSSIMA VIRGEM E OS FILHOS E ESCRAVOS DO DEMÔNIO: eles não se amam, nem têm qualquer correspondência interior uns com os outros. Os filhos de Belial (Dt. 13, 13), os escravos de Satanás, os amigos do mundo (não há diferença), até hoje perseguiram sempre, e perseguirão mais do que nunca, aqueles que pertencem à Santíssima Virgem, como outrora Caim perseguiu seu irmão Abel, e Esaú perseguiu Jacó, figuras dos réprobos e dos predestinados. MAS A HUMILDADE DE MARIA ALCANÇARÁ SEMPRE A VITÓRIA SOBRE ESTE ORGULHOSO, e essa vitória será tão grande que chegará a esborrachar-lhe a cabeça, onde reside o seu orgulho. Ela descobrirá sempre a sua malícia de serpente, e porá a descoberto as suas tramas infernais. Dissipará os seus conselhos e protegerá, até o fim dos tempos, os Seus servos fiéis contra aquelas garras cruéis”.
“Mas o poder de Maria sobre todos os demônios brilhará particularmente nos últimos tempos, em que Satanás armará ciladas contra o seu calcanhar, ou seja, CONTRA OS HUMILDES ESCRAVOS E POBRES FILHOS, QUE ELA SUSCITARÁ PARA LHE FAZER GUERRA. ELES SERÃO PEQUENOS E POBRES NA OPINIÃO DO MUNDO, HUMILHADOS PERANTE TODOS, CALCADOS E PERSEGUIDOS COMO O CALCANHAR O É EM RELAÇÃO AOS OUTROS MEMBROS DO CORPO. Mas, EM TROCA, SERÃO RICOS DA GRAÇA DE DEUS, QUE MARIA LHES DISTRIBUIRÁ ABUNDANTEMENTE. Serão grandes e de elevada santidade diante de Deus, e superiores a toda criatura pelo seu zelo ardente. Estarão tão fortemente apoiados no socorro divino que ESMAGARÃO, COM A HUMILDADE DE SEU CALCANHAR E EM UNIÃO COM MARIA, A CABEÇA DO DEMÔNIO, FAZENDO TRIUNFAR JESUS CRISTO” [5].
III.
Retomo aqui a tal “oração pela unidade cristã”, proposta pelas seitas reunidas no CONIC e no Conselho Mundial de igrejas. Enumero algumas breves considerações:
1.
Os entusiastas paroquianos estão invocando Pentecostes para legitimar a falsa “unidade dos cristãos”. Contudo, no Cenáculo – na unção do Espírito Santo – estavam presentes somente os apóstolos da única Igreja “apostólica”. Lucas atesta uma presença especial, que revela a farsa da “unidade” que hoje se prega: a presença de “Maria, mãe de Jesus” (At. 1, 14). A Santíssima Virgem Maria, Mãe de Jesus, de Deus, e Mãe da única e verdadeira Igreja fundada por Seu Filho e ungida pelo Espírito Santo: a Santa Igreja Católica. Nossa Senhora, desprezada – e muitas vezes com polidez e até com um aparente respeito – por todas as seitas “cristãs” com as quais se reivindica uma “unidade”.
2.
O recurso à oração sacerdotal de Jesus para legitimar a tal “unidade dos cristãos” é evidentemente descabido. Ora, quando Cristo a pronunciou não existiam as seitas chamadas “cristãs”, mas apenas a Sua Igreja, fundada sobre o primado de Pedro (Mt. 16, 18). Portanto, é óbvio que Jesus reza pela unidade da Sua Santa Igreja Católica. E reza também por aqueles que “vão acreditar em mim por meio da palavra deles” (Jo. 17, 20) – ou seja, por aqueles que serão convertidos. Pois só há unidade na Verdade, e não na mentira, na divergência e na contradição da multiplicidade de seitas, na encenação que conserva a heresia e o cisma, a fraude e até o desprezo para com a Santíssima Virgem Maria – tudo sob o véu da “tolerância” e do “respeito”.
3.
Os que não cedem à proposta escabrosa da “unidade dos cristãos” são acusados de promover a “divisão”. Sim, eu mesmo ouvi isso. Ora, tal discurso constrange os mais desavisados a cederem a uma fraude, e é capaz de inocular na consciência deles um peso devido à sua negativa. Por isso, talvez fosse justo e honesto que os entusiastas e pregadores da “unidade” colocassem para o discernimento dos católicos: [...] “quem der testemunho de mim diante dos homens, também eu darei testemunho dele diante de meu Pai que está nos céus. Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai que está nos céus” / “Não julgueis que vim trazer a paz à terra. Vim trazer não a paz, mas a espada. Eu vim trazer a DIVISÃO entre o filho e o pai, entre a filha e a mãe, entre a nora e a sogra, E OS INIMIGOS DO HOMEM SERÃO AS PESSOAS DE SUA PRÓPRIA CASA” (Mt. 10, 32-36). Essa passagem me parece significativa para o católico que assiste dentro de sua própria Casa a pregação de uma falsa “unidade cristã” – para o católico que está disposto a dar o testemunho de que a sua é a única e verdadeira Igreja de Cristo.        
IV.
Uma liçãozinha de catecismo do Papa São Pio X para os que estão pregando entusiasmados nas paróquias a falsa “unidade dos cristãos” proposta pelo CONIC e pelo Conselho Mundial de igrejas [1].
. Como se pode distinguir A IGREJA DE JESUS CRISTO de tantas sociedades e SEITAS fundadas pelos homens e que se dizem cristãs?- Pode-se distinguir A VERDADEIRA IGREJA DE JESUS CRISTO de tantas sociedades ou SEITAS fundadas pelos homens e que se dizem cristãs por quatro notas características. ELA É UNA, SANTA, CATÓLICA e APOSTÓLICA.
. Não poderia haver mais de uma Igreja?
- NÃO PODE HAVER MAIS DE UMA IGREJA, porque, ASSIM COMO HÁ UM SÓ DEUS, UMA SÓ FÉ E UM SÓ BATISMO, assim também NÃO HÁ NEM PODE HAVER SENÃO UMA SÓ IGREJA VERDADEIRA.
. Pode alguém salvar-se fora da Igreja Católica, Apostólica, Romana?- NÃO. FORA DA IGREJA CATÓLICA, APOSTÓLICA, ROMANA NINGUÉM PODE SALVAR-SE, como ninguém pôde salvar-se do dilúvio fora da arca de Noé, que era figura desta Igreja.
. Somos obrigados a acreditar em todas as verdades que a Igreja ensina?- SIM, SOMOS OBRIGADO A ACREDITAR EM TODAS AS VERDADES QUE A IGREJA NOS ENSINA, e Jesus Cristo declarou que QUEM NÃO CRÊ JÁ ESTÁ CONDENADO.
. Somos também obrigados a fazer tudo o que a Igreja manda?- SIM, SOMOS OBRIGADOS A FAZER TUDO O QUE A IGREJA MANDA, porque Jesus Cristo disse aos Pastores da Igreja: “Quem vos ouve, a Mim me ouve, e quem vos despreza, a Mim me despreza”.
. A Igreja Católica é então infalível?
- SIM, a Igreja Católica é infalível. Por isso AQUELES QUE REJEITAM AS SUAS DEFINIÇÕES PERDEM A FÉ, E TORNAM-SE HEREGES.
. Há outros deveres dos católicos para com a Igreja?- TODO E QUALQUER CRISTÃO DEVE TER PARA COM A IGREJA UM AMOR ILIMITADO, considerar-se feliz e infinitamente honrado por pertencer a Ela e EMPENHAR-SE PELA GLÓRIA E AUMENTO D’ELA POR TODOS OS MEIOS AO SEU ALCANCE.
in Catecismo Maior de São Pio X, nn. 154; 156; 172; 173; 175; 178.
V.
Os pregadores paroquianos da falsa “unidade dos cristãos” proposta pelo CONIC e pelo Conselho Mundial de igrejas pretendem agora legitimá-la propagandeando uma “união” para realizar “obras”, obras de caridade. Uma justificativa fundada no mero ativismo é por si só grotesca, e ela pressupõe a omissão da verdade de que a Santa Igreja Católica é a única e verdadeira Igreja de Cristo [1]. Por isso, é importante recordar a lição do Papa Bento XVI:
[...] “Estou ciente dos desvios e esvaziamentos de sentido que a caridade não cessa de enfrentar com o risco, daí resultante, de ser mal-entendida” [...] “Daqui a necessidade de conjugar a caridade com a VERDADE, não só na direção assinalada por S. Paulo da ‘veritas in caritate’ (Ef. 4, 15), mas também na direção inversa e complementar da ‘caritas in veritate’” [...] “SÓ NA VERDADE É QUE A CARIDADE REFULGE E PODE SER AUTENTICAMENTE VIVIDA. A verdade é luz que dá sentido e valor à caridade. Esta luz é SIMULTANEAMENTE A LUZ DA RAZÃO E A DA FÉ” [...] SEM VERDADE, A CARIDADE CAI NO SENTIMENTALISMO. O amor torna-se um invólucro vazio, que se pode encher arbitrariamente. É o risco fatal do amor numa CULTURA SEM VERDADE; acaba prisioneiro das emoções e opiniões contingentes dos indivíduos, uma palavra abusada e adulterada chegando a significar o oposto do que é realmente. A VERDADE LIBERTA A CARIDADE DOS ESTRANGULAMENTOS DO EMOTIVISMO” [...] “No actual contexto social e cultural, em que aparece generalizada a TENDÊNCIA DE RELATIVIZAR A VERDADE, viver a caridade na verdade leva a compreender que a adesão aos valores do cristianismo é um elemento útil e mesmo indispensável para a construção duma boa sociedade e dum verdadeiro desenvolvimento humano integral. UM CRISTIANISMO DE CARIDADE SEM VERDADE PODE SER FACILMENTE CONFUNDIDO COM UMA RESERVA DE BONS SENTIMENTOS, ÚTEIS PARA A CONVIVÊNCIA SOCIAL, MAS MARGINAIS”. [...] “Sem verdade, cai-se numa visão empirista e céptica da vida, incapaz de se elevar acima da acção porque não está interessada em identificar os valores – às vezes nem sequer os significados – pelos quais julgá-la e orientá-la. A fidelidade ao homem exige A FIDELIDADE À VERDADE, a única que é garantia de liberdade (cf. Jo. 8, 32) e da possibilidade dum desenvolvimento humano integral. É por isso que a Igreja a procura, ANUNCIA INCANSAVELMENTE e reconhece em todo o lado onde a mesma se apresente. PARA A IGREJA, ESTA MISSÃO AO SERVIÇO DA VERDADE É IRRENUNCIÁVEL”.
BENTO XVI.
REFERÊNCIAS.

[5]. in "Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem Maria", nn. 30; 73; 54.

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