Sunday, July 05, 2015

A Teologia da Libertação e o "apostolado" gayzista.

Bruno Braga.
Notas publicadas no Facebook.
 
 
I.
 
"DENÚNCIA: Paróquia de Itaquera a serviço da destruição da Igreja".
 
 
ASSISTA ao vídeo apresentado e DENUNCIE. Os contatos das autoridades eclesiásticas e dos órgãos competentes estão no final do artigo: Fratres in unum, 25 de Junho de 2015 [http://fratresinunum.com/2015/06/25/denuncia-paroquia-de-itaquera-a-servico-da-destruicao-da-igreja/#more-33072].

II.
 
Julio Lancelloti é um dos mais famosos "apóstolos" comuno-petistas da Teologia da Libertação. No último sábado - 27 de Junho - ele participou de um ritual que simulava a cerimônia de lava pés e curvou-se diante do travesti que desfilou "crucificado" na última Parada Gay (Cf. imagem).
 
 
Não se trata de gesto de "humildade" para com aquele criminoso que, arrependido do malfeito, assentou-se descalço à sua frente (Código Penal: "Ultraje a culto e impedimento ou perturbação de ato a ele relativo" - Art. 208, "Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso"). Não. O simulacro do lava pés é propaganda premeditada para o movimento gayzista. Nela, Lancelloti mostra, mais uma vez, toda sua fidelidade ao mandamento ditado pela teologia revolucionária que professa: parasitar a Igreja Católica fingindo ser "padre", perverter a fé e instrumentalizá-la em favor das causas e bandeiras que servem aos propósitos comuno-petistas.
 
III.
 

O impostor não se contém, o disfarce cai. Pior é que este - de Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte (MG) - não faz nem muita questão de se esconder. Mas ele agora se revela para celebrar a "causa" gayzista, colorindo a foto do seu perfil no Facebook. O "apóstolo" comuno-petista da Teologia da Libertação finge-se de "padre", parasita a Igreja Católica para distorcer e instrumentalizar a fé (Cf. imagem - os destaques em vermelho são meus).
 
IV.
 

Jean Wyllys saiu do programa "Big Brother" para tornar-se um dos principais líderes do movimento gayzista. Na Câmara dos Deputados, - parlamentar por um partido que carrega a contradição no próprio nome: Partido SOCIALISMO e LIBERDADE (PSOL) - ele está comprometido com uma agenda repleta de "nobres" e "sublimes" ideais:
 
. ABORTO - ASSASSINATO DE CRIANÇAS INDEFESAS;
. Legalização das drogas;
. Regulamentação da prostituição;
. Implementação da "ideologia de gênero" em todas os domínios da vida social, principalmente nas escolas, que devem adotar um "material didático" específico para crianças e jovens - o "KIT GAY";
. Garantir para as CRIANÇAS - independentemente da autorização dos pais - a CIRURGIA para MUDANÇA DE SEXO, com o procedimento pago pelo SUS (PL. 5002/2013).
 
Jean acusa de "fundamentalismo religioso" tudo aquilo que o contraria. Prega - sob o disfarce da expressão "Estado laico" - uma mordaça para coibir qualquer tipo de oposição. Para o Deputado gay, a religião será tolerada somente se houver uma adaptação às "causas" e bandeiras para a criação de um "novo homem" e de um "mundo novo", por mais absurdas e disparatadas que elas sejam. Ora, não é este mesmo um dos fundamentos da Teologia da Libertação? Do engodo forjado para tomar de assalto a Igreja Católica, para instrumentalizar a fé em favor da proposta de "futuro maravilhoso" comuno-petista? Pois a Teologia da Libertação é um dos elementos formadores da "mentalidade revolucionária" de Jean Wyllys. Quem conta - e com orgulho - é o próprio Jean:
[...]
 
"Eu morava na periferia rural. Minha mãe lavava de ganho, e meu pai, falecido em 2001, era mecânico. Fui coroinha na Diocese de Alagoinhas, COMANDADA POR PADRES ADEPTOS DA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO, que implantaram as comunidades eclesiais de base, numa das quais funcionava uma creche onde estudei. Daí até eu a me aproximar do Movimento Pastoral foi decorrência natural. A Igreja me deu uma educação informal e acesso à leitura. Na casa paroquial eu usava muito a biblioteca, e ISSO FOI ME POLITIZANDO, me dando noção das injustiças no mundo, e de que elas precisavam ser corrigidas. ANTES DE CONHECER O MARXISMO, OS PRINCÍPIOS DO COMUNISMO ME FORAM DADOS PELO CRISTIANISMO" [...]
 
[...]
 
"Minhas primeiras referências políticas vieram da Igreja católica, do movimento pastoral. POR MEIO DOS PADRES ADEPTOS DA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO, conheci a REVOLUÇÃO SOCIALISTA DE CUBA E SEUS ÍCONES FIDEL E CHE GUEVARA. Conheci também o movimento na Nicarágua, e a obra de Eduardo Galeano, a história de Nelson Mandela e de Martin Luther King. VEIO TAMBÉM DAÍ A SIMPATIA AO PT E A LULA, QUE TAMBÉM SE TORNOU UMA REFERÊNCIA POLÍTICA. Apesar de todo o desgaste que sofreu a figura pública de Lula com a história do "mensalão" e de vê-lo hoje de maneira muito mais crítica, ele ainda é uma referência".
FONTE. Revista Cult, Edição 190. Maio-2014 [http://revistacult.uol.com.br/home/2014/05/o-inimigo-publico-numero-um/].

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