Sunday, February 24, 2013

Um gibi gayzista.


Bruno Braga.


No final de 2012 um grupo LGBT distribuiu um “Gibi” no IFRJ (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro). O material – pretensamente “didático” - escandalizou alunos, pais e a direção da instituição. Ele era tão obsceno que uma reportagem jornalística teve dificuldade para encontrar uma imagem que pudesse ser exibida na televisão (Cf. vídeo ao final do texto).

Os responsáveis pela elaboração do “gibi” entendem por orientação “didática” coisas do tipo: “gozar com prazer e segurança [...] a qualquer hora, em qualquer lugar, de qualquer maneira e com qualquer um”; e “dicas” de como fazer sexo sem camisinha de forma segura.

Depois da repercussão, o presidente do grupo LGBT “Arco Íris de Cidadania” afirmou que o material – esclarece ele, destinado apenas para público gay - foi distribuído de maneira acidental. Uma desculpa tão esfarrapada que o próprio formato – uma revista em quadrinho, e uma linguagem própria para a juventude - já seria suficiente para denunciar. Ademais, a direção do IFRJ explicou como o “gibi” foi distribuído dentro da escola e sem a sua autorização: aconteceu em um evento cultural promovido pelo instituto, no qual o grupo LGBT montou um estande e forneceu o material aos participantes.

O episódio ilustra o “didatismo” do Movimento gayzista [1], que sob o pretexto de combater o “preconceito”, a “discriminação”, e promover o “esclarecimento”, reivindica o poder para interferir na formação de jovens e adolescentes.   




Nota.

[1]. Não confundir a homossexualidade com o Movimento gayzista. Este último é a transformação da sexualidade em princípio de organização política e de engenharia social.      

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