Wednesday, February 06, 2019

A fuga de Jean Wyllys, o suplente psolista e o seu "companheiro" Glenn Greenwald.

Bruno Braga.
Notas publicadas no Facebook.


I.

Que notícia boa! O deputado JeÂNUS Wyllys desiste do seu mandato parlamentar e deixa o Brasil [1]. Os motivos, puro histrionismo e afetação. Reclama de xingamentos e de ter sido empurrado - mesmo protegido com escolta policial (!) [2] -, enquanto o Presidente do governo que ele denuncia teve uma faca encravada no seu abdômen, em uma tentativa de assassinato. Homicida que "era" um "ex" militante do PSOL, partido comunista do deputado "viado". Bom, não fique espantado com a designação, o próprio JeÂNUS proclamou do alto da tribuna da Câmara: "Eu sou viado com orgulho!" [3]. 

A propósito, Adélio Bispo de Oliveira - que tentou matar o Presidente Jair Bolsonaro - esteve no Anexo IV da Câmara, no dia 06 de agosto de 2013. Na época, Adélio estava filiado ao PSOL, sendo que o Anexo IV abrigava os gabinetes dos seguintes deputados do partido comunista: Ivan Valente, Chico Alencar e JeÂNUS Wyllys. E aí, "viado", Adélio esteve no seu gabinete?

Para os que não sabem, JeÂNUS Wyllys foi "catequizado" e "batizado" pela Teologia da Libertação. Disse ele certa vez, fiel às lições nefastas da teologia revolucionária: “A Igreja Católica me deu as primeiras aulas de Comunismo” [4].

Do Big Brother para a Câmara dos Deputados, JeÂNUS trabalhou em projetos legislativos da "mais alta importância" para o Brasil: aborto, assassinato em massa de crianças inocentes; legalização das drogas; regulamentação da prostituição; implementação da ideologia de gênero LGBT-gayzista em todas as dimensões da vida social, sobretudo na educação de crianças e jovens; garantir que crianças, mesmo sem a autorização dos pais, pudessem realizar cirurgia para "mudança de sexo", paga com dinheiro público, pelo SUS. Uma aberração atrás da outra.

Enfim, JeÂNUS Wyllys desiste do mandato e deixa o Brasil. Notícia boa, e quem ganha - em parte - é o país. Digo "em parte", porque quem ocupará a vaga de JeÂNUS é David Miranda, também comprometido com a "causa" LGBT-gayzista, e com um adendo que expressa bem o caráter e o nível da imprensa atualmente: o agora deputado comunista é "casado" com o jornalista Glenn Greenwald, famoso por denúncias controversas a respeito da espionagem americana, e ferrenho defensor de que o impeachment de Dilma Rousseff, despachante do Foro de São Paulo, foi um "golpe".   

II.

Um dado no mínimo curioso. JeÂNUS Wyllys estaria no exterior - de onde anunciou que desiste do seu mandato parlamentar -, e disse que não pretende voltar para o Brasil [5]. Para a Folha de São Paulo, que fez a entrevista exclusiva, JeÂNUS não quis dizer onde está: "Eu não vou falar onde estou" [6]. Ora, por que? E por que fez o anúncio no exterior? Mais. Não pretende voltar para o Brasil nem para buscar as suas coisas, organizar a mudança, desfazer compromissos já firmados, preparar a papelada e a documentação para viver em outro país, etc., etc.? Não coloca os pés mais no Brasil com medo das supostas "ameaças" ou tem outro propósito - ou receio - por trás dessa atitude? 

III.

Mais uma "curiosidade", vamos dizer assim, sobre o caso JeÂNUS Wyllys. Para dar ao público a repercussão internacional sobre a decisão do parlamentar gay de abandonar o seu mandato e o Brasil, o G1 - Globo - escolheu exatamente a publicação do "The Guardian" para estampar na capa do seu portal [7]. 

Em 2013, quando David Miranda - psolista que irá ocupar a vaga de JeÂNUS na Câmara dos Deputados - foi preso em Londres, sob a acusação de "terrorismo" e espionagem, estando na posse de documentos confidências que comprometiam a segurança do Reino Unido, Glenn Greenwald - "marido" ou "esposa" de David Miranda - trabalhava para o "The Guardian". David Miranda estava servindo como um "agente" do seu companheiro, na busca de dados secretos, e ao ser detido pelas autoridades britânicas, solicitou que elas contatassem exatamente o "The Guardian". 

É só uma "curiosidade" sobre o caso.   

IV.

Quem não acharia no mínimo "curiosa" a participação de Glenn Greenwald em um congresso, realizado na Rússia ?! E mais: falando sobre "fake news"! Pior: o congresso contou com o discurso de abertura de Vladimir Putin! Pois é. Foi exatamente o que fez o "marido", ou "esposa", de David Miranda, comunista do PSOL que irá ocupar a vaga deixada por Jean Wyllys na Câmara dos Deputados.

Na imagem, a participação de Glenn Greenwald no ICC (International Cybersecurity Congress), em Moscou, no dia 06 de julho de 2018.

V.

Na imagem, de 2011, Glenn Greenwald discursa na "Socialism Conference", que acontece anualmente em Chicago (EUA). Trata-se de um evento da "International Socialist Organization", e que, na sua publicação principal - "The Socialist Worker" -,  declara abertamente: "Pertencemos à tradição Marxista, fundada por Karl Marx e Frederick Engels, e continuada por V. I. Lenin, Rosa Luxemburgo e Leon Trotsky" (David Horowitz).

Eis o ativista Glenn Greenwald, "marido" / "esposa" de David Miranda, o psolista que irá substituir Jean Wyllys na Câmara dos Deputados.

V.

Em 2012, Glenn Greenwald esteve novamente na "Socialism Conference", em Chicago (EUA). A imagem é um registro de sua participação, que aconteceu no dia 29 de junho. Discursando sobre o tema "terrorismo", o jornalista soltou esta aberração:
"Temos organizações na lista oficial de terrorismo que não são nem remotamente uma ameaça aos Estados Unidos, como o HEZBOLLAH e o HAMMAS, que, independentemente do que vocês pensem sobre elas, não estão comprometidas de forma alguma nocivas aos americanos. Elas se dedicam a proteger os seus cidadãos contra o Estado de Israel. Apesar disso, é criminoso nos Estados Unidos fazer qualquer coisa que seja considerado apoio ao Hezbollah e ao Hamas" (D. Horowitz).
É o que pensa Glenn Greenwald sobre o terrorismo islâmico. Greenwald, o "companheiro" de David Miranda, o psolista que estará no lugar de Jean Wyllys na Câmara dos Deputados. Greenwald, que espalhou para o mundo inteiro que a petista Dilma Rousseff, despachante do Foro de São Paulo, foi vítima de um "golpe".

VI.

Em 28 de junho de 2013, - via Skype - o jornalista Glenn Greenwald participou novamente da "Socialism Conference", de Chicago (EUA). Entre os temas do evento: Marxismo, o suposto "declínio" do Capitalismo, Imperialismo americano, racismo, os abusos de Israel contra o povo palestino, enfim, a esquizofrênica pauta comunista. 

Note que a participação de Greenwald se deu pouco tempo antes de o seu "parceiro" - David Miranda - ser detido em Londres, no dia 18 de agosto de 2018. Detenção sob o motivo de "terrorismo" e espionagem, uma vez que estava na posse de documentos confidenciais que poderiam comprometer a segurança do Reino Unido. David Miranda, o comuno-psolista que irá substituir Jean Wyllys na Câmara dos Deputados. 

PS. "Sexuality and Socialism", livro de Sherry Wolf. Destaque na imagem para a ideologia de gênero LGBT-gayzista, que é utilizada pelo movimento comunista. Glenn Greenwald e o seu "companheiro" David Miranda são mais uma prova encarnada disso. 

VII.

Glenn Greenwald não participou apenas dos eventos anuais da "Socialism Conference" (cf. "notas" anteriores sobre o assunto). O jornalista americano e "companheiro" de David Miranda, o comuno-psolista que irá substituir Jean Wyllys na Câmara dos Deputados, frequenta eventos da CAIR (cf. imagens). 

Para quem nunca ouviu falar, o "Council on American-Islamic Relations" (CAIR), que se apresenta como simples organização muçulmana de direitos civis, tem ligações com a Irmandade Muçulmana e com o Hamas. É o que explica, e prova com investigações de autoridades americanas, Robert Spencer, estudioso sobre o assunto que acompanha as manobras do terrorismo islâmico [8]. 

A "proximidade" com o CAIR talvez explique o ativismo de Greenwald contra a suposta "islamofobia" e a declaração escabrosa que o "companheiro" de David Miranda deu em 2012, no evento comunista da "Socialism Conference": "Temos organizações na lista oficial de terrorismo que não são nem remotamente uma ameaça aos Estados Unidos, como o HEZBOLLAH e o HAMMAS, que, independentemente do que vocês pensem sobre elas, não estão comprometidas de forma alguma nocivas aos americanos. Elas se dedicam a proteger os seus cidadãos contra o Estado de Israel. Apesar disso, é criminoso nos Estados Unidos fazer qualquer coisa que seja considerado apoio ao Hezbollah e ao Hamas" (D. Horowitz).

"Proximidade" que gerou nos Estados Unidos, não só uma suspeita de ameaça à segurança nacional, uma vez que Greenwald está na posse de documentos sigilosos roubados por Edward Snowden - com David Miranda inclusive detido em Londres, em 2013, sob a acusação de "terrorismo" e espionagem -, mas uma fundamentada questão sobre a possibilidade de prisão do jornalista americano [9]. 

VIII.

Questão: se nos Estados Unidos cogitou-se a prisão de Glenn Greenwald por estar na posse de documentos roubados, e que comprometiam a segurança do país, sobretudo pela relação do jornalista com o CAIR - que tem ligações com o terrorismo islâmico [10] -, por que a segurança do Brasil também não estaria ameaçada agora, que David Miranda, "companheiro" comuno-psolista de Greenwald, irá ocupar a vaga de Jean Wyllys na Câmara dos Deputados, uma vez que o próprio David Miranda foi detido em Londres, sob a acusação de "terrorismo" e espionagem, na posse também de arquivos sigilosos roubados? (cf. "notas" anteriores). 

IX.

Observe a imagem. Em 2016, David Miranda concorreu a uma cadeira na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro (RJ). Na oportunidade, o psolista que agora irá substituir Jean Wyllys na Câmara dos Deputados declarou ao TSE um patrimônio de R$ 74.825,00 (cf. imagem). Com esse patrimônio, no entanto, ele foi quem mais contribuiu para a sua própria campanha, e com um valor superior ao que declarou: R$ 250.000,00 - sim, 250.000 reais! (cf. imagem) [11].

Na tentativa de justificar a discrepância, David Miranda afirmou que o "montante" era "fruto de créditos recebidos em 2016", por ter sido "responsável por agenciar a atividade jornalística de Glenn Greenwald no Brasil" [12]. Explicação no mínimo estranha, mas também "curiosa" por sua menção ao seu "companheiro". É que Greenwald, em 2016, fazia um trabalho "jornalístico" na defesa da então Presidente Dilma Rousseff, alardeando a escabrosa tese de que a despachante do Foro de São Paulo havia sido vítima de um "golpe". 

X.

Ora, ora... Preconceito? Anti-semitismo? Bolsonaro "nazista"? Pois é... Em 2018, David Miranda divulgou uma "nota" do PSOL em "repúdio (!) à presença de Israel" na Parada Gay de São Paulo (cf. imagem). 

Eis o gayzismo seletivo, com todas as suas distorções e perturbações ideológicas, dos que se auto-proclamam representante dos homossexuais. David Miranda, o comuno-psolista que irá substituir Jean Wyllys na Câmara dos Deputados e que é "companheiro" de Glenn Greenwald. O jornalista americano que em 2012, na "Socialism Conference", declarou: "Temos organizações na lista oficial de terrorismo que não são nem remotamente uma ameaça aos Estados Unidos, como o HEZBOLLAH e o HAMMAS, que, independentemente do que vocês pensem sobre elas, não estão comprometidas de forma alguma nocivas aos americanos. Elas se dedicam a proteger os seus cidadãos contra o Estado de Israel. Apesar disso, é criminoso nos Estados Unidos fazer qualquer coisa que seja considerado apoio ao Hezbollah e ao Hamas". Glenn Greenwald, que é "próximo" do "Council on American-Islamic Relations" (CAIR), que tem ligações com a Irmandade Muçulmana e com o Hammas [13]. 

XI.


Em 2017, ao ser chamado de "fascista cretino" pelo jornalista Glenn Greenwald - "companheiro" do psolista David Miranda, que irá substituir Jean Wyllys na Câmara dos Deputados -, Bolsonaro respondeu de forma bastante "singela".

XII.

Um dado a mais sobre o "companheiro" do psolista David Miranda, suplente de Jean Wyllys na Câmara dos Deputados. Em 2016, Glenn Greenwald se uniu a "apóstolos" da Teologia da Libertação, na tentativa de "consagrar" a farsa de que Dilma Rousseff, despachante do Foro de São Paulo, havia sido vítima de um "golpe". Confira a imagem. O livro foi assinado não só pelo "jornalista" americano - "marido" / "esposa" de David Miranda -, Leonardo Boff e Frei Betto (o marxista Michael Löwy também já se dedicou à Teologia da Libertação), mas pela despachante do Foro mesma, a Presidente impichada Dilma Rousseff, e o presidiário Luiz Inácio Lula da Silva. Completam a lista dos mais conhecidos do público, João Pedro Stédile, líder da gangue de sem terra do MST - milícia do Foro de São Paulo [14] - e o "nobel da paz", Adolfo Pérez Esquivel, que mais parece um militante da organização fundada por Lula e por Fidel Castro (com articulações de Frei Betto) para transformar a América Latina na imensa "Patria Grande" comunista [15]. 

XIII.

Das provas documentais que os comunistas tanto detestam, ou que eles frequentemente adoram falsear. Há poucos dias, o agora deputado federal David Miranda, psolista suplente de Jean Wyllys, denunciou nas suas redes sociais como "fake news" a informação de que ele fora acusado de "terrorismo" no Reino Unido [16]. Para isso, citou um artigo da AFP-Brasil que traz o recorte de uma decisão da corte de apelação britânica sobre o fato [17]. Mas, é no mínimo curioso que o "recorte" publicado seja apenas de um dos itens, e não da "conclusão geral" da decisão. 

Sim, houve controvérsia quanto à legislação utilizada para fundamentar a detenção, no que trata sobre o "terrorismo", e a sua compatibilidade com a legislação internacional. Porém, está lá, na conclusão: "Eu considero que o exercício do poder de detenção do caso 7 com relação ao senhor Miranda, no dia 18 de agosto de 2013, foi legal" (cf. imagem) [18]. Em outras palavras, independentemente da controvérsia a respeito do termo e da legislação, a detenção de David Miranda foi legal - sim, legal (!). 

E mais. Todo o debate travado ali é o que no direito se chamaria "defesa indireta", isto é, restrita a aspectos formais, secundários, acidentais, sem entrar propriamente no mérito da questão, no conteúdo próprio da acusação. Para dirimir todas as dúvidas, bastaria ao "senhor" David Miranda revelar o conteúdo do material ("computer drives") que ele carregava. Por que não revelou? Por que o empenho para resguardar esse conteúdo sob o sigilo da atividade jornalística (atividade que David Miranda sequer reivindicou no momento da sua detenção [19], e que é exercida pelo seu "companheiro", Glenn Greenwald)? As informações contidas ali não comprometeriam mesmo a segurança do Reino Unido, e não fariam com que o seu portador incorresse em atividade terrorista? O nome Edward Snowden já sugere uma resposta.   


REFERÊNCIAS.


[2]. idem. 


[4]. Cf. "Jean, paternidade e lições sobre o Comunismo" [https://b-braga.blogspot.com/2013/01/jean-paternidade-e-licoes-sobre-o.html].


[6]. idem.


[8]. Cf. [https://youtu.be/TI--JC6J2OI]. (*) Robert Spencer é o autor do livro publicado no Brasil com o título "Manual Politicamente Incorreto do Islã e das Cruzadas" (Vide editorial).  


[10]. Cf. [http://bit.ly/2MChe4k].

[11]. Os dados podem ser conferidos no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) relacionado a David Miranda [http://divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/#/candidato/2016/2/60011/190000003396].


[13]. Cf. [http://bit.ly/2MChe4k].


[15]. Cf. "'Nobel da Paz' ou agente do Foro de São Paulo?" [https://b-braga.blogspot.com/2016/04/nobel-da-paz-ou-agente-do-foro-de-sao.html].

[16]. Cf. [http://bit.ly/2BbKZVl].

[17]. Cf. [http://bit.ly/2GiI3JT].  

[18]. A decisão completa da corte de apelação britânica pode ser lida aqui: [https://www.judiciary.uk/wp-content/uploads/2016/01/miranda-v-home-sec-judgment.pdf].

[19]. idem. 20.

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