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Tuesday, April 14, 2020

O que esse padre tem no coração?


Bruno Braga.

“O que esse padre tem na cabeça?” Não. Não é essa a pergunta que deve ser feita, mas sim “o que ele tem no coração?” Um sacerdote que possa dignamente ser chamado “padre” no mínimo fica sensibilizado com a situação desencadeada pelo vírus chinês. Eu mesmo vi alguns, não só terem a voz embargada, mas verterem lágrimas por celebrarem a Santa Missa com as portas fechadas, sem a presença dos fiéis.
Contudo, José Antônio se regozija. Para ele, “é o momento” de mudar. Não vou comentar em detalhes o texto, que está no site oficial da Arquidiocese de Mariana (!) com o título “É preciso sair com o Santíssimo nas ruas?” [1]. Cito e destaco certos trechos para que o leitor possa constatar a aberração, e depois faço algumas considerações:

“Ante o surto do COVID-19, de todos os lados nos chegam pedidos no sentido de que os padres andem ou façam carreatas com o Santíssimo pelas ruas” [...]
“Em uma das suas catequeses aos discípulos, Jesus afirma: ‘Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, ali ESTOU EU no meio deles’ (Mt. 18, 20) Seria uma presença menos real? Menos importante? Menos eficaz?” [...]
“Ele está na Palavra que é proclamada e ouvida. Ele é a Palavra”. [...]
“Ele está presente na (o) irmã (o) que encontramos”. [...]
“Será que poderíamos dizer que essa presença dele não é real? Que argumento teológico ou bíblico poderíamos usar para dizer que A PRESENÇA DE JESUS CRISTO, NA HÓSTIA CONSAGRADA, É MAIS IMPORTANTE, MAIS REAL, MAIS PODEROSA DO QUE SUA PRESENÇA NA PESSOA, NA PALAVRA, NUM GRUPO QUE SE REÚNE NA FÉ EM NOME DELE?“ [...]
“É o momento de ABANDONAR O COSTUME DE IDENTIFICAR A EUCARISTIA COM O OBJETO, A HÓSTIA”. [...] “É o momento de DEIXAR DE OLHAR PARA A HÓSTIA COMO ALGO MÁGICO, QUE CURA TUDO” [...] “Em vez de colocar a Hóstia num ostensório dourado, distante de todos, vamos recordar que Jesus escolheu os lugares mais pobres e simples, para nascer, viver e morrer. É HORA DE RESGATAR A SIMPLICIDADE DE JESUS E DA IGREJA PRIMITIVA”.

Uma pessoa com quem conversei a respeito desse texto comentou: “não dá para entender”. Disse a ela que, sim, talvez fosse possível entender, perguntando, “não o que esse padre tem na cabeça”, mas “o que ele tem no coração”.
Eu mesmo denunciei José Antônio inúmeras vezes. O “apostolado” da Teologia da Libertação [2] e suas falsificações [3]. A militância política delinquente [4], chegando inclusive a confessar que é “comunista” [5]. A idolatria ao bandido Lula [6]. As horríveis ofensas proferidas contra a Santíssima Virgem Maria [7].
Porém, o drama que a Santa Igreja Católica nunca viveu em toda a sua história de dois mil anos, o de ter suas portas fechadas por causa de um vírus disseminado pelo mundo – e sob a responsabilidade de um regime tirânico fundado na ideologia que o próprio José Antônio professa - não atenuou em nada a obsessão do padre por “mudanças”. Para ele, o momento de fraqueza e debilidade é o momento oportuno. É uma obsessão perversa. Com uma conduta reiterada e uma obstinação que não se comove nem mesmo com a privação da Sacratíssima Eucaristia, é inevitável perguntar: a quem serve o sacerdócio de José Antônio? À Santa Igreja de Cristo, ou ao seu adversário?
Conto, por fim, uma daquelas “coincidências” da vida. Na Quarta-feira de Cinzas deste ano, poucos dias antes das igrejas serem fechadas, duas mulheres conversavam na minha frente, enquanto aguardávamos na fila para receber a marca da cruz. Uma delas olhou para as pessoas que se dirigiam à Capela do Santíssimo e disse para a outra: “uma vez o padre José Antônio chamou a minha atenção, ‘você já não Comungou?, para quê vai à Capela?, não precisa disso’”. Ali, uma olhou para a outra, e as duas mulheres concordaram. O conselho do padre, do mesmo José Antônio que não vê necessidade de percorrer as ruas com o Santíssimo para enfrentar a peste, tinha enfraquecido a reverência para com a Sacratíssima Eucaristia, para com o próprio Cristo. Fez com que se abandonasse o momento de ação de graças e de oração. Em que medida também não afetou a fé das duas mulheres? Era o dia em que somos chamados: “convertei-vos e crede no Evangelho”. Depois, as portas da igreja foram fechadas.  
REFERÊNCIAS.

Thursday, April 09, 2020

A tensão Bolsonaro-Mandetta e a reação da Maçonaria.


Bruno Braga.
Notas publicadas no Facebook.

I.
A tensão entre o Bolsonaro e o seu Ministro da Saúde – Luiz Henrique Mandetta – pode estar criando um novo conflito: entre o Presidente da República e a Maçonaria. É o que informa a página “AGROemDIA” (cf. imagem) [1].
O “AGROemDIA” é – nas palavras de apresentação do portal mesmo – “um site jornalístico especializado no agronegócio, cooperativismo e meio ambiente. É produzido em Brasília por uma equipe de jornalistas com longa experiência na cobertura dessas áreas” [2]. Com o conteúdo focado no “agronegócio”, “cooperativismo” e “meio ambiente”, é “curioso” que, não só publique e coloque na capa uma matéria sobre a “tensão” entre Bolsonaro e Mandetta, mas que o faça em clara ameaça ao Presidente da República: “Maçonaria não abandona os seus ao relento. Mandetta é um deles” (cf. imagem).
O portal dedicado ao agronegócio (será também porta-voz da Maçonaria?) é ainda mais incisivo: “Esse cenário belicoso DESAGRADA À MAÇONARIA” [...] “A Maçonaria REPROVA em silêncio o comportamento de Bolsonaro. Reservadamente, alguns maçons dizem não enxergar com bons olhos a execração pública à qual Bolsonaro está submetendo o IRMÃO Mandetta. Muitos acham que isso PODE ACENTUAR A PERDA DE APOIO DO PRESIDENTE ENTRE A IRMANDADE” [...] “A MAÇONARIA NÃO ABANDONA OS SEUS AO RELENTO. MANDETTA É UM DELES. CERTAMENTE O PRESIDENTE BOLSONARO SABE DISSO. / Que assim seja” [3].
O tom é de “recado dado”. Se nesse estado de tensão, em que o Presidente da República precisa decidir considerando uma série de fatores, entre a saúde da população e a economia, inclusive o agronegócio, a Maçonaria – a contar pelo AGROemDIA – parece acrescentar mais um em forma de coação: os seus “caprichos”, sob o manto da conhecida autoproteção mafiosa da seita, colocando ainda mais em risco o futuro do Brasil.
II.
Luiz Henrique Mandetta. Ministro da Saúde e deputado federal (DEM) é maçom ativo e regular da ARLS [Augusta e Respeitável Loja Simbólica] Raul Sans de Matos, ligada à Grande Loja Maçônica do Estado de Mato Grosso do Sul [GLMS], em Campo Grande (MS).
Mandetta foi membro ativo da Associação de Médicos Maçons (AMEM). Em 2017, a revista da AMEM destacou o protagonismo do então deputado federal, e agora Ministro da Saúde, na formação da Frente Parlamentar de Médicos, e com a participação ativa da própria Associação de Médicos Maçons (cf. imagem).
Uma questão seríssima: como é possível aceitar que uma seita de caráter eminentemente secreto influencie questões públicas, beneficiando-se (mesmo que indiretamente) dos recursos do contribuinte, sem que o próprio contribuinte tenha acesso às suas discussões e decisões internas? A Maçonaria, conhecida por sua autoproteção mafiosa, a instrumentalização de posições de poder com a distribuição de benefícios e privilégios entre os “irmãos”.  
III.
Uma “curiosidade”. Em 2018, já com o anúncio de que seria Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta palestrou no I Congresso Internacional Brasil Paraguai de Médicos Maçons, realizado em São Paulo, para falar da “Frente Parlamentar da Medicina”, criada com o seu protagonismo enquanto deputado federal (cf. imagem) [4].
Mas, no mesmo dia da apresentação de Mandetta, também palestrou o Monsenhor Boanerges Waldemar Bueno, falando sobre “A Igreja e a Maçonaria – Mitos e Verdades”. Desperta a atenção ver o tema em um evento para médicos maçons. Seja como for, o Monsenhor - e “irmão” maçom! – Boanerges não pertence à Santa Igreja Católica, não está em comunhão com Roma, e sim vinculado a uma tal Igreja “Católica” Carismática.
Trata-se de mais uma forma de promover a confusão. Pregar para o público e para os próprios católicos a existência de um “catolicismo” – inventar um! – que seja “compatível” com a Santa Igreja. Semelhante ao evento que aconteceu recentemente, promovido pelo Grande Oriente do Brasil, Grande Oriente do Distrito Federal e Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB), com o padre jesuíta espanhol José A. Ferrer Benimeli [5]. É a traição contra a Esposa de Cristo para servir ao pai da mentira.
Determina a Congregação para a Doutrina da Fé:
"Permanece portanto IMUTÁVEL o parecer NEGATIVO da IGREJA a respeito das ASSOCIAÇÕES MAÇÔNICAS, pois os seus PRINCÍPIOS foram SEMPRE considerados INCONCILIÁVEIS COM A DOUTRINA DA IGREJA e por isso permanece PROIBIDA A INSCRIÇÃO NELAS. Os FIÉIS que PERTENCEM às ASSOCIAÇÕES MAÇÔNICAS estão em estado de PECADO GRAVE e NÃO PODEM APROXIMAR-SE DA SAGRADA COMUNHÃO" [...] “Não compete às autoridades eclesiásticas locais pronunciarem-se sobre a natureza das associações maçónicas com um juízo que implique derrogação de quanto foi acima estabelecido” [6].
IV.
Presidente do Conselho Federal de Medicina pertence à Maçonaria. Confira a imagem, um registro das atividades da diretoria da Associação de Médicos Maçons (AMEM), em novembro de 2019, com a visita a Mauro Luiz de Britto Ribeiro, presidente do CFM: “Ainda no dia 05 do mês, o IIr. Alfredo Roberto Netto, Ademar Távora Neto e Reginaldo Gama foram recebidos em Brasília pelo novo Presidente do Conselho Federal de Medicina – CFM, o Dr. Mauro Luiz de Britto Ribeiro que, para a nossa satisfação, APRESENTOU-SE COMO IR. MAÇOM”.  
V.
Grão-mestre do Grande Oriente de São Paulo (GOSP) reforça proteção da Maçonaria para o Ministro da Saúde e “irmão” Luiz Henrique Mandetta contra o Presidente da República (cf. imagem) [7].
O advogado Raimundo Hermes Barbosa declarou ao colunista do UOL Rubens Valente que Mandetta deveria receber “mais apoio” de Jair Bolsonaro, pois – segundo o maçom! – “o [apoio] da população ele já tem”. O Presidente “não pode conduzir seus admiradores para uma armadilha que coloca em risco a vida deles” e nem os conclamar a sair do isolamento social [8].
A postura do Grão-mestre está alinhada com a do “irmão” Mandetta e com as de João Doria e Bruno Covas, respectivamente governador e prefeito do estado e da cidade de São Paulo. O próprio Ministro da Saúde pediu aos brasileiros para que obedeçam aos governadores e prefeitos, que não só divergem do Presidente da República, mas utilizam o enfrentamento do coronavírus para derrubá-lo, valendo-se até mesmo de ameaças de prisão contra a própria população.
O maçom declarou: “Nosso governador em São Paulo [João Doria] tem enfrentado com muita coragem a situação, até assumindo medidas impopulares, mas necessárias”. Sobre Bolsonaro, a quem não quis confirmar apoio (“apoiar ou não apoiar o presidente Bolsonaro não muda a situação”), disse: “poder convocar para que saiam do isolamento pode, mas não deve”.
VI.
Por conta do combate ao vírus chinês, a Maçonaria se levantou para apoiar o “irmão” Luiz Henrique Mandetta na tensão com Bolsonaro, inclusive ameaçando o Presidente da República [9], e mostrou, no caso do Grande Oriente de São Paulo, estar alinhada com postura do governador do estado e do prefeito da cidade, João Doria e Bruno Covas [10].
É oportuno então recordar uma “nota” que publiquei em 2017, quando a seita da Maçonaria abraçou a candidatura de João Doria para a prefeitura de São Paulo, e o “irmão” Bruno Covas era o seu vice (cf. imagem) [11].
VII.
Bruno Covas, prefeito de São Paulo que faz aniversário hoje (07), é o aliado de João Doria no combate do vírus chinês em São Paulo, mas também parceiro do governador do estado na instrumentalização do enfrentamento para fazer política contra o Presidente Jair Bolsonaro [12].
Bruno Covas, iniciado na Maçonaria em 2005, membro ativo e regular da Loja Simbólica Lautaro 2642, Vila Gumercindo – Grande Oriente do Brasil [13]. Uma ascensão curiosa, rápida: de 2005 a 2009, em apenas quatro anos, passou de “aprendiz” a “mestre”.
Maçonaria, que em 2017 abraçou a chapa de João Doria e do seu vice e “mestre” maçom Bruno Covas para a Prefeitura de São Paulo [14], e que assumiu a defesa do “irmão” Mandetta e a postura de governadores e prefeitos contra o Presidente da República [15].
(*) Imagem. GLESP. Grande Loja do Estado de São Paulo.
VIII.
A última do “irmão” Mandetta: conversa com o embaixador da China. Yang Wanming, protagonista de um entrevero com Eduardo Bolsonaro e autor de uma ousada e cínica exigência: a de que os brasileiros devem pedir desculpas à China por dizerem a verdade – i.e., que Partido Comunista Chinês é responsável, junto com a OMS (ONU), pela disseminação do coronavírus pelo mundo.
Será que se trata daquele tipo de “provocação” – tanto do embaixador quanto do maçom Mandetta – a que se referiu o Presidente Bolsonaro no último domingo (05)?   
IX.
O “apoio dos médicos de São Paulo” a Luiz Henrique Mandetta: “amor à vida, à Ciência e à Ética” (cf. imagem) [16]. Como fica agora a Associação Paulista de Medicina (APM) após o próprio Ministro da Saúde recuar frente as evidências e uma facção de médicos paulistas – sob a liderança de João Dória – ser desmascarada por ocultar informações sobre a eficácia da cloroquina no tratamento da COVID-19, privando a população infectada de utilizar a substância, enquanto a gangue mesma se beneficiava dela? Subserviência à politicagem rasteira do governador do Estado? Corporativismo? Autoproteção mafiosa da “irmandade” maçônica? [17]

X.
Ronaldo Caiado, “padrinho” do “irmão” Mandetta e o grande defensor do Ministro da Saúde na tensão com o Presidente Jair Bolsonaro. Também aliado dos governadores liderados por Doria na instrumentalização do vírus chinês para a politicagem rasteira contra o Presidente da República.
Em 2016, na sede do Grande Oriente de Goiás, o atual governador do estado pleiteou uma participação maior da Maçonaria na política. Ora, o então senador não sabia que a seita participa discreta e secretamente da política há anos? E que a proposta é no mínimo disparatada, uma vez que vários membros ocultam sua identidade maçônica e a pertença a um grupo imune à fiscalização pública?
“A Maçonaria tem princípios que regem e definem o comportamento do cidadão. Os bons nomes não podem se isentar da política, sob pena de ser repetir o colapso político que assistimos” – disse Caiado [18].
Uma pergunta que já fiz em outras oportunidades: se a Maçonaria tem de fato todo o poder e influência que os seus próprios “iniciados” se vangloriam de ter, como foi possível aquele “colapso político” de 2016 – mencionado por Caiado – sem no mínimo a conivência da própria Maçonaria?

REFERÊNCIAS.
[3]. Idem.
[11]. A “nota” pode ser lida na íntegra neste endereço: [https://bit.ly/2JKlIp2].
[12]. Informações da Assembleia Legislativa de São Paulo.
[15]. Cf. referência [12].

Tuesday, March 17, 2020

O padre jesuíta que se considera um “maçom sem avental”.

Bruno Braga.
Nota publicada no Facebook.

Na última segunda-feira, 09 de março, o Grande Oriente do Brasil, o Grande Oriente do Distrito Federal e a Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) promoveram em Brasília uma palestra com José A. Ferrer Benimeli. Tema: “Igreja Católica X Maçonaria” (cf. imagem) [1].
Benimeli é apresentado como “sacerdote da Sociedade de Jesus”, i.e., um jesuíta. Trata-se de um conhecido defensor da seita da Maçonaria, e que mesmo sendo padre afronta o que determina a Santa Igreja Católica: "Permanece portanto IMUTÁVEL o parecer NEGATIVO da IGREJA a respeito das ASSOCIAÇÕES MAÇÔNICAS, pois os seus PRINCÍPIOS foram SEMPRE considerados INCONCILIÁVEIS COM A DOUTRINA DA IGREJA e por isso permanece PROIBIDA A INSCRIÇÃO NELAS. Os FIÉIS que PERTENCEM às ASSOCIAÇÕES MAÇÔNICAS estão em estado de PECADO GRAVE e NÃO PODEM APROXIMAR-SE DA SAGRADA COMUNHÃO" – com uma observação importante para o ousado padre Benimeli: “Não compete às autoridades eclesiásticas locais pronunciarem-se sobre a natureza das associações maçónicas com um juízo que implique derrogação de quanto foi acima estabelecido” [2].
Benimeli, observam os promotores do evento, “é membro de inúmeras instituições relacionado [sic] à história e principalmente à Maçonaria, e dirige o Centro de Estudos Históricos da Maçonaria Espanhola” (cf. imagem).
Na abertura da palestra, o Grão-mestre Geral do Grande Oriente do Brasil, Múcio Bonifácio Guimarães, observou que o padre jesuíta não é maçom de “direito” ou de “fato”, mas tornou-se um “maçom honorário”.
Realmente, a palestra de Benimeli foi um esforço para legitimar a Maçonaria, sobretudo forçando a associação entre Deus e G.A.D.U. – um “Grande Arquiteto do Universo” - com uma série de referências [3], escondendo as tramas, golpes, confiscos, perseguições, a série de crimes e mortes promovidas pela seita contra a Santa Igreja.
Benimeli, contudo, deixou à mostra a colaboração histórica da Maçonaria com o Socialismo e o Comunismo, como já havia alertado o Papa Leão XIII, na Encíclica “Humanum genus”: "Sim, esta mudança, esta subversão, é planeada deliberadamente e apresentada por muitas associações de COMUNISTAS e SOCIALISTAS; E A ESTAS MANOBRAS A SEITA DOS MAÇONS NÃO É HOSTIL, MAS, PELO CONTRÁRIO, FAVORECE MUITO OS SEUS DESÍGNIOS, E PARTILHA COM ELAS AS SUAS OPINIÕES PRINCIPAIS".
Benimeli concluiu a palestra com agradecimentos, recordando o seu trabalho sobre a Maçonaria: “tenho mais de 60 anos de ‘maçom sem avental’” [4]. Múcio Bonifácio Guimarães encerrou a noite com uma consideração significativa: “Nós agradecemos a presença de todos” [...] “eu ressalto aqui que vi o primeiro comentário postado na transmissão direta, foi do secretário geral de orientação ritualística, foi de Pedro JuK, ai ele se referindo ao padre Benimeli, fez as referências de que ele é verdadeiramente pertencente a uma corrente realística da Maçonaria, da Maçonaria pura nos seus conceitos, então, com essa menção” [...] “nós estamos encerrando, desejamos uma boa noite a todos” [...].

Cabe observar que a palestra de José A. Ferrer Benimeli fez parte da Vigésima Quinta Assembleia Geral da Conferência Maçônica Interamericana (CMI), que reuniu em Brasília líderes da Maçonaria Regular Mundial. O que é mais uma amostra, entre tantas outras, da articulação maçônica que existe há anos por meio de organizações internacionais, e que continua investindo na absurda compatibilidade entre a seita da Maçonaria e a Santa Igreja Católica, tendo a colaboração até mesmo de “padres” escandalosamente infiéis à Esposa de Cristo.

REFERÊNCIAS.
[2]. cf. Congregação para a Doutrina da Fé. “Declaração sobre a Maçonaria” [http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_19831126_declaration-masonic_po.html].
[4]. Idem. Tempo [-5:07].

Tuesday, December 31, 2019

O problema agora é a campainha...

Bruno Braga. 


Para o "padre" comunista da Arquidiocese de Mariana [1], o problema agora é a campainha. De acordo com o já "conhecido" José Antônio, tocar a sineta no momento da Consagração do pão e do vinho é um retorno ao "velho ninho da Idade Média" [2]. 

Para alardear mais uma besteira monumental, o pároco do Santuário São João Batista, em Barão de Cocais (MG), mostra toda a sua fidelidade à "tradição" da Teologia da Libertação. Falsificação da história, perversão da teologia, distorções das questões de fé e até mesmo a mutilação de documentos. Sim, mutilação de documentos!

Na tentativa de fundamentar a tese de que as campainhas devem ser abolidas, José Antônio cita um documento da Congregação para o Culto Divino. NOTITIAE 8 [1972]. Cita, mas somente o trecho que lhe interessa: "Tudo depende das diversas circunstâncias de lugares e pessoas. Quando a comunidade possui suficiente educação litúrgica, a ponto de estar atenta à celebração e dela cônscia, não há por que chamar a sua atenção, mediante toque de sineta" (p. 343). 

O que José Antônio escondeu do leitor foi a continuação do documento: [...] "mediante o toque de sineta, para A PARTE CENTRAL DA MISSA. Diversamente quando participem da celebração pessoas que não são assíduas à Igreja; nesse caso o sinal da sineta é CONVENIENTE ou mesmo NECESSÁRIO".

O leitor pode avaliar a "conveniência" ou "necessidade" da campainha pela falta de conhecimento das diversas orações eucarísticas, ou pela desorientação frequente quanto ao momento da Consagração, e mesmo por aqueles mais "assíduos" (expressão do documento) às Missas. No caso de José Antônio, porém, existe ainda uma peculiaridade. 

Para o "padre" comunista, a sineta é realmente algo dispensável. Sim, pois ele disseminou a ideia de que não é sequer necessário colocar-se de joelhos no momento da Consagração. Ora, eu mesmo posso dar esse testemunho. Ele foi pároco na minha paróquia, e conheço gente, vejo com os meus próprios olhos como ele fez com que as pessoas deixassem, não somente um gesto, mas a reverência à Eucaristia, ao próprio Cristo, diante do qual "se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos" (Fl 2,10). Ah... Para o Cristo, não, mas para Barrabás, para o bandido, toda a adoração; o cultuador do Lula [3] dobra os joelhos, inclina a cabeça, e quem sabe até deita a palma das mãos sobre o chão.  

A "orientação" de José Antônio rasga inclusive a própria "Instrução Geral do Missal Romano", que é bastante clara a respeito do assunto: "Estão de joelhos durante a consagração, exceto se razões de saúde, a estreiteza do lugar, o grande número dos presentes" (n. 43). Em outras palavras, todos (!) devem se colocar de joelhos, todos (!), exceto nos casos estabelecidos. 

Retomo a citação mutilada. O leitor atento deve ter notado que José Antônio cortou do documento da Congregação para o Culto Divino o trecho que anuncia a Consagração como "a parte central da Missa". Sim, tinha que ter cortado, pois na peça contra a sineta o "padre" comunista afirma que é a Doxologia final ("Por Cristo, com Cristo e em Cristo...), e não a Consagração, o ápice da Santa Missa. Então, para que o documento não contrariasse a sua afirmação, José Antônio o rasgou, no trecho referente à campainha, e também no que reconhece a Consagração como "a parte central da Missa". 

A propósito da "Instrução Geral do Missal Romano", é importante que o leitor saiba que ele prevê a utilização da campainha:  "Um pouco antes da consagração, se parecer oportuno, o ministro pode chamar a atenção dos fiéis com um toque de campainha, que pode tocar-se também a cada elevação, segundo os costumes locais" (n. 150).

Claro, José Antônio expõe todo o seu arrazoado, repleto daquelas falsificações que só enganam os mais desavisados (e infelizmente ainda são muitos): a ênfase na Celebração Eucarística como "ceia", "partilha" e "refeição"; a já enfadonha cantilena de que nas Celebrações em latim "quase ninguém entendia o que estava acontecendo"; a invenção de um "Concílio Vaticano II" que só existe na sua cabeça e na agenda dos seus pares da "renovação", da "mudança" e da Teologia da Libertação. A respeito particularmente da campainha, José Antônio sugere que ela é um sinal para "prestar atenção", que ela "atrapalha a oração e impede o silêncio".

José Antônio, no entanto, despreza que a utilização da sineta remonta à tradição dos sinos da Santa Igreja, que teve início no século V, sendo levada das torres ao interior das igrejas no século XIII, e não com o propósito alegado pelo "sacerdote" de Mariana. A sineta recorda a necessidade de um som agradável a Deus (Salmo 97). Nas palavras do próprio Senhor a Moisés, a "campainha de ouro" deve ser tocada quando o sumo sacerdote exerce as suas funções (Êxodo 28, 34-35). Porém, mais que isso, a sineta anuncia o verdadeiro Sumo e eterno Sacerdote, que na Consagração se oferece em sacrifício e torna-se presente nas espécies do pão e do vinho. É o sinal audível para o louvor e ação de graças a Nosso Senhor Jesus Cristo (cf. Matthew D. Herrera). 

Este é o José Antônio. O "padre" comunista que não se cansa de insultar a Santíssima Virgem Maria [4]. Que se recusa a rezar a Salve Rainha, e até a oração repetida ao final de cada mistério do Santo Terço, ditada pela Mãe de Deus em Fátima [5]. É o "padre" que inventa orações eucarísticas, e para quem não é necessário colocar-se de joelhos no momento da Consagração. Para um "sacerdote" assim, o que é uma campainha? Uma sineta? Se ele vê e teme o retorno dela, talvez haja alguém, em algum lugar, restaurando aquilo que ele - José Antônio - trata de corromper. Que não é um gesto, um costume, um sinal, é a fé mesma das pessoas que lhe dão ouvidos. Uma pena que ele ainda tenha prestígio para escrever no site oficial da Arquidiocese de Mariana. 


REFERÊNCIAS.





Monday, December 30, 2019

O "Scholas Occurrentes" do Papa Francisco e o "pacto global" pela "educação".

Bruno Braga.
Notas publicadas no Facebook.


I.

É só uma "curiosidade". No dia 14 de maio de 2020 será realizado o grandioso evento para "Reconstruir o pacto educativo global", na sede do Scholas Occurrentes, em Los Angeles (EUA). Scholas, que é um projeto do então Arcebispo de Buenos Aires, Jorge Bergoglio, e que nos últimos dias teve a sede vaticana inaugurada pelo agora Papa Francisco. Scholas, que anuncio o Pontífice, não fará "proselitismo", i.e., não terá o ensino católico.

14 de maio. Um dia após a data em que a Santa Igreja celebra as aparições da Santíssima Virgem Maria, em Fátima. A Mãe de Deus que veio nos pedir a CONVERSÃO - a CONVERSÃO.

"Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser mandar-vos, em ato de reparação pelos pecados com que ele é ofendido, e de súplica pela CONVERSÃO dos pecadores? - questionou Nossa Senhora.

II.

Dos patrocinadores e entusiastas do "Scholas Occurrentes". O projeto do então Bispo de Buenos Aires, Jorge Bergoglio, que teve a sua sede vaticana inaugurada recentemente pelo agora Papa Francisco, sendo assertivo o seu idealizador: o Scholas não fará "proselitismo" (i.e., não tem compromisso com a evangelização e nem com a educação católica propriamente dita) [1].

Na imagem, o entusiasmo de  Ban Ki-moon com o "Scholas Occurrentes". O ex-Secretário Geral da ONU, dado como um dos "colaboradores" do "Scholas", e que disseminou com as Nações Unidas a ideologia gay e o aborto pelo mundo. Moon, que participou recentemente do escabroso Sínodo da Amazonia [2].

O Scholas Occurrentes conta ainda com o apoio da Cáritas, BID (Banto Interamericano de Desenvolvimento), FAO (ONU), OIEC (Oficina Internacional de Educação Católica), Think Equal, Fundación IRSA, Mercedes Benz, Toyota, Warner Records, Forética, Google e a ONE - de Bill & Melinda Gates com George Soros, patrocinadores da agenda comuno-globalista e de engenharia comportamental e social, LGBT, esterilização, aborto, legalização das drogas, etc., etc. -  entre outros [3].

III.

No dia 30 de outubro, o presidente do México - Andrés Manuel López Obrador - recebeu "jovens" (com representantes do Brasil) por ocasião do 4o. Encontro Mundial de Jovens SCHOLAS [4]. Sim, do Scholas Occurrentes, projeto idealizado pelo Papa Francisco para a "educação".

No evento, Obrador disse o seguinte: "É por isso que esse Encontro COINCIDE com a política que realizamos com os jovens no México; é essa concepção aberta e plural que COINCIDE também com os nosso princípios. Este é o diálogo que queremos promover; o DIÁLOGO ECUMENICO, INTER-RELIGIOSO e entre todos os seres humanos" [...] [5].

Obrador. Um agente do esquema de poder comunista do Foro de São Paulo na América Latina por meio do Movimento Regeneração Nacional (MORENA) [6]. Com o seu governo, o Presidente mexicano impulsionou a ideologia gay e o aborto. Obrador, que exigiu da Igreja Católica um pedido de desculpas aos indígenas pelas "violações" aos "direitos humanos" durante a "Conquista" da América, valendo-se das mentiras e distorções disseminadas pelas "lendas negras" contra os católicos [7].

Em 2020, o Scholas Occurrentes será protagonista no "pacto mundial" pela "educação", convocado pelo Papa Francisco [8], e que, assim como o comunista López Obrador, tem uma série de "apoiadores" e "colaboradores" que não só distoam, mas trabalham contra os princípios e orientações da Santa Igreja Católica [9].

IV.

"O Papa contribui para a realização de muitos dos nossos objetivos", disse em uma entrevista recente o Secretário Geral da ONU (cf. imagem) [10]. Antonio Guterres, que foi presidente da Internacional Socialista [COMUNISTA] (1999-2005) e está à frente das Nações Unidas, comprometida com uma série de bandeiras contrárias a fé católica [11].

Cito aqui dois trechos da entrevista. Primeiro, o que remete ao "pacto mundial" pela "educação", convocado pelo Papa Francisco, e que terá como um dos seus instrumentos o Scholas Occurrentes, e o trecho no qual fica claro o propósito de instaurar um governo mundial - o que inclui, evidentemente, o estabelecimento de uma escabrosa "religião universal".
[...] "A educação deve ser um elemento chave dos nossos esforços para combater a propagação do ódio [sobretudo no ambito da religião]. Tenho a intenção de convocar uma conferencia sobre a função da educação para abordar este fenômeno e aumentar a resistência frente a ele" [...] 

"Se as duas principais economias do mundo [Estados Unidos-China] se dividem em setores como o comércio e a tecnologia, por exemplo, corremos o risco de criar dois submundos separados. Cada um com suas próprias normas comerciais e financeiras, sua própria internet, sua própria estratégia de inteligencia artificial e seus próprios desenvolvimentos geo-estratégicos e militares. ISSO É ALGO QUE DEVEMOS EVITAR. Para garantir a paz e a seguridade, DEVEMOS TRABALHAR POR UM MUNDO COM UM ÚNICO CONJUNTO DE NORMAS MUNDIAIS que todos aceitem e respeitem". [...] [12].
V.

Para retomar o tema "Scholas Occurrentes", o projeto do Papa Francisco para a "educação": "Scholas Ocurrentes: projeto político pedagógico de Francisco que atualiza as CEB's" (cf. imagem) [13]. 

Não se trata aqui de especular intenções "malignas" do Santo Padre, acusar o "anti" ou "falso" Papa - Francisco é o Papa! - e nem mesmo alardear que o "Papa é comunista". Não. Trata-se da constatar o que está sendo feito. 

O "Scholas Occurrentes" é uma atualização das CEB's (Comunidades Eclesiais de Base). É o que diz a própria delegação brasileira que participou do 3º Encontro Internacional de Jovens, promovido pelo "Scholas" entre os dias 06 e 11 de maio de 2018, em Roma [14]. De fato, basta o interessado conferir a proposta "pedagógica" e os seus "apoiadores" para constatar que o Scholas é mesmo uma "atualização" das CEB's, dando à educação um caráter de ativismo político, marcado evidentemente pelos seus colaboradores comuno-globalista [15], e - como o próprio Francisco esclarece - sem fazer "proselitismo" religioso, ou seja, sem o compromisso com o ensino da Verdade revelada por Deus, e que é propriamente a missão confiada por Ele à Sua única Igreja, a Santa Igreja Católica, sendo por isso mesmo a Esposa de Cristo Mãe e... Mestra!

Hoje, já não são poucos os católicos que sabem como as CEB's foram utilizadas para aparelhar a Santa Igreja com um nefasto instrumento de politização da fé a serviço do criminoso esquema de poder comunista: a Teologia da Libertação [16]. Estratégia que também estava associada a um projeto supostamente "educacional", cujo expoente tornou-se "patrono da educação" brasileira, mesmo tendo o seu "método" devastado a inteligência de gerações de estudantes: Paulo Freire, um entusiasta da Teologia da Libertação [17]. 

O "Scholas Occurrentes" é uma "atualização" das CEB's. Uma nova "roupagem", moderna, com o apelo inconsequente à "juventude", etc., etc. O seu caráter "político" adquire uma dimensão infinitamente maior, globalizante, uma vez que o Scholas será protagonista no próximo ano do "pacto mundial" pela educação, convocado pelo próprio Papa Francisco [18].  

VI.

Scholas Occurrentes. Projeto do Papa Francisco para a "educação" que, segundo o próprio Pontífice, não faz "proselitismo", i.e., não tem compromisso com a educação católica e nem com a conversão das pessoas. No próximo ano, o Scholas será protagonista no "pacto mundial" pela "educação", convocado por Francisco mesmo [19]. 

Catecismo da Igreja Católica. [O MÚNUS DE ENSINAR]. "Os Bispos, junto com os presbíteros, seus cooperadores, 'têm como PRIMEIRA TAREFA anunciar o Evangelho de Deus A TODOS OS HOMENS', segundo a ORDEM DO SENHOR. São os "arautos da fé, que levam a Cristo NOVOS DISCÍPULOS, os doutores autênticos" da fé apostólica, "providos da autoridade de Cristo" [888].

Catecismo de São Pio X. [180]. Como se chama a parte da Igreja que ENSINA? A parte da Igreja que ensina chama-se DOCENTE, ou ENSINANTE. [184]. De que pessoas se compõe a Igreja docente? A Igreja docente compõe-se de todos os Bispos (quer se encontrem dispersos, quer se encontrem reunidos em Concílio), unidos à sua cabeça, o Romano Pontífice. [186]. Quais são as pessoas que têm na Igreja autoridade de ensinar? Os que têm na Igreja o poder de ensinar são o Papa e os Bispos e, sob a dependência destes, os outros ministros sagrados.  

VII.

Paulo Bezerra. Um "padre" da Teologia da Libertação, como esclarece a imagem, e um conhecido militante comunista, que se mostra entusiasmadíssimo com o Scholas Occurrentes, o projeto do Papa Francisco para a "educação", tendo ele mesmo - Bezerra - ido a Roma conhecer a proposta [20].

As alusões ao PSOL, na exploração dos movimentos de juventude, e a Lula, não são meras coincidências, mas elementos integrantes do "apostolado" militante do "padre" Bezerra.

O Scholas Occurrentes, que já foi dado por envolvidos como projeto "político pedagógico" do Papa Francisco e uma "atualização" das CEB's [21] - Comunidades Eclesiais de Base que são ninhos de "catequese" da Teologia da Libertação e de militância comunista - será protagonista em 2020 do "pacto mundial" pela "educação", convocado pelo Sumo Pontífice mesmo.  


REFERÊNCIAS.


[2] . cf. [http://bit.ly/2mfvHux].



[5]. idem.

[6]. cf. [https://forodesaopaulo.org/partidos/]. A vitória de Obrador foi celebrada no XXIV Encontro do Foro de São Paulo, realizado em 2018, em Cuba [http://bit.ly/2EpKpV0]; [https://b-braga.blogspot.com/2018/08/foro-de-sao-paulo-o-conciliabulo.html].






[12]. cf. [10].


[14]. idem.


[16]. cf. "Francisco: Fidel e a Religião" [https://b-braga.blogspot.com/2015/09/francisco-fidel-e-religiao.html].

[17]. cf. "A 'pedagogia' do Foro de São Paulo" [https://b-braga.blogspot.com/2015/04/a-pedagogia-do-foro-de-sao-paulo.html].

[18]. cf. [http://bit.ly/2tgMb8D].



[21]. cf. [http://bit.ly/2ZcrvL1].