Sunday, November 08, 2015

Imprensa militante: o sacrifício da informação em prol do gayzismo e do aborto.

Bruno Braga.
Notas publicadas no Facebook.


I.

Imprensa militante: o sacrifício da informação em prol do gayzismo.


Ontem, 04 de Novembro, o jornal mineiro "O Tempo" noticiou a aprovação, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, do parecer favorável à PEC 99-2011. Trata-se da possibilidade de associações religiosas proporem no Supremo Tribunal Federal (STF) a constitucionalidade ou questionarem a inconstitucionalidade de leis ou atos normativos [1].

Não é o caso de examinar aqui o mérito da proposta. No momento interessa somente o trecho da reportagem que cita o parecer do relator, o deputado Bonifácio Andrada (PSDB-MG): "No texto aprovado, o relator aponta a existência de preconceito do Poder Judiciário contra religiosos. 'O STF expressa um preconceito contra argumentos de ordem religiosa, dando preferência a argumentos científicos", cita o texto apresentado pelo relator'" [2].

Ora, o curioso que procurar no parecer aprovado na sessão de ontem não encontrará o trecho citado. Basta ler o documento no portal da Câmara dos Deputados [3]. O trecho é parte de outro parecer, datado de 28 de Outubro, e não é uma afirmação do relator. Não. Ele aparece no relatório, no resumo que o deputado Bonifácio Andrada fez das apresentações de todos os participantes de uma audiência pública, e refere-se a uma consideração do Ministro Ives Gandra Filho, Vice-Presidente do Tribunal Superior do Trabalho [4].

Na imagem abaixo, o texto destacado em vermelho deixa claro que a citação da reportagem não é um juízo do relator da PEC 99-2011 (Cf. [I]). E, nos pareceres mencionados, não há nenhuma formulação do tipo para fundamentar a conclusão favorável à proposta. Mas, suspeito que o autor da matéria sabia muito bem o efeito que poderia causar no leitor com a oposição entre "argumentos de ordem religiosa" e "argumentos científicos" - ainda mais atribuindo a formulação ao responsável pelo parecer aprovado.


Não sou cabo eleitoral do deputado Bonifácio Andrada (PSDB-MG). Não tenho procuração - nem interesse - para atuar em sua defesa. Quem tiver algum motivo para questioná-lo, que o faça. Ele está aqui apenas como parte de mais uma reportagem que mostra a atuação militante da imprensa, comprometida com a salvaguarda de certas bandeiras. No caso em tela, fica claro qual é logo na chamada, que se refere ao autor da PEC 99-2011 como "o mesmo que apresentou a proposta da "cura gay" na Câmara" [5]. Mais uma fraude. O Projeto de Decreto Legislativo 234-11 nunca tratou de "cura". Ele simplesmente concedia aos psicólogos a possibilidade de oferecer orientação aos homossexuais que - de forma livre e decidida - procurassem auxílio profissional [6].

Para contestar a proposta em tela, a reportagem recorre - sem maiores explicações - a um chavão que é repetido por todos os cantos: diz que ela é uma "afronta" ao "Estado Laico". Tenta associá-la ainda à carga negativa da figura do Presidente da Câmara - Eduardo Cunha - como uma proposta dos seus "aliados". Enfim, vale tudo, até referir-se uma "Igreja" com "i" maiúsculo no título. É o sacrifício da informação e do dever da "honestidade intelectual" em prol da militância. Desmoralizar os "religiosos" - para calá-los - e proteger o gayzismo.


II.

Imprensa militante: a defesa do aborto.


No dia 03 de Novembro, o "Estado de Minas" publicou em sua edição impressa uma matéria de capa sobre as "mulheres": "Elas vão à luta". O jornal mineiro, entre outras ocorrências, citou a realização de manifestações organizadas em algumas capitais do país: [...] "foi a vez de MILHARES de mulheres reagirem nas ruas contra projeto do Presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que dificulta o aborto para vítimas de estupro" (Cf. imagem - o destaque em vermelho é meu).


Ora, "MILHARES"? Com uma busca no próprio site do jornal, é possível verificar que, no ato em Belo Horizonte, - tomando a foto mais favorável às manifestantes - havia meia dúzia de gatos pingados na Praça da Liberdade (Cf. imagem [I]) [7]. No Rio de Janeiro, o "Estado de Minas" noticiou a presença de "cerca de 500 mulheres" [8]. E em São Paulo, onde havia mais gente - porém, mais em uma manifestação política contra Eduardo Cunha que pela "causa" supostamente das "mulheres" - a PM registrou a participação de 3.000 pessoas [9]. Então, como falar em "MILHARES"?

Agora, eram "MULHERES"? Em protestos organizados por grupos comuno-feministas, lésbicas frequentemente levantam cartazes e bandeiras, arrogam-se legítimas representantes das "mulheres". Na foto que o "Estado de Minas" utiliza como referência ao protesto em São Paulo está a participação da "UJS" - "União da Juventude Socialista", braço do PCdoB (Partido Comunista do Brasil) (Cf imagem - o destaque em vermelho é meu). E a "professora" ouvida pelo jornal mineiro - Sara Azevedo - é presidente do PSOL em Minas Gerais. No ano passado, ela promoveu sua candidatura à Câmara Federal ladeada por dois abortistas - Luciana Genro e Jean Wyllys. Sara Azevedo apresentava-se: "Sou militante SOCIALISTA, FEMINISTA e LGBT" [...] - e, claro, entre as suas "propostas" para as "mulheres" estava a "legalização do aborto" (Cf. imagem - os destaques em vermelho são meus) [10].

Bom, com o anúncio de "MILHARES" onde não havia tantas "mulheres" assim, a imprensa cumpriu, nos eventos recentes, o seu papel na militância, na defesa de mais uma de suas bandeiras: além do gayzismo [11], o ABORTO - o ASSASSINATO DE CRIANÇAS INOCENTES.


III.

Pelo "direito" de ASSASSINAR CRIANÇAS INOCENTES, ABORTISTAS vandalizam Catedral da Sé (SP).


. Crime cometido no dia 30 de Outubro, em ato contra o PL. 5069-2013.

ANEXO.

Nota publicada no Facebook em 21 de Junho de 2015.

A "vadiagem" na imprensa mineira.
Bruno Braga.



A Marcha das Vadias reivindicou neste sábado a LEGALIZAÇÃO DO ABORTO. O grupo de feministas percorreu as ruas de Belo Horizonte pelo "direito" de ASSASSINAR CRIANÇAS INDEFESAS.

O jornal "O Tempo" noticiou: "CENTENAS de pessoas participaram da marcha" (Cf. imagem I). No entanto, nem mesmo as fotos mais generosas publicadas no site do jornal, ou aquelas tiradas de ângulos bem especiais para simularem a presença de uma "multidão", mostram as "CENTENAS" de pessoas unidas com as "vadias" pela mórbida "causa" de MATAR BEBÊS (Cf. [http://www.otempo.com.br/cidades/marcha-das-vadias-pede-legaliza%C3%A7%C3%A3o-do-aborto-em-ato-nas-ruas-de-bh-1.1057721]).

O "Estado de Minas" apontou que "mais de UMA CENTENA de pessoas" participaram da Marcha das Vadias (Cf. imagem II - [http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2015/06/20/interna_gerais,660330/marcha-das-vadias-pede-legalizacao-do-aborto-em-ato-em-bh.shtml]). Entre "CENTENAS" do jornal "O Tempo" e "mais de UMA CENTENA" do "Estado de Minas" há uma diferença significativa, e, no mínimo, uma dissonância grave entre os dois jornais mineiros na cobertura do mesmo evento.

Certo é que, tanto o jornal "O Tempo" quanto o "Estado de Minas", trataram a reivindicação do ABORTO como um protesto legítimo - no máximo, "polêmico" -, como se ASSASSINAR CRIANÇAS INOCENTES e INDEFESAS fosse uma coisa muito "normal". Pior, nenhum dos dois jornais noticiou a batucada e a gritaria das "vadias" em frente a um templo evangélico (Cf. imagem III). Fato que poderia ser caracterizado não só como uma simples "provocação", mas poderia confirmar a hipótese de um crime: "Ultraje a culto e impedimento ou perturbação de ato a ele relativo" - Art. 208, Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso".

Leitura recomendada.
BRAGA, Bruno. "'Vadias' vão marchar em BH pelo 'direito' de ASSASSINAR CRIANÇAS indefesas" [https://www.facebook.com/blogbbraga/posts/497040257111258].


REFERÊNCIAS.

[1]. "Bancada evangélica aprova PEC que dá à Igreja poder de questionar STF", 04 de Novembro de 2015 [http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/bancada-evang%C3%A9lica-aprova-pec-que-d%C3%A1-%C3%A0-igreja-poder-de-questionar-stf-1.1158776] (Reprodução de reportagem do portal "iG Brasília").

[2]. Idem.



[5]. Cf. [1].






[11]. Cf. "Imprensa militante: o sacrifício da informação em prol do gayzismo" [https://www.facebook.com/blogbbraga/photos/a.190586071090013.1073741828.184797238335563/549447915203825/?type=3&theater].

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