Saturday, September 12, 2015

Hijrah na Europa: "refugiados" colonizam um continente.

Robert Spencer.


Frontpage Magazine, 04 de Setembro de 2015.
Tradução. Bruno Braga.




No mês de agosto, 104.460 pessoas, aproximadamente, buscaram asilo na Alemanha [1]. Um novo recorde. São 413.535 refugiados e imigrantes registrados em 2015 - até agora. O país espera um total de 800.000 pessoas este ano. E isso é apenas na Alemanha. O continente europeu inteiro está sendo inundado com uma quantidade de refugiados sem precedentes na história. Esta já não é somente uma "crise de refugiados". É hijrah.

Hijrah, ou jihad por emigração, é, de acordo com a tradição islâmica, a migração ou viagem de Maomé e seus seguidores de Meca a Iatreb - renomeada posteriormente como Medina - no ano 622. Foi depois da hijrah que Maomé tornou-se, pela primeira vez, não apenas um pregador de idéias religiosas, mas um líder político e militar. Isso foi o que originou suas novas "revelações", exortando seus seguidores a cometerem violência contra os infiéis. Significativamente, o calendário islâmico considera a hijrah o início do Islã, e não o nascimento de Maomé ou a ocasião de sua primeira "revelação" - o que implica que o Islã não está completo sem o componente político e militar.

Migrar pela causa de Allah - isto é, mudar-se para uma nova terra com o propósito de levar o Islã para aquele lugar - é considerado um ato altamente meritório. "E quem migrar pela causa de Allah encontrará na terra muitos refúgios e abundância", diz o Corão. "E quem abandonar sua casa, migrando por Allah e seu Mensageiro, e for surpreendido pela morte, sua recompensa já se tornou um dever para Allah. E Allah é Indulgente e Misericordioso" (4:100). Os status elevado de tais imigrantes levou, há poucos anos, um grupo de jihadista britânico a ganhar notoriedade (e um ofuscamento por parte do governo) por celebrar o 11 de Setembro e se autodenominar "Al-Muhajiroun": Os imigrantes.

Uma hijrah de magnitude muito maior está agora sobre nós. Evidências de que é uma hijrah, e não simplesmente uma crise humanitária, surgiram em Fevereiro, mas foram pouco noticiadas na época e quase imediatamente esquecidas. O Estado Islâmico publicou um documento intitulado "Líbia: o estratégico portão de entrada para o Estado Islâmico" [2]. Portão de entrada para a Europa, isto é: o documento exortava os muçulmanos a irem para a Líbia e cruzarem, como refugiados, para a Europa. O documento informa os aspirantes a jihadistas que armas do arsenal de Gaddafi são abundantes e fáceis de serem obtidas na Líbia - e que o país "tem uma costa extensa e aponta para os estados Cruzados do sul, que podem ser alcançados com facilidade até com um barco rudimentar".

O Estado Islâmico não pensa em poucos jihadistas saindo da Líbia. Foi revelado, também em Fevereiro, que os jihadistas planejam inundar a Europa com até 500.000 refugiados [3]. O número dispara agora - só na Alemanha - para muito mais que isso. Claro, nem todos os refugiados são jihadistas islâmicos. Nem todos são Muçulmanos, embora a maioria seja. No entanto, não está havendo nenhum esforço para determinar a adesão dos refugiados à Sharia e o desejo de trazê-la para sua nova terra. Tal esforço seria "Islamofobia". Existem indícios de que o Estado Islâmico está colocando o seu plano em ação: já foram encontrados jihadistas entre os refugiados tentando entrar na Europa. Haverá muito mais descobertas de tal tipo.

Oitocentos mil refugiados Muçulmanos em apenas um ano. Isso irá transformar a Alemanha, e a Europa, para sempre, sobrecarregando as economias prósperas dos seus países mais ricos e alterando a paisagem cultural de tal forma que será irreconhecível. No entanto, a discussão séria que precisa ser estabelecida sobre a crise é ofuscada pelo usual disparate: o Washington Post publicou um artigo irresponsável e incendiário [4], comparando aqueles que estão preocupados com o este afluxo maciço de Muçulmanos para Europa com os Nazistas da década de 30, prontos para incinerar judeus aos milhões. A estrela de Hollywood, Emma Thompson, acusou as autoridades britânicas de racismo por não acolherem mais refugiados [5] - como se as autoridades britânicas já não tivessem feito o bastante para destruir a sua nação.

E assim vai. Se você não aceitar o admirável mundo novo que certamente trará mais jihadistas e mais Sharia para a Europa, então você é um Nazista e um racista. Enquanto isso, ninguém está se incomodando em perguntar, e muito menos em responder, uma questão central: por que a Europa tem a incumbência de absorver todos esses refugiados? Por que não a Arábia Saudita ou os outros países Muçulmanos ricos em petróleo e com espaço em abundância? A resposta não é dada, porque as autoridades não-Muçulmanas não querem acreditar e os Muçulmanos não querem isto declarado ou conhecido: os refugiados têm que ir para Europa porque é uma hijrah.

Esta é também a sentença de morte da Europa.



REFERÊNCIAS.

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