Wednesday, March 12, 2014

Uma contribuição para a Campanha da Fraternidade. Denúncia: ESCRAVO CUBANO.

Bruno Braga.



Participei da missa do último domingo – em Barbacena-MG -, que marcou o início da Campanha da Fraternidade. Neste ano, o tema proposto pela CNBB é o “tráfico humano”, e tem como epígrafe “É para a liberdade que Cristo nos libertou”. Combater o TRABALHO ESCRAVO é um dos objetivos. Então, revigorado pelo espírito da campanha, mais uma vez denuncio o caso que na cidade mineira vitima Maurice Deymann Veitia Ponce (Cf. foto). Como este são 11.400 por todo o Brasil.
 
Maurice é um dos “profissionais” cubanos que atuam pelo programa “Mais médicos”. Praticamente tudo o que recebe fica com os ditadores Castro. É um lucrativo “produto de exportação”. Por isso, o regime cubano toma algumas precauções para “fornecê-lo” aos “importadores”. O “profissional” - que sequer comprovou a sua competência para o exercício da medicina - fica sob a vigilância de “coordenadores”. A família não pode acompanhá-lo, é retida em Cuba como garantia de que não fugirá, que retornará à ilha SOCIALISTA-COMUNISTA.
 
TRABALHO ESCRAVO. Sim, promovido pelos ditadores cubanos. Mas explorado também pelo governo federal PETISTA – que assumiu os termos do acordo com os irmãos Castro, seus aliados no projeto SOCIALISTA-COMUNISTA latino-americano – e pelas administrações MUNICIPAIS, como a de Barbacena - às quais são cedidos os “profissionais” por adesão ao programa “Mais médicos”.
 
Como se não bastasse, esta aberração é utilizada para fazer propaganda política. São os próprios “capatazes” se vangloriando da EXPLORAÇÃO e utilizando o ESCRAVO para promoverem suas carreiras e projetos de poder.
 
A Campanha da Fraternidade pode ser uma oportunidade para o católico. Não só para combater o tipo de TRABALHO ESCRAVO ao qual é submetido o “Dr. Maurice” - que é vergonhosamente promovido pelo poder público. É uma oportunidade para o católico avaliar a sua própria casa. Em que medida ele mesmo não está sendo EXPLORADO? Há décadas a CNBB é aparelhada pelos SOCIALISTAS-COMUNISTAS, e a própria Campanha da Fraternidade é frequentemente utilizada para promover suas bandeiras. A Igreja Católica foi tomada de assalto por uma legião de “apóstolos da revolução” que, sob o manto de um instrumento forjado para perverter a fé - a Teologia da Libertação - , e com a colaboração de um sem número de “idiotas úteis”, favorecem um projeto de poder: o projeto de poder dos “capatazes” dos cubanos que os CATÓLICOS têm o DEVER MORAL de DENUNCIAR.
 
 
 
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