Bruno Braga.

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia negam as acusações - acusações fartamente documentadas [2].
As FARC são sócias do PT no Foro de São Paulo - em um comunicado à organização fundada por Lula e por Fidel Castro agradeceram ao partido da Presidente abortista Dilma Rousseff por manter vivo o movimento comunista na América Latina [3]. A diretriz que impede a gravidez de guerrilheiras, que determina o assassinato de seus filhos, e a prisão do "enfermero" abortista remetem aos grupos terroristas que - com a colaboração da, hoje, mandatária petista - tentaram certa vez implantar pelas armas o comunismo no Brasil. Eles tinham orientação semelhante: mulheres não podiam engravidar, e a ordem era abortar. Foi o caso, por exemplo, de Eleonora Menicucci. A Ministra abortista da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidente Dilma foi militante do POC (Partido Operário Comunista). Ela, que acha "uma coisa muito linda" a "técnica" de sucção e dilaceramento de fetos - tendo recebido treinamento clandestino na Colômbia - passou por um aborto. Menicucci conta a experiência macabra assim:
[...] “nós decidimos, eu e o partido, que eu deveria fazer aborto” [...] “A luta armada aqui. E um detalhe importante nessa trajetória é que, seis meses depois de essa minha filha ter nascido, eu fiquei grávida outra vez. Aí, junto com a organização nós decidimos, a organização, nós, que eu deveria fazer aborto porque não era possível...” [4].
REFERÊNCIAS.
[1]. Cf. [http://www.noticiascaracol.com/mundo/queda-libre-el-enfermero-de-las-farc-acusado-de-500-abortos-forzados].
[3]. Cf. "Um desajuste nocivo" [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/07/um-desajuste-nocivo.html].
[4]. Cf. "Teste de sensibilidade - Um resultado provável" [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/03/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x_18.html].
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