Friday, January 11, 2013

Secret History. "Kinsey's Paedophiles".


Bruno Braga.


O vídeo ao final do texto é o documentário produzido e dirigido por Tim Tate: “Kinsey’s Paedophiles” – “Os pedófilos de Kinsey” (tradução livre). Exibido no dia 10 de Agosto de 1998, na série de documentários “Secret History” do Channel 4 – TV britânica –, o filme traz à superfície o núcleo obscuro e criminoso das pesquisas de Alfred Kinsey sobre o comportamento sexual humano.

O “pai da revolução sexual” – e patrono do Movimento gayzista – utilizou diários de pedófilos para compor os dados de seus estudos. Entre eles o de “Green” – ou “Mr. Green” –, que continha registros sobre a violência contra as suas vítimas, o estupro de crianças. O documentário apresenta uma reconstituição dos encontros clandestinos entre Kinsey e sua fonte.

No entanto, “Green” não foi o único pedófilo que contribuiu com as pesquisas de Kinsey. Fritz von Balluseck, ex-oficial nazista na Segunda Guerra Mundial, passava para o pesquisador os relatos e dados dos crimes perversos que cometia. Em 1957, diante do tribunal, o Magistrado responsável questionou o pedófilo nazista: “Isto não é humano! Para que foi tudo isso? Para contar a Kinsey? Tive a impressão de que ‘teve’ [violentou] com as crianças a fim de impressionar Kinsey e entregar para ele o material”. Balluseck respondeu: “KINSEY PEDIU PARA EU FAZER ISSO” (o destaque é meu).

O documentário apresenta ainda o depoimento de “Esther White” [1], que quando criança foi uma das vítimas dos experimentos macabros de Kinsey. O pesquisador pagou o pai e o avô para estuprá-la. O pai cronometrava as reações sexuais da criança à violência, as registrava em um formulário, e então repassava os dados para Kinsey.

Em 1998, o diretor do Instituto Kinsey confessou - em uma conferência comemorativa dos 50 anos das pesquisas de Kinsey - que “rezava” para que o documentário “Kinsey’s Paedophiles” nunca fosse exibido nos Estados Unidos, porque o público não compreenderia a “ciência” utilizada nos trabalhos [2]. O vídeo abaixo mostra que tipo de “ciência” era esta, que é fonte e referência para a engenharia social praticada hoje no domínio do comportamento sexual [3].



Notas.

[1]. Sobre “Ester White”, sugiro a leitura dos artigos de Brian Fitzpatrick para o World Net Daily, que foram traduzidos e publicados aqui: “Perturbador! Kinsey pagou meu pai para me estuprar” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/perturbador-kinsey-pagou-meu-pai-para.html]; “Vítima de experimentos sexuais suspeitos revela” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/vitima-de-experimentos-sexuais.html]; III. “Como uma vítima de Kinsey vive com o trauma do abuso sexual” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/como-uma-vitima-de-kinsey-vive-com-o.html].

[2]. REISMAN, Judith. “Sexual anarchy: The Kinsey legacy”. [http://www.lifesitenews.com/news/sexual-anarchy-the-kinsey-legacy/].

[3]. BRAGA, Bruno. “Os herdeiros de Kinsey” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/os-herdeiros-de-kinsey.html].

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