Thursday, November 07, 2013

Proposta PETISTA-SOCIALISTA-COMUNISTA: DESMILITARIZAÇÃO das polícias.

Bruno Braga.


O Senador Lindbergh Farias (PT-RJ) é o autor da Proposta de Emenda à Constituição – PEC 51-2013 – que visa reestruturar o modelo de segurança pública a partir da DESMILITARIZAÇÃO do modelo policial.

Líder estudantil, Lindbergh esteve à frente dos “caras-pintadas”, transformados em símbolo do impeachment de Fernando Collor. Nos anos 90 ele protestou por causa de um Fiat Elba. No entanto, hoje, não tem a menor vergonha de servir à QUADRILHA do PT, que comandou o maior esquema de corrupção da história do país – o MENSALÃO – e que compõe o criminoso projeto revolucionário SOCIALISTA-COMUNISTA latino-americano conduzido pelo Foro de São Paulo.

No alto, canto esquerdo, o “cara-pintada” Lindbergh Farias segura uma bandeira da antiga União Soviética; abaixo, uma foto com Luiz Inácio, o “Chefe”.

A PEC 51-2013 - proposta pelo “cara-pintada” PETISTA-SOCIALISTA-COMUNISTA – incide principalmente sobre a Polícia Militar. Uma reformulação radical que lança a hipótese de a corporação ser absorvida por outros órgãos de segurança pública. Mas não é só isso.

O projeto de Lindbergh insere a patrulha sindical SOCIALISTA-COMUNISTA na estrutura policial. Ela é maquiada com expressões apelativas como “mecanismos de participação e de controle SOCIAL” [1]. Porém, aparece de forma explícita e direta através da “Ouvidoria Externa” e do “Ouvidor-geral”, que é escolhido com a participação daquele mesmo “sindicato”, disfarçado de “sociedade civil” [2].

A PEC 51-2013 ainda reformula uma expressão constitucional. Substitui “ordem pública” – estabelecida no texto do art. 144 – por “ordem pública DEMOCRÁTICA” [3]. A reformulação não é sem importância. “Democrático” é uma referência ampla e flexível. Por exemplo. Não só “Intelectuais” e artistas idiotizados, líderes e agentes políticos consideram que a quebradeira e a destruição disseminada pelos Black Blocs fazem parte da “ordem DEMOCRÁTICA”. Sendo assim, a ação policial, em vez de ser orientada pelos padrões comuns da cidadania, fica sob o julgamento incerto e perturbado dos grupos que se autoproclamam porta-vozes da “democracia”. Pior. Na medida em que estes mesmos grupos – como o próprio partido do senador Lindbergh Farias – organizam e instrumentalizam protestos públicos para forçarem a aprovação de seus projetos, então a força policial é algemada. Porque, caso ofereçam qualquer oposição a tais manifestações, serão automaticamente condenadas como ANTI-DEMOCRÁTICAS. A “ordem pública” é substituída pela ORDEM flexível – “DEMOCRÁTICA” - dos interesses e objetivos de determinados grupos.

Enfim, não é por acaso que a PEC 51-2013 tenha sido concebida – ou pelo menos apresentada – por um ex-manifestante – e por um partido – o PT – que é perito em manipular protestos públicos. Em última instância, a proposta enfraquecerá as forças que ainda têm a função de proteger o cidadão comum, fortalecendo, por outro lado, um projeto de concentração de poder – o projeto SOCIALISTA-COMUNISTA latino-americano dos próprios proponentes da PEC 51-2013.  

  
Notas.

[1]. Cf. Senado Federal. PEC 51-2013 [http://www.senado.gov.br/atividade/materia/getPDF.asp?t=137134&tp=1], pp. 01, 02, 06, 08.

[2]. Idem, pp. 03-04, 07.  

[3]. Idem, p. 02.


Artigos recomendados.

BRAGA, Bruno. “’Capitão Nascimento’ conspira contra a Polícia” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/11/capitao-nascimento-conspira-contra.html].

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