Saturday, May 18, 2019

A 57a. Assembleia Geral dos Bispos e a militância cnbbista.

Bruno Braga.
Notas publicadas no Facebook.


I.

A "mensagem da CNBB ao povo brasileiro", publicada por ocasião da sua 57a. Assembleia Geral, está mais para "manifesto da militância cnbbista contra o povo brasileiro" [1]. 

Basta o mínimo de informação para ser capaz de identificar, no "manifesto" da Conferência dos Bispos, estereótipos, tipos, lugares comuns, distorções - e as falsificações! - que lotam o discurso comuno-esquerdista. Como é possível que Bispos católicos subscrevam uma "mensagem" que utilize o já batido e furado conceito de "feminicídio"? Mas não é só isso. 

A CNBB - Conferência dos Bispos acusa o governo brasileiro de fazer a "opção" por um "liberalismo exacerbado e perverso, que desidrata o Estado quase ao ponto de eliminá-lo, ignorando as políticas sociais de vital importância para a maioria da população". É óbvio que não estou aqui para uma defesa do liberalismo, o bom senso mostra que sem os parâmetros devidos ele pode sim gerar problemas. Mas, onde está esse "liberalismo exacerbado e perverso" que a Conferência dos Bispos denuncia? Que políticas sociais foram "ignoradas", tendo em vista até mesmo a concessão de um "13o" para o Bolsa Família? 

Fala-se no "cuidado especial" com a "educação" que, segundo os Bispos, está "gravemente ameaçada com corte de verbas, retirada de disciplinas necessárias à formação humana e desconsideração da importância das pesquisas". É patente que todo o alarde feito com o tal corte de verbas é instigado sobretudo pelos que mais usufruem das próprias verbas, ou por quem ainda se deixa enganar pelo discurso idealizado e embelezado a respeito da educação e das universidades. Falo com conhecimento de causa, pois sou formado em Filosofia, exatamente em uma das "disciplinas" que a CNBB diz ser "necessária" para a "formação humana". E eu vi com os meus próprios olhos o contrário: a mais absoluta degradação humana, moral e intelectual. Várias vezes dei o meu testemunho nas redes sociais sobre a universidade. Militância comunista, território livre para o tráfico e o consumo de drogas, o turismo acadêmico pelo país e pelo mundo, desvio de verbas e de bolsas de pesquisa, etc., etc. Pesquisas completamente estúpidas que eu mesmo conferia semanalmente estampadas pelos corredores. É que o cidadão não sabe que paga com o seu dinheiro suado "pesquisas" sobre a propaganda do sabão em pó OMO, ou para avaliar se na "Odisseia" de Homero, Penélope de fato ouviu o canto dos pretendentes - para não falar de outros absurdos que vieram a público. E a CNBB vem me falar, com um país praticamente quebrado, em "desconsideração da importância das pesquisas"? O que esses Bispos sabem a respeito do ambiente e da pesquisa universitária? Santa paciência...  

A Conferência dos Bispos ainda repete o grito de ordem comunista: "é necessário preservar os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras". Mas quais direitos foram cortados e suprimidos?

A CNBB desarmamentista prega: "o verdadeiro discípulo de Jesus terá sempre no amor, no diálogo e na reconciliação a via eficaz para responder à violência e à falta de segurança, inspirado no mandamento 'Não matarás' e não em projetos que flexibilizem a posse e o porte de armas". Prega com palavras de um falso "amor", e esconde o próprio Catecismo da Igreja Católica, que prevê a legítima defesa, inclusive armada e, se necessário for, ao ponto de matar o agressor (CIC 2263, 2264 ss.). 

"Povos originários". A CNBB fala da "ameaça aos direitos dos povos indígenas", como se fosse realmente representante dos índios. Expressa muito mais as posições dos "índios" fabricados em universidades, fantasiados pelos "movimentos sociais" e pelo CIMI. Conselho Indigenista Missionário, ligado à própria CNBB, e envolvido em uma série de escândalos, sendo inclusive objeto de CPI [2]. A Conferência dos Bispos estaria também explorando os "povos indígenas"? Como responde a tantas denúncias?  

A CNBB fala de "criminalização" e levanta-se na defesa dos "movimentos sociais, as organizações populares e demais instituições e grupos comprometidos com a defesa dos direitos humanos e do Estado Democrático de Direito". Exige a "democracia participativa" com os "Conselhos paritários" e denuncia a extinção deles com o decreto 9.759/2019. Ora, nessa história não há mais inocentes. Todos sabem - inclusive esses Bispos! - o que são os "movimentos sociais" e "organizações populares", e para quem trabalham. Eles, que transformaram os tais "conselhos", sob o pretexto de aumentar a "democracia participativa", em verdadeiros "soviets": o aparelhamento da administração e dos poderes públicos com o intuito de ampliar e fortalecer o criminoso esquema de poder comunista [3].

Sobre a Reforma da Previdência, a CNBB diz que é "necessária", mas em seguida vem com a exigência da "participação popular". Claro, com a população representada por aqueles mesmos "movimentos sociais" e "organizações populares" que estão a serviço do PT, do Foro de São Paulo e do esquema comunista, isto é, que não querem saber de projeto, discussão, de nada: são contra a reforma para, não só sabotar um governo, mas para sabotar o país, uma vez que, se não for aprovada, o Brasil quebra. E a CNBB parece estar engajada nisso: é contra a reforma [4] e está alinhada com a CUT, CTB, Intersindical, etc., etc. [5].

Enfim, é o bastante para reconhecer que a "mensagem" da CNBB é de fato um autêntico "manifesto" da militância cnbbista. "Inspirados" pela nefasta Teologia da Libertação - e por uma vergonhosa Campanha da Fraternidade [6] -, a Conferência dos Bispos tornou-se isso ai. Não tem credibilidade mesmo para o fiel que tenha a noção mais rasa da sua fé e pelo menos um pé na realidade. Fica cada vez mais evidente que não tem a menor condição de representar a Santa Igreja e os católicos, que estão cada vez mais percebendo isso.

II.

Ora, que maravilha... Veja quem foi à tribunal da Câmara dos Deputados pregar e enaltecer a "Mensagem da CNBB ao povo brasileiro" [7]: o "padre do PT"! Precisa expressão maior que essa para demonstrar o "alinhamento" político entre facções comunistas e a Conferência dos Bispos? Um "alinhamento" evidentemente contrário aos princípios e orientações da Santa Igreja Católica, mas fiel aos "cânones" da nefasta Teologia da Libertação.  

Padre João PT, que aproveitou para "saudar" a eleição de Dom Walmor para a presidência da CNBB - Conferência dos Bispos.


III.

"Eleições - A 'nova' cara da CNBB".

Bernardo Pires Küster.

Assista: 


IV.

Dom Mário Antônio da Silva, que agora é um dos vice-presidentes da CNBB - Conferência dos Bispos. O Bispo de Roraima e presidente do Regional Norte I da CNBB, - que ostenta no dedo um anel de tucum, o amuleto da Teologia da Libertação -, trabalha para que o Sínodo da Amazônia aprove a "ordenação" de "diaconisas" e de "sacerdotisas" ("ministério da presidência eucarística, para homens e mulheres (!)). Confira a imagem. Logo abaixo reproduzo a "nota" que publiquei no dia 14 de fevereio para tratar dessa investida escabrosa (cf. [http://bit.ly/2BErgO9]).
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NOTA.

Bruno Braga.

Ora, ora... Para os que acusam "exagero", "alarmismo", debocham como se fosse "teoria da conspiração", eis o documento. A Regional Norte 1 da CNBB - Conferência dos Bispos está trabalhando sim para que no Sínodo da Amazônia se aprove a "ordenação" de "diaconisas" - e de "sacerdotisas" ("ministério da presidência eucarística, para homens e mulheres (!)) (cf. imagem). A carta é resultado da "assembleia territorial pré-sinodal", que foi realizada entre os dias 30 de novembro e 02 de dezembro de 2018, em Manaus, com o objetivo de "sintetizar todas as escutas realizadas com os mais diversos grupos das nove (arqui)dioceses e prelazias do Amazonas e de Roraima" [...] "síntese realizada a partir dos 34 relatórios de escutas enviados à equipe de trabalho" [8].

Observe que a carta ainda traz alguns termos que causam no mínimo desconfiança e suspeita, tais como "liturgia e sacramentos inculturados", "diálogo inter-religioso" e "intercultural", "teologia indígena". Claro, Dom Mario Antonio da Silva - Bispo de Roraima e presidente do Regional Norte I da CNBB - não poderia deixar de lado o cenário político, com a eleição de Jair Bolsonaro para a Presidência da República: "Sabemos que o caminho é a comunidade, é o bem de família, e ao mesmo tempo vida em abundância para todos. Vivemos em tempos difíceis de muitos desafios e também de possíveis ameaças a nível nacional" [...] [9].

Enfim, não é só o governo Bolsonaro que tem razões legítimas para acompanhar as "pautas" do Sínodo da Amazônia [10], o católico também - pois a sua Santa Igreja estará mais uma vez sob o intenso ataque do "apostolado" da revolução.

V.

Dom Joaquim Giovani Mol. O "cabo eleitoral" de Fernando Haddad, nas últimas eleições, e que acaba de ser eleito presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação Social da CNBB - Conferência dos Bispos. Leia: "O engajamento da Arquidiocese de BH na campanha eleitoral comuno-petista" [11].

[...] "Dom Mol, que é Bispo auxiliar na capital mineira, tornou-se conhecido por ser o presidente da Comissão para o Acompanhamento da Reforma Política da CNBB em uma proposta encabeçada pela própria Conferência dos Bispos. Proposta de reforma política que por meio do truque, da fraude e do engano tentava ampliar e fortalecer o esquema de poder comuno-petista. Dom Mol ficou famoso também por protagonizar uma cena grotesca, subindo em um caminhão da CUT - braço do PT e do Foro de São Paulo - para debochar da sacristia e fazer militância política. Dom Mol, o promotor da ideologia de gênero LGBT-gayzista na Arquidiocese de BH e na PUC-Minas, universidade da qual é reitor" [12].

VI.

Dom Joaquim Giovani Mol, o novo presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação Social da CNBB - Conferência dos Bispos, e o "charlatanismo sem limites" contra os "tradicionalistas" (e evidentemente contra os conservadores). Esta é a reprodução de uma "nota" que publiquei no dia 24 de outubro de 2018 (*), e que mostra nas mãos de quem estará a comunicação da CNBB. A propósito, a Conferência dos Bispos acionaria o seu "serviço de checagem de notícias relacionadas" (**) para a postagem de Dom Mol, o seu próprio presidente de Comunicação? Leia:
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O charlatanismo sem limites. Dom Mol não esconde o seu compromisso com a militância comunista. Publiquei recentemente uma denúncia sobre um evento que contou com a sua participação, um verdadeiro ato de campanha comuno-petista [13]. 

Leia agora o texto que o Bispo auxiliar da Arquidiocese de BH "compartilhou" nas suas redes sociais (cf. imagem). Não é preciso explicá-lo, trata-se de uma aberração auto-evidente. O detalhe, porém, é a fonte: "Documento 105 da CNBB, n. 140". 

Denúncias, engajamento na campanha eleitoral comunista [14], não se pode mais duvidar da capacidade da CNBB - Conferência dos Bispos de escandalizar. No entanto, verifique o texto "compartilhado" por Dom Mol no "Documento 105 da CNBB" [15]. Procure, não vai encontrar: ele simplesmente não existe! Não é possível encontrá-lo sequer nos mecanismos de busca da internet.

Dom Mol inventou o texto e criou a imagem? Ele copiou da pessoa responsável pela fraude? Ou entrou em uma corrente de "compartilhamentos" sem ao menos verificar a fonte? Certo é que ele concorda com o que está escrito. E por trás do ataque contra o que se chama de "tradicionalistas", não está apenas um ato de militância comunista, mas um ataque contra a Santa Igreja Católica - fundada na Tradição -, que Dom Mol a todo custo e de forma doentia tenta "transformar" com os seus "ideias" e sua agenda LGBT-gayzista [16]. 

(*) Observe na imagem que o texto foi "curtido" por José Antônio Oliveira. O picareta que engana os católicos da Arquidiocese de Mariana valendo-se da autoridade de "padre", conhecido pelas ofensas contra a Santíssima Virgem Maria, e que recentemente tentou justificar o sacrilégio monstruoso cometido por Fernando Haddad e Manuela d'Ávila [17]. Um cabo eleitoral de batina [18]. 



VII.

No atual estado de coisas, o padre ou Bispo que reduz toda a massa de documentos e provas sobre os absurdos e escândalos, sobre a militância comuno-esquerdista e o "apostolado" da Teologia da Libertação, os erros e desvios (e quem sabe até mesmo crimes (!)) da CNBB - Conferência dos Bispos a "boatos" que "circulam" nas "redes sociais", a "fake news", à ação de fiéis que supostamente querem ser mais "católicos" que o Papa ou que pretendem fomentar a "divisão", enfim, o padre ou Bispo que diz isso está dando um atestado público de burrice ou de má-fé. Ponto. Não há outra opção.  

VIII.

Os Bispos cnbbista (que evidentemente não representam todos os Bispos do Brasil) absorveram e internalizaram de tal forma os "cânones" da escabrosa Teologia da Libertação que agora não só pregam com a politização da fé e falam sobre política, eles se comportam exatamente como políticos. Diante dos escândalos que chocam quase que diariamente os católicos, uma massa de provas e documentos sobre desvios, erros - e quem sabe até crimes! -, os Bispos cnbbistas não sabem de nada, não viram nada; e quando se manifestam ou falam alguma coisa, reduzem tudo à "intriga da oposição" - ou das "redes sociais".  

IX.

Assistindo com tristeza ao flagelo comunista na Venezuela, ouvi muita gente recordar: "Imagina se o Haddad tivesse vencido as eleições"... E quanto à CNBB - Conferência dos Bispos? Imagina se o Haddad e o PT tivessem ganhado as eleições... 

X.

A pergunta para o novo presidente da CNBB - Conferência dos Bispos - Dom Walmor Oliveira de Azevedo -, que é também o Arcebispo da Arquidiocese de BH, é direta e objetiva: qual é o envolvimento das pastorais, sobretudo de uma tal "Pastoral Metropolitana dos Sem Casa", com o "padre do PT"? O Padre João PT, que reelegeu-se deputado federal, enganando os católicos com os embustes da Teologia da Libertação e com uma campanha autuada pela polícia [19]. 

O picareta da Arquidiocese de Mariana, e que mantém um escritório na capital mineira, ainda disse ter recebido dos "representantes" da "pastoral" um "Manual de Encontros de grupo para formação inicial semanal". O "manual" dos "sem casa" segue os mesmos princípios dos sem terra e sem teto - facções associadas ao criminoso esquema de poder comunista do PT? 


REFERÊNCIAS.


[2]. Cf. "A Campanha da Fraternidade 2019 e as "políticas públicas" da militância cnbbista", nota III [https://b-braga.blogspot.com/2019/04/a-campanha-da-fraternidade-2019-e-as.html].




[6]. Cf. "A Campanha da Fraternidade 2019 e as 'políticas públicas' da militância cnbbista" [https://b-braga.blogspot.com/2019/04/a-campanha-da-fraternidade-2019-e-as.html].

[7]. Ou, como chamei em uma "nota " anterior, "manifesto da militância cnbbista contra o povo brasileiro". Cf. [http://bit.ly/2HeyN8e]. 


[9]. idem.

[10]. Cf. [http://bit.ly/2N2hRnY].


[12]. idem. 

[13]. "O engajamento da Arquidiocese de BH na campanha eleitoral comuno-petista" [https://b-braga.blogspot.com/2018/09/o-engajamento-da-arquidiocese-de-bh-na.html].



[16]. Cf. referência [1].

[17]. Cf. [http://bit.ly/2Ahqq9I].


[19]. Cf. "João: a campanha eleitoral vigarista do 'padre do PT'" [https://b-braga.blogspot.com/2018/10/joao-campanha-eleitoral-vigarista-do.html].

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