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Saturday, January 12, 2013

Números gayzistas.


Bruno Braga.


No dia 10 de Janeiro (2013) a Folha de São Paulo publicou um levantamento realizado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB): 336 gays, lésbicas e travestis foram assassinados em 2012 – dado que significa 1 homicídio a cada 26 horas [1].

O propósito do Movimento Gayzista [2] é demonstrar que existe uma matança generalizada de homossexuais no país e, consequentemente, provar que o Brasil é um país “homofóbico”. A exposição dos dados – estabelecendo a relação homicídio/tempo – não é por acaso – é um formato que sensibiliza o público em geral, e também o leitor da reportagem. Mas, será que existe, realmente, este banho de sangue gay?

Seria prudente analisar os números do Grupo Gay da Bahia e os critérios adotados para a pesquisa. Mas, que se dê um crédito à organização: 336 gays, lésbicas e travestis foram assassinados em 2012. Acontece que, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2012), 45.308 pessoas foram assassinadas em 2011 [3]. Adotando a forma expositiva do GGB, o homicídio no Brasil produz 5 cadáveres por hora. Portanto, estabelecer o comparativo – 336/45.308 – é uma obscena falta do senso das proporções.

Ademais, qual foi a motivação dos assassinatos daqueles homossexuais? Foi uma motivação homofóbica, quer dizer, os homossexuais foram assassinados por pessoas perturbadas que têm ódio mortal contra os homossexuais? Quando a questão foi colocada para Dudu Michels, analista responsável pelo material gayzista, ele imediatamente respondeu: “quando o movimento negro, os índios, ou as feministas divulgam suas estatísticas, não se questiona se o motivo foi racismo ou machismo”. Bom, se a questão sobre a motivação dos crimes não é posta para outros movimentos e grupos, é um grave equívoco, porque a motivação é elemento caracterizador do preconceito e da discriminação. Mas, o erro com relação aos outros não desobriga o Sr. (ou Sra.) Michels, que deve sim responder sobre a motivação dos crimes contra homossexuais, para fundamentar o alarde contra a suposta homofobia. Um caso pode esclarecer a necessidade desta obrigação.

Em 2011 um ativista do Movimento Gay noticiou o seguinte: “O dia de hoje foi atípico. Sentimento de dor, perda, injustiça. Na noite de ontem, mais um jovem gay assassinado no Brasil. Dessa vez, em São João del-Rei/MG. Um jovem de 18 anos perde a vida de forma brutal e injusta. No velório amigos, família e comunidade. Um só discurso: foi injusto, queremos justiça”.

Este homicídio entraria automaticamente nas estatísticas do Grupo Gay da Bahia. Mas, qual foi a motivação do crime? Foi por ódio contra homossexuais? Homofobia? O próprio texto esclarece a dúvida:

“Até que a Polícia Civil investigue e conclua o inquérito o que se tem como certo é um jovem gay assassinado pelo próprio companheiro por não aceitar o término do relacionamento conturbado dos últimos meses” (o destaque é meu) [4].

Um homossexual assassinou outro homossexual. Quantos casos semelhantes a este compõem os dados apresentados pela militância Gayzista? A julgar pela experiência do delegado Marcelo Falcone – que trabalhou na Delegacia Especializada em Crimes Homofóbicos em João Pessoa – não são poucos. Ele observa que em muitos casos os autores dos homicídios são acompanhantes das vítimas: “Isto acontece muito entre os homossexuais do sexo masculino que contratam garotos de programa. Existe um preconceito muito grande porque esses rapazes não se sentem gays” [5]. Ou seja, são gays matando gays.

A propósito, em 2010, Marcelo Cerqueira – membro do Grupo Gay da Bahia – afirmou que a maioria dos crimes de ódio e assassinatos de homossexuais era promovida por garotos de programa [6].

O artigo da Folha de São Paulo ainda apresenta as considerações de um “especialista”. Luiz Mott - “decano” do Movimento Gayzista no Brasil [7] – assume a autoridade de um “antropólogo” e afirma: 99% dos homicídios listados pelo GGB – entidade da qual é presidente – é de natureza homofóbica. Porém, Luiz Mott acrescenta à “Homofobia” uma série de categorias – “individual”, “cultural”, e “institucional” –, ampliando de tal modo o seu significado, que qualquer violência praticada contra o homossexual, e qualquer sofrimento ou dor dele, torna-se “homofobia”. Um caso explícito de manipulação conceitual.

O “antropólogo” e líder gayzista observa que o número de casos deve ser ainda maior, porque muitos não são conhecidos. Mas, se os casos não são conhecidos, como ele pode dizer que existem mais? Ora, Luiz Mott tem o dom de transformar uma hipótese em realidade concreta.

Enfim, a pesquisa do Grupo Gay da Bahia é mais uma peça panfletária produzida pelo Movimento gayzista. Instrumento fraudulento de promoção política, mecanismo para reivindicar privilégios e realizar uma obscura engenharia social.      


Notas.


[2]. Observar a diferença entre o homossexual e o Movimento gayzista. Este último é a transformação da sexualidade em princípio de organização política e de promoção de engenharia social.

[3]. Cf. Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2012, Tabela 10, p. 28. [http://www2.forumseguranca.org.br/node/32131].

[4]. Cf. [http://carllosbem.blogspot.com.br/2011/07/perdemos-mais-um-jovem-gaye-podemos.html]. E o narrador ainda revela: “Pude ver um adolescente gay de 15 anos chorando copiosamente porque também está sendo ameaçado de morte pelo assassino que continua solto pelas ruas da cidade”.


[6]. Cf. Mix Brasil, 2005. [http://mixbrasil.uol.com.br/print/NjYzNjA].

[7]. Sobre Luiz Mott, Cf. BRAGA, Bruno. “A vanguarda gayzista” [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/05/vanguarda-gayzista-1.html]; “Os herdeiros de Kinsey” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/os-herdeiros-de-kinsey.html].

Friday, January 11, 2013

Secret History. "Kinsey's Paedophiles".


Bruno Braga.


O vídeo ao final do texto é o documentário produzido e dirigido por Tim Tate: “Kinsey’s Paedophiles” – “Os pedófilos de Kinsey” (tradução livre). Exibido no dia 10 de Agosto de 1998, na série de documentários “Secret History” do Channel 4 – TV britânica –, o filme traz à superfície o núcleo obscuro e criminoso das pesquisas de Alfred Kinsey sobre o comportamento sexual humano.

O “pai da revolução sexual” – e patrono do Movimento gayzista – utilizou diários de pedófilos para compor os dados de seus estudos. Entre eles o de “Green” – ou “Mr. Green” –, que continha registros sobre a violência contra as suas vítimas, o estupro de crianças. O documentário apresenta uma reconstituição dos encontros clandestinos entre Kinsey e sua fonte.

No entanto, “Green” não foi o único pedófilo que contribuiu com as pesquisas de Kinsey. Fritz von Balluseck, ex-oficial nazista na Segunda Guerra Mundial, passava para o pesquisador os relatos e dados dos crimes perversos que cometia. Em 1957, diante do tribunal, o Magistrado responsável questionou o pedófilo nazista: “Isto não é humano! Para que foi tudo isso? Para contar a Kinsey? Tive a impressão de que ‘teve’ [violentou] com as crianças a fim de impressionar Kinsey e entregar para ele o material”. Balluseck respondeu: “KINSEY PEDIU PARA EU FAZER ISSO” (o destaque é meu).

O documentário apresenta ainda o depoimento de “Esther White” [1], que quando criança foi uma das vítimas dos experimentos macabros de Kinsey. O pesquisador pagou o pai e o avô para estuprá-la. O pai cronometrava as reações sexuais da criança à violência, as registrava em um formulário, e então repassava os dados para Kinsey.

Em 1998, o diretor do Instituto Kinsey confessou - em uma conferência comemorativa dos 50 anos das pesquisas de Kinsey - que “rezava” para que o documentário “Kinsey’s Paedophiles” nunca fosse exibido nos Estados Unidos, porque o público não compreenderia a “ciência” utilizada nos trabalhos [2]. O vídeo abaixo mostra que tipo de “ciência” era esta, que é fonte e referência para a engenharia social praticada hoje no domínio do comportamento sexual [3].



Notas.

[1]. Sobre “Ester White”, sugiro a leitura dos artigos de Brian Fitzpatrick para o World Net Daily, que foram traduzidos e publicados aqui: “Perturbador! Kinsey pagou meu pai para me estuprar” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/perturbador-kinsey-pagou-meu-pai-para.html]; “Vítima de experimentos sexuais suspeitos revela” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/vitima-de-experimentos-sexuais.html]; III. “Como uma vítima de Kinsey vive com o trauma do abuso sexual” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/como-uma-vitima-de-kinsey-vive-com-o.html].

[2]. REISMAN, Judith. “Sexual anarchy: The Kinsey legacy”. [http://www.lifesitenews.com/news/sexual-anarchy-the-kinsey-legacy/].

[3]. BRAGA, Bruno. “Os herdeiros de Kinsey” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/os-herdeiros-de-kinsey.html].

Thursday, January 10, 2013

Ainda o "Comentário sobre o Papa".


Bruno Braga.


Na publicação “Comentário sobre o Papa e uma resposta” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/comentario-sobre-o-papa-e-uma-resposta.html] eu reproduzi o comentário de Thiago Guarani-Kaiowá Martins a respeito do artigo de Drew Zahn, “Papa procura um grupo inter-religioso para combater o casamento gay” – junto, apresentei a minha resposta.

Informei – por uma questão de honestidade intelectual - o ex-candidato a vereador em Barbacena (MG) sobre a publicação supracitada, para que, caso ele entendesse pertinente, fizesse as observações necessárias. Thiago Martins retornou uma mensagem, que eu reproduzo logo abaixo (I) - acompanhada de uma resposta (II).

***

(I) Thiago Guarani-Kaiowá Martins. Mensagem, 02 de Janeiro de 2012, 15:02.

A polemica e o alimento do imbecil,procure outro bobo para perder tempo em tentar argumentar com você,inte..;D


(II) Bruno Braga. Resposta.

Sr. Thiago Martins,

Primeiro, quando abriu um novo tópico, o Sr. deveria ter esclarecido para os membros do grupo “Barbacena, quem se importa?” AO QUE estava “respondendo”. Se por um lapso o Sr. se esqueceu, eu vou suprir a lacuna: o Sr. “responde” ao texto “Comentário sobre o Papa e uma resposta” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/comentario-sobre-o-papa-e-uma-resposta.html], que por honestidade intelectual eu previamente o informei da publicação no meu Blog.

Dito isso, observo o seguinte.

Não sou um entendido da Nutrição da espécie assinalada pelo Sr. No entanto, como, por súbita autoproclamação, está convicto de não pertencer a ela - e da sua grandeza observa a dieta adequada para estes pobres miseráveis -, eu, modestamente, preciso alertá-lo  para o risco de indigestão, ou mesmo, de diarreia. Porque, talvez por engano ou desatenção, Sr. Thiago, não percebeu que a “polêmica” – para o Sr. o manjar do “imbecil” – foi iniciada e “ingerida” pelo Sr. mesmo, com os comentários que redigiu.

De qualquer maneira, quando estiver disposto a discutir e debater seriamente os temas expostos, estarei à sua disposição.

Atenciosamente,
Bruno Braga.

Barbacena, 02 de Janeiro de 2013.    

Tuesday, January 08, 2013

Os herdeiros de Kinsey.

Bruno Braga.



Os três artigos do World Net Daily, que foram traduzidos e publicados aqui [1], expõem o fundo macabro das pesquisas de Alfred Kinsey sobre o comportamento sexual humano. O “pai da revolução sexual” - e patrono do Movimento gayzista [2] - não cometeu apenas graves equívocos de ordem metodológica, ele forjou dados de uma forma terrível e sinistra, através da violência sexual contra crianças.  

Uma das vítimas destes experimentos – “Esther White” (pseudônimo) – revelou que seu pai recebeu dinheiro de Kinsey para estuprá-la. Os abusos, conta ela, eram cronometrados e registrados, e o relatório, então, repassado para Kinsey e sua equipe comporem o que foi chamado de “pesquisa científica”. O trabalho era o selo da autoridade “acadêmica” – do suposto prestígio da “ciência” – necessário para justificar as reformulações legislativas e culturais referentes ao comportamento sexual. Um projeto de engenharia social pré-fabricado, que recebeu os louros e a glória do pioneirismo, apesar de ocultar fraudes monstruosas e crimes bárbaros.

A fraude e os crimes estavam por baixo do selo da “academia” e da “ciência”. Mas a publicidade e a propaganda também contribuíram para dar à pesquisa o disfarce da “modernidade” e do “progresso”, proclamando-a como “verdade sacrossanta”. Depois da publicação dos seus trabalhos, não demorou muito para que surgissem referências na cultura popular. O premiado filme “Kinsey” é um exemplo recente deste mecanismo de perpetuação da fraude: a película é claramente uma peça publicitária; apresenta uma narrativa romantizada da vida e do trabalho do pesquisador, sem trazer à superfície o seu núcleo criminoso [3].



O Brasil não está imune às influências das pseudo-pesquisas de Kinsey. O público – em geral desavisado – confia na “autoridade acadêmica e científica”, ou acaba induzido pela publicidade e pela propaganda de militantes e de intelectuais “modernos”. Alguns casos são ilustrativos.

Luiz Mott, o “decano” do Movimento Gayzista no Brasil, foi convidado do “Programa do Jô” em 2010. Ele foi recebido e louvado por Jô Soares por sua “maravilhosa” postura – pela “postura inteligente” e pela “postura do ESTUDIOSO” (o destaque é meu) [4]. Discursando como “pesquisador”, professor universitário – e se autoproclamando um “cientista social” -, Luiz Mott cantou as glórias da pesquisa de Kinsey para um público que – inocentemente – confiava na seriedade e na lisura do “famoso relatório”, da “maior pesquisa sexológica” (no vídeo abaixo aos 6 min. e 17 s.) [5].




Outro episódio recente sobre a influência das pesquisas de Kinsey no país aconteceu nas eleições de 2010. A ABGLT – Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros - ofereceu aos candidatos à Presidência da República, ao Senado Federal, e à Câmara dos Deputados, um termo de compromisso com a “cidadania LGBT”. O documento faz referência a um dos fundamentos teóricos do movimento: Alfred Kinsey. Entre os signatários dele está o líder gayzista, e hoje Deputado Federal, Jean Wyllys.
 

 Os grifos em vermelho são meus.

Estes episódios dão uma noção de como transformar uma fraude – ou um crime – em pesquisa dita “científica”. Com autoridade acadêmica – e a colaboração da propaganda, da publicidade, dos “Intelectuais” modernos e progressistas, da militância e dos “idiotas úteis” – ela se transforma em instrumento de “transformação”. Serve de fundamento para a reformulação das leis, das práticas pedagógicas e educacionais, do comportamento coletivo e individual, dos costumes e da cultura de uma forma geral. A fraude e os crimes de Alfred Kinsey – o pai da “revolução sexual” e patrono do Movimento Gayzista – compõem este ambicioso e macabro projeto de engenharia social.


Referências.

[1]. World Net Daily, Brian Fitzpatrick. “Perturbador! Kinsey pagou meu pai para me estuprar” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/perturbador-kinsey-pagou-meu-pai-para.html]; “Vítima de experimentos sexuais suspeitos revela” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/vitima-de-experimentos-sexuais.html]; “Como uma vítima de Kinsey vive com trauma do abuso sexual” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/como-uma-vitima-de-kinsey-vive-com-o.html].

[2]. Nunca é demais fazer a distinção – para evitar qualquer mal-entendido – entre o homossexual e o Movimento gayzista. Este último é a transformação da sexualidade em princípio de organização política e de promoção de engenharia social.   

[3]. “Kinsey, let’s talk about sex”. Dir. Bill Condon, 2004. Filme que tem Francis Ford Coppola como produtor executivo e Liam Nielson representando o protagonista.  

[4]. Programa do Jô, 24 de Abril de 2010 [http://www.youtube.com/watch?v=Iui5g-f5nBw] (Parte 04).

[5]. Curiosidade. Na parte 04 da entrevista – Cf. [4] – Luiz Mott chama o Papa Bento XVI de “Inquisidor-mor”. Em um momento excepcional de lucidez, Jô Soares o corrige e dirime a polêmica sobre o alistamento do jovem Ratzinger na Juventude hitlerista. O apresentador esclarece que a inscrição dos jovens havia sido uma imposição do regime nazista. Porém, aquela polêmica foi desonestamente disseminada pelo próprio Luiz Mott, que no “Programa do Jô” reconheceu publicamente o que chamou de “alistamento compulsório”. Apesar disso, o Sr. Thiago Martins – candidato a vereador em Barbacena na eleição de 2012 – reproduziu as acusações do “decano gayzista” contra o Sumo Pontífice em um comentário recente sobre o artigo “Papa procura um grupo inter-religioso para combater o casamento gay” (Cf. “Comentário sobre o Papa e uma resposta” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/comentario-sobre-o-papa-e-uma-resposta.html]).


Sugestões de Leitura.

WORLD NET DAILY, Brian Fitzpatrick. Trad. Bruno Braga. “Perturbador! Kinsey pagou meu pai para me estuprar” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/perturbador-kinsey-pagou-meu-pai-para.html]; “Vítima de experimentos sexuais suspeitos revela” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/vitima-de-experimentos-sexuais.html]; “Como uma vítima de Kinsey vive com o trauma do abuso sexual” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/como-uma-vitima-de-kinsey-vive-com-o.html].

BRAGA, Bruno. Artigos sobre o Movimento Gayzista.

(*) Na leitura dos textos é preciso observar a diferença entre o homossexual e o Movimento gayzista. Este último é a transformação da sexualidade em princípio de organização política e de engenharia social.

A vanguarda gayzista.
Artigo sobre Luiz Mott, um dos expoentes do Movimento gay no Brasil.

As novas metas do gayzismo.
Sobre o IX Seminário LGBT, realizado na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. No evento a militância gayzista apresentou suas novas metas. Entre elas, acabar com o limite de idade para o “kit gay”; atacar a religião; e, se preciso for, pegar em armas para promover a “revolução colorida”.

As missionárias gayzistas.
Sobre as “Irmãs da perpétua indulgência” (“Sisters of perpetual indulgence”). Integrantes do grupo entraram em uma Igreja Católica em São Francisco, nos Estados Unidos, e constrangeram o Arcebispo, com trajes satirizando a religião, a ofertar-lhes a comunhão.

Família do “Novo Milênio”?
Artigo que utiliza um contra-exemplo para demonstrar os equívocos – e as suas desastrosas consequências – da decisão do STF que reconhece a união homoafetiva como “entidade familiar”.

Revolução “colorida”.
A “ideologia gayzista” como um dos braços do Movimento revolucionário. Agentes empenhados – como Jean Wyllys – na promoção de projetos de reengenharia social, concessão de privilégios e concentração de poder.

Quem se lembra do velho Clô?
Clodovil – o “velho Clô” – foi um dos homessexuais que não aderiu à “causa”. Ele criticou a Parada gay, reconheceu a importância da família e assumiu, acreditava em Deus. Pecados mortais para o Movimento gay, que impiedosamente o condenou ao som de vaias, lançando-o nas sombras do esquecimento.

Eles falam em nome de quem?
Pesquisas comprovam, os brasileiros são conservadores. Eles são contra as propostas revolucionárias, principalmente quando elas versam sobre o aborto, a união civil homossexual, a discriminalização das drogas e a proibição do comércio de armas.

Friday, January 04, 2013

Como uma vítima de Kinsey vive com o trauma do abuso sexual.



Entrevista de “Esther White” expõe pesquisa científica “má”. Parte II.

Autor. Brian Fitzpatrick.
Data da publicação. 18 de Outubro de 2010.
Tradução. Bruno Braga.

 “Esther White” adulta.

WND. Como o abuso sexual a afetou emocionalmente?
Esther White. Acho que o que mais me incomodou durante a vida foi o fato de ter sido usada. Eu fui um experimento. Eu não queria ser usada por ninguém. É desumano.

Ao longo dos anos – quando adolescente, eu estava totalmente, sabe, decidida pela abstinência até o casamento. O que eu fiz foi sepultar tudo isso. Quando minha mãe descobriu ela disse, “Nós não vamos falar sobre isso novamente”. E nós não falamos. Ela me perguntou várias vezes se o meu pai ainda tentava me molestar. Naquela época eu não sabia, mas teria havido um divórcio. Naquele tempo o divórcio teria sido uma coisa terrível, porque Deus odeia o divórcio.

Foi muito forte quando minha mãe nos pegou no ato. Ela nos surpreendeu. Ficou indignada, e minha mãe era uma mulher calma. Ela me mandou para fora da casa. Eu não sei o que aconteceu dentro daquele quarto, mas estou certa de que não foi agradável. Depois de aproximadamente uma hora ela saiu e me disse que o que o meu pai tinha feito era contra a lei, e que ela tinha o direito de chamar a polícia e colocá-lo na cadeia. Mas minha mãe tinha medo do que isso faria comigo, vindo a polícia para pegá-lo. Eu tinha os meus amigos de infância em volta.

Minha mãe me perguntou se deveria entregá-lo ou não. Em uma fração de segundos eu tinha que decidir se mandava o meu pai para a cadeia. Eu não entendi completamente. Hoje eu o teria mandado para a cadeia, mas escolhi não fazer na época. Então ele se foi, minha mãe o expulsou.

Eles venderam aquela casa. Nós nos mudamos para outra cidade, onde eu tive uma tia maravilhosa, tio, primos, e tudo mais. No final minha mãe acabou o recebendo de volta, porque ele chorou – eu não sei de tudo. Meu pai implorou para voltar e (prometeu) que nunca faria aquilo novamente. Ela o observava como um falcão. Não foi um momento agradável, mas ele pediu perdão para ela.

Ele tentou me molestar novamente, mas eu era forte o suficiente, e percebi como era terrível. Eu ameacei contar para minha mãe, eu a tinha para me apoiar. Ele continuou durante toda a vida. É por isso que eu acho que os molestadores de crianças devem estar na prisão. Eles nunca estão curados. Mas eu ameacei contar para minha mãe, e ele desistiu.

Meu pai tentou dormir comigo até depois que eu já estava casada. Ser um molestador de criança é algo da mente terrível. Alguém que quer dormir com uma criança é doente, e eles precisam ser confinados em um hospital pelo o resto de suas vidas. Talvez em um local de refúgio, ou algo assim, onde não possam machucar crianças.

Meu pai não tentou me molestar muitas vezes, só de vez em quando. Ele sugeria a relação sexual, ele não me molestada, para ver se eu estava disposta. Ele pensava que isso era amor. Mentalmente ele confundia sexo e amor.

Isso teve efeito sobre mim ao longo da vida. Eu enterrei o quanto pude, porque sabia que era uma coisa má. Deus perdoa se pedirmos, mas ainda há vergonha. Não quero que minha família fique envergonhada. Eles sabem, mas eu disse para eles que não precisávamos falar mais sobre isso.

Eu ocultei isso por muito tempo, até os 55 anos. Foi muito forte quando finalmente tive que contar para o meu marido. Ele suspeitou durante muito tempo. Eu necessitava do suporte da oração, e grupos de oração para mulheres me ajudaram a passar por isso.

WND. Como isso afetou os seus relacionamentos com homens?
Esther White. Eu controlei o que aconteceu. Eu namorei. Meus namoros foram normais, mas eles sabiam que era melhor não tentar nada. Não sei como eu indicava isso, mas eu fazia. Eu era cristã, e talvez por isso eles não tentavam. Naquela época as coisas eram diferentes. Ninguém estava fazendo sexo naquele tempo, todos eram abstinentes. Eram os anos 1950. A revolução sexual começou quando os livros de Kinsey – 1948 e 1953 – foram lançados, e apenas algumas poucas pessoas conheciam os livros naquela época, gente nas universidades ou pessoas que estavam interessadas neste tipo de coisa.

Felizmente eu me casei com um homem que foi um marido maravilhoso, mas ele acabou com uma esposa muito fria. Apesar disso ele era muito compreensivo. Eu posso entender porque muitos casamentos com mulheres que foram molestadas quando criança são instáveis. Meu marido morreu há 14 anos.

WND. Como você passou por isso durante todos esses anos?
Esther White. Meu pai teve um derrame em 1989. E eu acabei cuidando dele por dois anos. Eu mudei para a casa do meu pai para cuidar dele e da minha mãe, e comecei a frequentar a “Calvary Chapel” (“Capela do Calvário”, em tradução livre). Eu contei a um dos pastores. Ele ficou boquiaberto, e sugeriu que eu me envolvesse com os estudos bíblicos nas manhãs de sexta. Estou participando deles desde então.

Eu trabalhei com isso enquanto cuidava do meu pai, foi quando eu contei para os meus filhos e para o meu marido. Ele não sabia até então, e disse: “Eu não sei como você pode cuidar do seu pai assim”.

No estudo bíblico da última semana nos pediram para falar sobre nosso primeiro encontro com Deus. Eu não pude contar para ninguém. Escrevi no meu caderno, mas não contei para ninguém.

 “Esther White” com 9 anos.

Tornei-me cristã. Durante este tempo o meu pai me estuprou. Foi no período do inverno, num carro fora de uma deserta estrada congelada. Eu estava deitada de costas. Estava congestionada e não podia respirar. Estava chorando tanto que mal podia respirar, pensei que estava morrendo. Ele estava se divertindo tanto que não conseguia entender porque eu não estava.

Eu olhei pela janela e via uma lua deslumbrante e estrelas de inverno brilhantes. Então pensei, “Há um Deus” e “Deus me ajude”. E ele me ajudou. Eu sobrevivi a isso, e acho que este foi o meu primeiro encontro com o santo Deus. O Senhor apenas tocou o meu ombro. Quando eu precisei ele estava lá. Mesmo depois, eu não compreendi completamente o Cristianismo, mas eu sabia que Ele estava lá quando eu precisava dele.

Sou muito ativa na minha igreja – “Calvary Chapel” – e os guerreiras da oração lá estiveram, orando por mim durante 20 anos. O Senhor realmente me amadureceu com os anos. Eu sabia que o Senhor podia fazer qualquer coisa, Ele poderia me fazer passar por tudo isso mantendo a minha sanidade. Eu sou agradecida ao Senhor pela sua graça e misericórdia.

WND. Como você se sente agora sobre Kinsey e sobre seu pai?
Esther White. Eu estou furiosa pelo que essas pessoas fizeram para a minha família. Eu vejo que Kinsey causou os problemas na minha família. Eu acredito que eles não teriam sido envolvidos a menos que algum louco tivesse pensado em algo assim e os tivesse seduzido com um trabalho educacional glamouroso. Meu avô amava ser professor. Nada disso tinha a ver com a educação que ele amava.

WND. Por que você decidiu contar o que fizeram com você?
Esther White. Eu vi Judith Reisman no “Focus on the Family” promovendo o vídeo de Robert Knight chamado “As crianças da tabela 34” (“The Children da tabela 34”), e eu percebi, “Meu Deus, eles estão me procurando”. Até então eu não era ninguém, escondendo todas essas coisas dentro de mim. Isso me ajudou a curar.

Eu me apresentei a Reisman na conferência nacional “Concerned Women for America”. Ela não sabia quem eu era, e estava muito cética. Ela me examinou, queria provas. Eu enviei para ela uma cópia do certificado de ensino do meu avô – da Universidade de Indiana – e ela fez uma série de pesquisas para me examinar. Então fomos até o “Family Research Council” e nos encontramos com Bob Knight.

Eu realmente queria que o governo investigasse o Instituto Kinsey pelo que fizeram e pelo que eles provavelmente estão fazendo agora. Eu acho que o Instituto Kinsey tem arquivos que precisam ser abertos pelo governo.

Uma vez eu vi uma foto dos arquivos que eles tinham. Eles estavam se vangloriando de ter todos os arquivos dos experimentos com crianças como eu. Acredito que existem filmes lá. Meu pai filmou o que ele fez comigo. Eram vídeos caseiros. A câmera era uma daquelas manuais (“wind-up types”).

WND. Seu pai chegou a lhe mostrar os filmes das sessões dele com você?
Esther White. Não, acho que ele os enviou para Kinsey.

WND. Na esteira do “mea culpa” do dia 01 de Outubro – sobre a Guatemala – você acha que alguém deve um pedido de desculpas pelo que fizeram a você e aos outros que foram submetidos a estes experimentos?
Esther White. Você notou que era sexta-feira quando eles deixaram isso de fora? A cronometragem foi perfeita, isso foi enterrado.

Eu não preciso de desculpa. Tudo o que eu preciso é que o governo vá e prove o fato de que Kinsey está na essência do “Planned Parenthood”, do SIECUS (conselho de informação e educação sexual), e do que estão ensinando sobre homossexualidade nas nossas escolas. Eu sei o que eles estão fazendo, tentando provar que as crianças são sexuais desde o nascimento. Eles têm contaminado nossas escolas desde que o meu avô lecionou na “Central High School”, em Columbus, Ohio.

Nós também temos um sistema de saúde corrupto, e isso foi feito em nome da ciência. O CDC (“Centers ofr Disease Control and Prevention”) é parte do que eles fizeram na Guatemala, eles não se preocupam com aquelas pessoas.

Tenho palpitações quando deixo escapar estas coisas, mas eu quero fazer a diferença, de alguma forma, com relação ao que estão ensinando para as nossas crianças na escola. Então nós poderemos tirar esta doutrinação homossexual das escolas. Eles estão tentando recrutar para o estilo de vida homossexual. Eles não podem ter filhos, então têm que doutrinar os nossos pequenos.

Espero que haja algum tipo de conversa com organizações que ensinam a abstinência. Nosso governo não vai fazer isso, mas uma organização que está comprometida com o ensino da abstinência. Eu trabalhei com uma organização deste tipo, eles estão fazendo um grande trabalho nos colégios aqui em Anaheim. 63% das crianças que tem aula com eles diz que se torna abstinente depois de deixar o curso. Mas, há dez anos, eles perderam o financiamento.

Se ensinássemos a abstinência não teríamos que lidar muito com o aborto. A quantidade de abortos seria 75% menor que a de hoje. Nosso sistema educacional foi colocado de cabeça para baixo pelo maligno. Acho que Kinsey era o Satã encarnado.

WND. O que você achou do retrato de Kinsey no filme recente com Liam Neeson?
Esther White. Eu não vi o filme. Em primeiro lugar, acho que foi terrível eles fazerem isso. Kinsey foi muito simpático quando me entrevistou, porque eu era apenas uma garotinha. Mas eu não tinha ideia do que ele estava pensando naquela época. Era insano, era mau.

Acredito que experimento feito com verba pública é um problema recorrente. Foi o que aconteceu com Kinsey. Experiência científica. Eles não se importam com as pessoas, o que interessa são as estatísticas. Eu era apenas uma estatística, assim como as pessoas da Guatemala.

Precisamos fazer os pais perceberem que a abstinência funciona. A “Planned Parenthood” tem feito uma lavagem cerebral nas duas últimas gerações de pais com o contrário, mas ela funciona. Eu era abstinente, e tive um casamento maravilhoso.


Nota.
Leia a primeira parte da entrevista com “Esther White” - “Vítima de experimentos sexuais suspeitos revela” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/vitima-de-experimentos-sexuais.html] – e a reportagem “Perturbador! Meu pai pagou Kinsey para me estuprar" [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/perturbador-kinsey-pagou-meu-pai-para.html].