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Thursday, January 03, 2013

Vítima de experimentos sexuais suspeitos revela.



Entrevista de “Esther White” expõe pesquisa científica “má”. Parte I.

Autor. Brian Fitzpatrick.
Data da publicação. 11 de Outubro de 2010.
Tradução. Bruno Braga.


WASHINGTON – No dia 01 de Outubro o Governo Federal emitiu um notório pedido de desculpas pelos experimentos conduzidos na Guatemala entre 1946 e 1948. Sem o consentimento ou permissão delas, aproximadamente 700 pessoas foram infectadas com sífilis e gonorreia com o propósito de pesquisa científica. Por fim, os pacientes foram tratados com penicilina.

No entanto, durante o mesmo período, experiências ainda mais horrendas foram realizadas – incluindo o abuso sexual de centenas de bebês e crianças com até 2 meses de idade – não em um país distante da América Central, mas na Universidade de Indiana, instituição pública financiada pelos governos estadual e federal. Os pesquisadores nunca trataram as vítimas dessas pesquisas, e ninguém emitiu um pedido de desculpas.

A pesquisa do biólogo Alfred Kinsey sobre o comportamento sexual humano é celebrada agora como pesquisa pioneira, e Kinsey ficou conhecido como o pai da revolução sexual. Ele e o instituto que leva o seu nome foram amplamente aclamados pelos jornais e na comunidade acadêmica. O trabalho de Kinsey continua causando um impacto profundo nas leis e na cultura norte-americana até hoje.

A pesquisa de Kinsey é altamente polêmica por estar baseada – de forma desproporcional – em centenas de entrevistas com prisioneiros, criminosos sexuais, e prostitutas. Kinsey e seus colegas classificaram falsamente estas pessoas como cidadãos normais do período da Segunda Guerra Mundial, deixando sob suspeita a validade das suas descobertas. Porém, o mais infame – de fato criminoso – aspecto da pesquisa de Kinsey envolveu o que é revelado diretamente nas tabelas 30-34 do seu destacado livro de 1948, “O Comportamento Sexual do Homem”.

Estas tabelas registram o tempo necessário para a criança atingir o “orgasmo” e quantos orgasmos ela é capaz de atingir em um período de minutos ou horas. Centenas de garotos inocentes sofreram nas mãos de pedófilos para que esses dados pudessem ser compilados.

Kinsey produziu um segundo livro em 1953, “O Comportamento Sexual da Mulher”. Para recolher os dados para a pesquisa, Kinsey e seus pesquisadores permitiram que garotas inocentes fossem abusadas por pedófilos. Agora uma dessas vítimas – “Esther White” (pseudônimo) – está contando a sua história.

Durante anos o Instituto Kinsey negou consistentemente que Kinsey tivesse recrutado pedófilos para conduzir sua pesquisa ou que soubesse sobre o contínuo abuso de crianças. “Esther White” adiantou-se para nos dizer que não foi assim.

“Esther White” adulta.

WND. Como você se tornou objeto dos experimentos de Kinsey?
Esther White. Meu avô acertou toda esta coisa. Ele era a conexão. Ele foi para a Universidade de Indiana, estava recebendo lá o certificado de professor. Kinsey era um professor muito jovem e meu avô era um estudante muito velho, ele já tinha 3 filhos antes de ir para a Universidade.

Ele era muito amigável com Kinsey. Costumava ter uma foto com Kinsey, na parte inferior ele tinha escrito “Eu e Alphe”. É como Kinsey soletrou, A-L-P-H-E.

Meu tio se mudou para Bloomington por volta de 1948. Anos depois ele me contou que sua esposa estava socialmente envolvida com a Sra. Kinsey. Ele parecia muito orgulhoso desse fato, porque a Sra. Kinsey era socialmente eminente. Ele também me contou que achava Kinsey um sujeito “esquisito”.

Meu tio, avô, e meu pai foram se encontrar com Kinsey na Universidade no dia de Ação de Graças, em 1950. Toda a nossa família estava tendo um jantar de Ação de Graças lá. Outro tio parecia estar chateado com isso, e se recusou a ir. Ele disse que preferia ficar em casa com os sobrinhos e com as sobrinhas. Eu não fui, eles não me convidaram.

Eu acredito que isso foi quando eles fizeram o acordo para utilizar a informação que arranjaram antes do segundo livro de Kinsey, aquele sobre mulheres. No primeiro existem algumas estatísticas sobre garotinhas também, elas só não eram os destaques. Enquanto estava escrevendo o que tratava dos homens, eu acredito que ele já sabia que escreveria o livro sobre garotas.

WND. Quantos anos você tinha quando começou o abuso?
Esther White. Meu avô abusou de mim apenas uma vez, quando eu tinha 4 anos. Ele não fez isso novamente porque – acredito eu – não teve oportunidade.

Meu pai começou quando eu tinha 7 anos. Nasci em 1934, e tinha 7 anos quando isso começou, então era 1941. Meu pai fingiu que estava doente algumas vezes para poder ficar sozinho comigo em casa. Eu apenas fiz o que ele disse para eu fazer.

WND. Seu pai teria abusado de você se não tivesse se envolvido com Kinsey?
Esther White. Não sei. Meu avô o colocou nisso. Acho que o pessoal do Kinsey na Universidade de Indiana disse para o meu avô se envolver. Eles fizeram uma lavagem cerebral em todos os estudantes sobre como a pesquisa era importante, que o conhecimento era deus.

Meu tio estava envolvido nisso também. Ele molestou sua enteada e, óbvio, o racha na família foi horrível – a esposa se divorciou dele. Tudo foi mantido em silêncio. Eu não encontrei nada sobre isso até cinco anos atrás, quando a segunda esposa dele me contou. Mas este homem se tornou um cristão devoto e se arrependeu copiosamente. Ele percebeu que havia sido enganado por Kinsey, acredito.

Acho que meu pai se arrependeu também. Eu não poderia falar exatamente as palavras, porque ele teve um derrame. Mudei-me para sua casa, para cuidar dele e da minha mãe. Ele desabou a chorar uma vez. Acredito que tentava dizer que estava arrependido. Era um homem cristão quando morreu.

É como descascar uma cebola, existem muitas camadas.

WND. Seu pai molestou alguma outra criança?
Esther White. Não acredito que ele tenha molestado outras crianças. Não acho que minha mãe tenha dado oportunidade para ele.

WND. Você pode me dizer o que seu pai fez com você?
Esther White. Tudo. Eu me envergonho só de pensar nisso. Ele estimulava orgasmos em mim e os marcava com um cronômetro. Eu não gostava, tinha convulsões, mas ele não se importava. Disse que todas as garotinhas faziam isso com seus pais, e que elas só não comentavam.

Certa vez uma garotinha bateu à porta justamente no meio de uma sessão. Ela queria me chamar para brincar, e eu corri para fora. Foi a minha oportunidade para escapar, e eu a aproveitei, apesar do meu pai gritar para eu voltar. Essa foi a única vez que eu fugi.

 “Esther White” com 9 anos.

WND. Seu pai alguma vez a forçou a ter relações sexuais com ele?
Esther White. Ele não me forçou fisicamente. Não era violento, fez isso em nome do amor. Ele tinha a ideia doente de que eu queria sexo com ele. É como essas pessoas pensam. São homens arrogantes.

Eu provavelmente resisti o tempo todo, mas não me era permitido resistir. Eu disse não, mas ele não quis ouvir. Eu tive convulsões, mas ele não prestou qualquer atenção. Estava condenada ao silêncio. Não falei para a minha mãe porque não queria provocar um divórcio, este era o meu maior medo. Era horrível naquela época, ninguém se divorciava.

Eu humilhava meu pai em qualquer oportunidade que tinha. Ele estava furioso comigo o tempo todo. Quando tentava fazer com que eu me submetesse, então eu o humilhava dizendo não.

WND. Kinsey tinha ciência do que estava acontecendo com você?
Esther White. Kinsey ou seus parceiros sabiam. Em 1943, quando tinha 9 anos, eu encontrei uma folha de papel com quadros gravados, na qual meu pai marcava as coisas que estava fazendo comigo. Ele agarrou a folha para longe de mim e a colocou em um envelope pardo.

WND. Você pode descrever a folha de papel?
Esther White. Tinha a forma de pequenas caixas no canto esquerdo – embaixo - da página e uma lista de considerações descrevendo os atos sexuais. O formulário continha instruções sobre o que fazer. Era para treinar. Ele deveria marcar, tivesse ele feito ou não.

Uma das anotações incluía as palavras “orgasmo cronometrado”. Eu não sabia o que significava “orgasmo”. Então eu perguntei. Ele me explicou exatamente o que estava fazendo e o que era um orgasmo. Eu sabia que ele tinha um cronômetro na mão quando fazia isso, mas eu não compreendia o que ele estava fazendo. Eu era muito jovem, não entendia nada dessas coisas, eu estava fazendo apenas o que meu pai dizia para fazer. Ele alegou estar fazendo isso por amor.

WND. E isso foi feito com você em nome da ciência? Por pessoas que estavam conduzindo a pesquisa?
Esther White. Eu não sei ao certo se meu pai estava envolvido com as coisas de Kinsey no começo.

Em 1947 meu pai me deu uma cópia da pré-publicação do livro de Kinsey sobre o homem. Eu deveria ler e fazer a minha avaliação. Eu tinha 13 anos. Os abusos pararam porque minha mãe descobriu.

Meu pai disse que ajudou Kinsey a escrever o livro, e que ele modificaria a maneira como o mundo via a sexualidade. Ele queria que eu fizesse a revisão de dois parágrafos do livro. Não fiz. Quando eu o li ele me fez ficar doente. Percebi, então, o que eles estavam fazendo. Os gráficos estavam lá, eles marcavam o tempo dos orgasmos, e eu não queria nada que tivesse a ver com isso.

Eu não estava completamente consciente de Alfred Kinsey, era apenas o livro. Não queria qualquer parte disso, e eu o devolvi. O livro permaneceu na biblioteca do meu pai até a morte dele, e então eu o joguei fora. Ele era um grande fã de Freud, tinha três livros dele, e eu os joguei fora também.

WND. Você se encontrou com Kinsey?
Esther White. Eu fui entrevistada por ele. Ele e Pomeroy vieram até a casa do meu avô em Columbus, Ohio, no início dos anos 1940. Minha bisavó estava lá. Acho que ela devia saber que algo estava errado, porque ela me encarou de uma forma terrível.

Kinsey deveria vir para o almoço, mas houve uma tempestade de neve e eles se atrasaram. Minha bisavó preparou um grande almoço. Acredito que ela ficou chateada por causa do atraso, por isso eles não tiveram tempo para almoçar. Kinsey se embora porque dava uma palestra no estado de Ohio.

Kinsey me entrevistou, ele me fez algumas perguntas, coisas do tipo, se eu amava a minha família. Meu pai tinha me dito o que eu deveria responder, nós queríamos passar uma boa impressão. Eu descobri mais tarde que nós tínhamos que passar uma boa impressão porque estávamos sendo pagos por isso.

Quando Kinsey estava prestes a sair, meu avô disse, “E o cheque?” Kinsey respondeu, “Eu quase esqueci”, e eu o vi entregando um cheque para o meu avô. Kinsey disse, “Eu fiz a emissão para ambos porque não sabia quem iria receber o dinheiro”. Isso foi no inverno de 1943.

Eles tinham que fazer o gráfico primeiro, então foram pagos. O cheque era provavelmente de $6.000,00. Era um “6” e um monte de zeros depois dele. Pouco depois minha família comprou uma casa nova. O cheque foi suficiente para pagar dar de entrada na casa.  

WND. O Instituto Kinsey a acompanhou?
Esther White. De maneira nenhuma. Eles não se importavam comigo. Na verdade, nem meu pai. Ele não se importava com o que isto estava fazendo comigo. Ele pensava que tudo – por causa disso – deveria ser melhor, que eu seria uma pessoa melhor, com uma mente mais aberta.
   


Perturbador! Kinsey pagou meu pai para me estuprar.



Submetida a uma “pesquisa” nos anos 40 vem a público com detalhes horríveis sobre o abuso que sofreu do pai.


Autor. Brian Fitzpatrick.
Data da publicação. 17 de Outubro de 2010.
Tradução. Bruno Braga.




WASHINGTON – Uma vítima da “pesquisa” do sexologista Alfred Kinsey durante os anos 1940 faz um protesto perturbador: seu pai foi pago por Kinsey, considerado universalmente o “pai da revolução sexual”, para estuprá-la e relatar para ele as agressões.


Aproximadamente 70 anos depois de ser molestada – repetidas vezes – por seu próprio pai, “Esther White” (pseudônimo) fala com a esperança de levar o Congresso a investigar a polêmica pesquisa. “White” disse que estaria disposta a depor pessoalmente no Capitol Hill se a investigação resultar na abertura dos arquivos do Instituto Kinsey para um minucioso exame público.


“Ele estava me estimulando a ter orgasmos e marcando o tempo com um cronômetro”, contou “White” ao WND. “Eu não gostava, tinha convulsões, mas ele não se importava. Ele disse que todas as garotinhas faziam isso com os seus pais, e que elas só não comentavam”.


“White” tinha sete anos quando o pai começou a abusar dela.


“Não há dúvida de que Kinsey quebrou uma série de leis, que conspirou para violar leis e conduzir suas falsas pesquisas”, afirmou Matt Barber, professor de Direito e Reitor da Liberty University School of Law.


Os livros de Kinsey de 1948 e 1953 - a respeito do comportamento sexual humano - têm tabelas de informação sobre reações sexuais de crianças de até 2 meses de idade. Várias tabelas registram o tempo necessário para as crianças estarem estimuladas a alcançar o “orgasmo”, e outras registram quantos orgasmos a criança atinge em dados períodos de tempo.



Dados de “Esther White” teriam sido utilizados neste quadro do primeiro livro de Kinsey, apesar de o livro estar focado no comportamento sexual masculino.


“Kinsey não era um estudioso legítimo. Ele não era objetivo”, disse Janice Crouse, PhD, chefe do Beverly LaHaye Institute, “think tank” na “Concerned Women for America”. “Em vez disso ele buscou pessoas que poderiam produzir os resultados que ele queria... Ele estava muito interessado em mudar os costumes sexuais... Ele acreditava que qualquer ato sexual entre adultos conscientes, e mesmo entre crianças, era aceitável e até saudável”. Kinsey e seus pesquisadores foram amplamente reconhecidos por terem redefinido a moralidade sexual nos Estados Unidos.


“Esther White”.


“White” disse que Kinsey “seduziu” seu avô - que se tornou amigo pessoal dele durante os estudos na Universidade de Indiana - para participar da pesquisa, e que seu avô, em contrapartida, recrutou dois de seus filhos para molestarem as próprias filhas para Kinsey. Ela descreveu Kinsey como “insano”, “mau” e como um “Satã encarnado”.


“White” contou que seu pai e seu avô foram pagos por Kinsey, e que Kinsey estava ciente do que seu pai estava fazendo com ela. “White” recorda que seu pai filmou algumas daquelas sessões e enviou os vídeos para Kinsey. Ela também testemunhou Kinsey entregando um cheque para seu avô.


“Em 1943, quando tinha 9 anos”, “White” contou ao WND, “eu encontrei uma folha de papel com quadros gravados, na qual meu pai marcava as coisas que estava fazendo comigo. Ele agarrou a folha para longe de mim e a colocou em um envelope pardo”.


“Tinha a forma de pequenas caixas no canto esquerdo – embaixo - da página e uma lista de considerações descrevendo os atos sexuais. Ele deveria marcar, tivesse ele feito ou não”.


“Uma das anotações incluía as palavras ‘orgasmo cronometrado’. Eu não sabia o que significava ‘orgasmo’. Então eu perguntei, e ele me disse. Era por isso que ele estava usando um cronômetro”.


Dados de “Esther White” também teriam aparecido na tabela do livro de Kinsey sobre o comportamento sexual feminino, de 1953.     


“Meu pai filmou o que ele fez comigo. Eram vídeos caseiros, a câmera era uma daquelas manuais (“wind-up types”)... Acho que ele os enviou para Kinsey”.


“Kinsey me entrevistou, ele me fez algumas perguntas, coisas do tipo, se eu amava a minha família. Meu pai tinha me dito o que eu deveria responder, nós queríamos passar uma boa impressão. Eu descobri mais tarde que nós tínhamos que passar uma boa impressão porque estávamos sendo pagos por isso”.


 “Esther White” com 9 anos.


“Quando Kinsey estava prestes a sair, meu avô disse, “E o cheque?” Kinsey respondeu, “Eu quase esqueci”, e eu o vi entregando um cheque para o meu avô. Kinsey disse, “Eu fiz a emissão para ambos porque não sabia quem iria receber o dinheiro”. Isso foi no inverno de 1943.


Em 1981 a pesquisadora Judith Reisman, PhD, começou a levantar questões sobre como Kinsey coletou dados. Desde então a Universidade de Indiana – base do Instituto Kinsey para pesquisa sobre sexo, gênero e reprodução – tem negado continuamente que Kinsey recrutou molestadores de crianças para conduzir suas pesquisas.


“Kinsey não era um pedófilo de forma alguma. Ele não executou experimentos com crianças; ele não contratou, não colaborou ou persuadiu qualquer pessoa para executar experimentos com crianças”, de acordo com um documento de 1990, citado na seção “Alegações sobre os dados da infância no livro ‘Comportamento sexual do homem’, de 1948” do website de Kinsey [http://www.kinseyinstitute.org/about/controversy%202.htm].


“Kinsey nunca realizou experimentos sobre as reações sexuais de crianças ou empregou ou treinou qualquer pessoa para realizá-los”, escreveu o ex-diretor do Instituto, John Bancroft, MD, em um artigo de 2005, “O trabalho de Alfred Kinsey, 50 anos depois”, disponível no website do Instituto Kinsey [http://www.kinseyinstitute.org/publications/PDF/Intro%20to%20Female%20vol.pdf].


No entanto, pelo menos um dos diretores do Instituto Kinsey se afasta desta linha, de acordo com Barber. O sucessor de Kinsey, Paul Gebhard, PhD, assumiu a liderança do Instituto quando Kinsey morreu, e conduziu a organização de 1956 a 1982.


“O colega de Kinsey, Gebhard, reconheceu que eles estavam coordenando com diretores de creches, operadores, pais e avós dessas crianças, para obterem a tão falada pesquisa”, contou Barber ao WND. “Ele admitiu que estavam colaborando conscientemente com pessoas que molestavam crianças, e que estavam fazendo uso do fruto da árvore envenenada na pesquisa de Kinsey”.


“Há um ‘antes de Kinsey’ e um ‘depois de Kinsey’”, continua Barber, “Infelizmente vivemos em um mundo pós-Kinsey que, como cultura, tem sofrido tremendamente por causa dele... A Suprema Corte citou a pesquisa de Kinsey no processo ‘Romer, Lawrence Vs. Texas’ e em outras decisões que têm a ver com a orientação sexual. Estas decisões são fundamentadas em informações fraudulentas de Alfred Kinsey e de seus pervertidos”. A pesquisa de Kinsey tem sido utilizada para mudar a legislação sobre sexo ao redor do mundo.


Crouse contou ao WND que as pessoas hoje “pensam que ele é o guru da pesquisa, que conhece tudo sobre sexo. Apenas alguns acadêmicos compreendem como ele era fraudulento”.


“Ele tinha uma amostragem muito limitada, não seguia o procedimento acadêmico correto para obter amostras legítimas. Ele utilizou uma quantidade extraordinária de histórias pessoais sobre o comportamento sexual. Era um pseudo-cientista, uma fraude, embora seu trabalho ainda seja citado na academia”.


“O público não percebe que as pessoas avaliadas no estudo de Kinsey não eram normais em relação ao americano médio. Eram prostitutas, criminosos, os únicos dispostos a se envolverem em uma pesquisa nojenta como esta. Não era uma pesquisa legítima de maneira alguma. Este tem sido um dos maiores embustes perpetrados contra o povo americano na nossa história”.


“White” compara a pesquisa de Kinsey à pesquisa do governo norte-americano sobre sífilis na Guatemala, nos anos 1940, que provocou uma enxurrada de pedidos de desculpas da administração Obama no dia 01 de Outubro.


“Acredito que experimento feito com verba pública é um problema recorrente”, White conta ao WND. “Foi o que aconteceu com Kinsey. Experiência científica. Eles não se importam com as pessoas, o que interessa são as estatísticas. Eu era apenas uma estatística, assim como as pessoas da Guatemala”.


Reisman assinalou que o governo norte-americano se desculpou pelo que foi feito na Guatemala, “mas aquilo já havia acabado há muito tempo”.


“Isso tudo foi feito nos Estados Unidos e ainda está sendo utilizado para destruir nossas leis e a nossa moralidade”, ela disse. “Ele ainda é o pai da revolução sexual e de tudo o que flui dela. E a pobre ‘Esther’ se levanta e diz ‘E eu, e todas as pessoas com as quais foi feito isso?’”


Robert Knight, diretor de um documentário de 1995 – “As crianças da tabela 34” (tradução livre para “The Children of Table 34”) – que abordou a polêmica Kinsey, disse que o testemunho de “Esther” “arranha a superfície de um dos maiores e mais duradouros escândalos do século XX”.


“Milhões têm sido feridos pela falsa visão da sexualidade germinada de forma criminosa por Alfred Kinsey e seus associados”, disse Knight. “Se a história de ‘Esther’ e de outras vítimas fossem amplamente conhecidas, o castelo de Kinsey desabaria, levando com ele a educação sexual instituída, que é dedicada a estuprar a inocência das crianças, enchendo-as de preservativos e empurrando-as para uma clínica de aborto ou para um bar gay”.


Reisman observa que o perito responsável no processo que questiona a Proposição 8 (iniciativa) – pró-casamento tradicional – da Califórnia citou Kinsey.


“É como citar Mengele para perícia médica, e todo mundo simplesmente aceita isso”, disse Reisman. “O Instituto Kinsey publica um novo estudo sobre orgasmos de crianças e todo mundo simplesmente aceita isso. Sinto-me como se estivesse no ‘Alice no País das Maravilhas’”.


Knight disse que os pesquisadores de Kinsey “ajudaram e foram cúmplices de abusos de crianças”.


“As mãos deles estão sujas e precisam ser expostas”, disse Knight, atualmente escritor sênior do Coral Ridge Ministries. “É tão terrível que eles não podem admitir. É esmagador. Assim a farsa continua”.


Reisman contou ao WND que o Instituto Kinsey está com tanto medo de ser processado pelas vítimas das pesquisas de Kinsey que constantemente ameaça destruir os seus arquivos se for levado ao tribunal.





  

Wednesday, January 02, 2013

Comentário sobre o Papa e uma resposta.



Bruno Braga.


Faço a reprodução do comentário de Thiago Guarani-Kaiowá Martins – Item (I) - sobre o artigo de Drew Zahn, “Papa procura um grupo inter-religioso para combater o casamento gay” (texto por mim traduzido e publicado [aqui]). 

O Item (II) é a reprodução da resposta que redigi e publiquei para o comentário de Thiago Martins, candidato a vereador nas eleições de 2012, em Barbacena.

***

I. Comentário. Thiago Guarani-Kaiowá Martins.

24 de Dezembro de 2012. 20:58.
E muita falta de ter oque fazer!!! Pra minha pessoa oque ameaça o mundo era a fome,a guerra e não o casamento gay!!mais também né não e de se surpreender que um sujeito "banhado em ouro",tem a cara de pau de tentar falar em humildade se diz representante de um certo nazareno que pregava totalmente o contrario do que e feito hoje!!!tem que parar com a hipocrisia e se tornar cristão de fato !!!

24 de Dezembro de 2012. 21:56.

(*) Nota. Este link foi excluído – sem qualquer exposição de motivos ou referência sobre o responsável - da área na qual foi originalmente publicado (Grupo “Barbacena, quem se importa?” [http://www.facebook.com/groups/132634753466501/]). De qualquer maneira, trata-se de uma foto do Papa Bento XVI, então jovem Ratzinger, para a Juventude hitlerista. A imagem (Cf. Link indicado acima) ilustra o artigo de Luiz Mott – um dos expoentes do Movimento gayzista no Brasil -, que foi publicado no grupo LGBT “Entre nós”.


II. Resposta. Bruno Braga.  

Thiago,

O curioso é que, se você considera “muita falta de ter o que fazer” a preocupação do Papa com o casamento gay, os articuladores do movimento que propõe a união, por outro lado, não a consideram algo menor; pelo contrário, ela é apenas a porta de entrada para várias outras reformulações – culturais, jurídicas e educacionais. Um projeto de reengenharia social. Parece que você não pensou sobre as consequências de todas estas reformulações antes de desqualificar as considerações do Papa. Mapear estas consequências é o suficiente para perceber que não é só a “guerra” e a “fome” – como você inocentemente acredita - que repercutem sobre o mundo.

Conteste a argumentação do Papa. Porque recorrer ao “patrimônio” – ao “ouro” – à “humildade” – não alteram o conteúdo do discurso. Discuta O QUE o Papa disse.

Ademais, o propósito de associar o Papa ao Nazismo – com uma foto para a Juventude hitlerista – é totalmente descabido. Primeiro, sem entrar no mérito. Você despreza os efeitos do tempo – as diferenças e transformações – entre uma criança de 14 anos e um Sr. de 85. Isto é o equivalente de eu suspeitar dos seus bons modos de hoje porque, quando bebê, você fazia coco nas fraudas. Depois – já propriamente sobre a questão – você não considerou as circunstâncias da foto. Você sequer observou, Thiago, que a inscrição na Juventude hitlerista foi uma imposição do regime nazista aos jovens, e que os Seminários obrigatoriamente deveriam cumprir.

Atenciosamente,
Bruno Braga.

Barbacena, 27 de Dezembro de 2012.