Neste
documentário o Dr. Nathanson – o obstetra e ginecologista que deixou as
fileiras do ativismo abortista para trabalhar em favor da vida – focaliza o
aborto realizado na fase tardia da gestação.
O
vídeo está em inglês. Apesar disso, quem não compreende o idioma não terá
dificuldade para compreender - através das fortes imagens apresentadas – o que de
fato é o aborto.
Na
década de 60, Bernard Nathanson – obstetra e ginecologista - participou
ativamente do Movimento abortista nos Estados Unidos. Porém, depois de rever as
suas posições, e arrependido, o próprio Dr. Nathanson confessou: havia
recorrido à fraude para ver o projeto realizado.
Duas
eram as principais estratégias dos ativistas: (1) falsificar estatísticas e
pesquisas; (2) eleger um “inimigo da causa” e da “humanidade” – no caso
específico, a Igreja Católica, sua hierarquia de bispos e cardeais.
“Conseguimos inculcar a ideia nas
pessoas de que a Igreja Católica era a culpada da não aprovação da lei do
aborto. Como era importante não criar antagonismos entre os próprios americanos
de distintas crenças, isolamos a hierarquia, bispos e cardeais como os ‘maus’.
Essa tática foi tão eficaz que, ainda hoje, se emprega em outros países. Aos
católicos que se opunham ao aborto se lhes acusava de estar enfeitiçados pela
hierarquia e os que o aceitavam se lhes considerava como modernos,
progressistas, liberais e mais esclarecidos”.
[...]
“Outra
tática que empregamos contra a Igreja foi acusar os seus sacerdotes, quando
tomavam parte nos debates públicos contra o aborto, de meter-se em política e
de que isso era inconstitucional. O público acreditou facilmente apesar da
falácia do argumento ser clara” [1].
Com
a disseminação da prática legal do aborto nos Estados Unidos, Dr. Nathanson tornou-se
diretor da maior clínica abortista do mundo, do “Centro de Saúde Sexual”, em
Nova York. A “eficiência” de seu trabalho pode ser avaliada pela contabilidade
macabra: “60.000 abortos foram praticados sob minhas ordens e uns 5.000 foram
feitos pessoalmente por mim”.
Porém,
o Dr. Nathanson investiu nos estudo e na pesquisa, e com a oportunidade de
observação trazida pelo desenvolvimento do aparelho de ultrassom, ele se
certificou de algo que já sabia: o feto vivo é um ser humano. E assegurou, o
problema do aborto não é “confessional”, ou seja, não é uma questão de “dogma”
religioso ou simplesmente uma “crença cega e irracional”: “não é que eu
acredite, mas é que sei que a vida começa no momento da concepção e deve ser
inviolável” [2].
Dr.
Nathanson mudou radicalmente sua posição sobre o aborto. E em um sincero ato de
confissão, ele reconheceu que havia participado e contribuído – com a causa
abortista – para a realização de um verdadeiro holocausto nos Estados Unidos.
Arrependido, passou, então, a advogar em favor da vida. Para isso, não mediu
esforços. Revelou as fraudes promovidas pelo Movimento abortista, e utilizou a
pesquisa científica como instrumento de orientação e esclarecimento.
Dr.
Nathanson – que se converteu ao Catolicismo em 1996 – morreu em 2011. O seu
trabalho, no entanto, permanece vivo. Não só como fonte de inspiração, de um
esforço incansável e dramático para remediar o mal que ajudou a disseminar; mas
como testemunho direto dos métodos e estratégias adotados pelo ativismo abortista.
A perpétua falsificação de estatísticas e pesquisas, que são reproduzidas como
“verdades sacrossantas” – inclusive por uma Ministra que milita em favor da
causa, como Eleonora Menicucci; e a eleição ardilosa da religião – mas,
sobretudo da Igreja Católica – como “inimiga da humanidade”, representante do “irracional”
e “anticientífico”. Atualidade de um trabalho que pode ser reconhecida com um
olhar sobre o ativismo para, depois, ouvir o próprio Dr. Nathanson: “quando
mais tarde os pró-abortistas usavam os mesmos ‘slogans’ e argumentos que eu
havia preparado em 1968, ria muito porque eu havia sido um dos seus inventores
e sabia muito bem que eram mentiras” [3].
“O
Grito Silencioso” (“The Silent Scream”) [1984]. Documentário educativo contra o
aborto narrado pelo Dr. Bernard Nathanson.
Neste
documentário o Dr. Nathanson – o obstetra e ginecologista que deixou as
fileiras do ativismo abortista para trabalhar em favor da vida – focaliza o
aborto realizado na fase tardia da gestação.
O
vídeo está em inglês. Apesar disso, quem não compreende o idioma não terá
dificuldade para compreender - através das fortes imagens apresentadas – o que de
fato é o aborto.
O
Ministério da Saúde – através da Secretaria de Atenção à Saúde (Departamento de
Ações Programáticas Estratégicas) – confeccionou uma cartilha com instruções para
a utilização do Misoprostol, medicamento abortivo, mais conhecido como Cytotec,
cuja venda é proibida no Brasil.
O
material seria, aparentemente, destinado a um público especializado. No
entanto, uma série de fatores coloca em dúvida este propósito: a tiragem, que ultrapassa
em mais de dez vezes o número de profissionais da área de ginecologia e
obstetrícia; a falta de cotejamento com outros medicamentos, método comum em
publicações técnicas – mas, sobretudo, a linguagem, simples, direta e didática,
própria para o público leigo.
A
publicação do folheto sobre o Misoprostol era um compromisso que já estava marcado
na agenda abortista. Em Junho de 2012, o Ministério da Saúde manifestou a
intenção de elaborar – sob o pretexto da política de “redução de danos” - uma
cartilha com orientações para a gestante praticar o aborto com segurança. Expressando
um cinismo abjeto, a Ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres - Eleonora
Menicucci, que realizou treinamento abortista clandestino na Colômbia na
técnica de sucção e dilaceramento do feto - declarou: “o governo entende que
não é crime orientar uma mulher sobre como praticar o aborto” [1].
A
cartilha Misoprostol é mais uma investida para ver realizada uma obsessão
mórbida. Não apenas da Ministra Eleonora Menicucci, mas da própria Presidente
da República. Dilma Rousseff, temendo o prejuízo nas urnas durante a corrida
eleitoral de 2010, retificou a posição abortista publicamente declarada e se
comprometeu a não trabalhar – caso fosse eleita – na implantação da prática macabra
no país. No entanto, com a faixa de Presidente no peito, aconteceu justamente o
contrário: a sua equipe de subordinados – valendo-se de métodos e meios escusos
– em um esforço concentrado para ver o aborto sendo realizado no Brasil.
No
dia 14 de Janeiro, integrantes da TFP – Tradição, Família e Propriedade – foram
surpreendidos. Eles levaram a caravana “Cruzada pela Família” – uma manifestação
pacífica em favor da família tradicional – até Curitiba. Porém, foram cercados por
um grupo contrário às suas bandeiras e princípios. Os “modernos” e
“progressistas” – entre eles ativistas e simpatizantes LGBT – investiram na
provocação. Insultaram os membros da TFP - contra eles proferiram todo tipo de
xingamento e insinuações. Gestos e simulações obscenos. Agressões físicas –
cusparada, soco e uma pedrada covarde dada pelas costas em um dos caravanistas,
que foi encaminhado até o hospital para estancar a marca da “tolerância”: o
sangue (ver os vídeos ao final do texto).
Não
é a primeira vez que os integrantes da TFP enfrentam – pacificamente – a fúria
dos que se apresentam como porta-vozes da “democracia” e da “diversidade de
opiniões”. Estes que, sob o princípio da inversão, acusam no outro, o ódio que espumam
pela boca. Esgoelam histericamente, com o dedo em riste e com os olhos
inflamados pela cólera, um sem-número de estereótipos – “fascistas” (!),
“nazistas” (!) -, certos, convictos de que realizam o nobre propósito de
eliminar e destruir o “retrógrado”, o “atrasado” e o “reacionário”.
Este
é o resultado perverso da pedagogia da inversão, que não tem o propósito de “conhecer”,
mas “sensibilizar”. Condicionar o comportamento através da construção do imaginário
– fixá-lo com uma série de estereótipos, que esvaziados de conteúdo descritivo,
são carregados de sentimentos de repulsa e de ódio. Quando um dos tipos associados
aparece publicamente, então o acesso é imediato: “fascista” (!) e “reacionário”
(!) – enquanto os gayzistas esbravejam “homofobia” (!).
A
pedagogia invertida - sob o pretexto da “tolerância” - esconde o totalitarismo macabro
do “politicamente correto”. Que não condiciona apenas o comportamento com
sentimentos e reações - acolher o que é determinado e repudiar preliminarmente
o que é contrário -, mas fixa o monopólio da manifestação e da expressão
pública, estabelecendo quem pode ou não expor os seus princípios e ideias. Tudo
o que se distancia das linhas traçadas previamente para este exótico conceito
de “tolerância” – e se afasta do conceito ardilosamente construído de
“democracia” – é automaticamente denunciado. É o caso, por exemplo, dos
integrantes da TFP: eles são “fascistas” e “reacionários” simplesmente porque
defendem a família tradicional e se opõem a um grupo que recebeu do
“politicamente correto” o monopólio – e a imunidade - da expressão pública, o Movimento
gayzista.
Este
processo não é acidental, ele é organizado. Organizações multibilionárias o
financiam, partidos políticos revolucionários o fomentam – ele recebe verba
pública, constituída do dinheiro do contribuinte. Tem o apoio de
“Intelectuais”, jornalistas e de professores universitários comprometidos, que
estimulam uma vaga expectativa de “futuro maravilhoso” – construída com dados e
argumentos ardilosos. Assim o projeto de “Novo mundo” recebe o apoio de
simpatizantes e de “idiotas úteis”, que o adotam com um entusiasmo inocente, ou
pelo constrangimento gerado pela publicidade escandalosa que aos berros se
autoproclama “a modernidade”. Ele esconde, porém, os seus beneficiários, a
elite que concentrará nas mãos o poder para projetar, ao seu gosto, o conjunto
inteiro da sociedade. O que aconteceu com os integrantes da TFP em Curitiba é o
resultado deste processo perverso, que pretende redefinir o conceito de
“democracia”, e instituir um novo parâmetro de “tolerância” – através da
pedagogia da inversão, pelo totalitarismo “politicamente correto”, ou até mesmo
a socos, pontapés, insultos ou pedradas.
Vídeo
gravado por alguém entusiasmado com a violência contra os integrantes da TFP.
Vídeo gravado pela TFP.
Obs. Na leitura do artigo observar a diferença entre o homossexual e o Movimento gayzista. Este último é a transformação da sexualidade em princípio de organização política e de promoção de engenharia social.
Jean
Wyllys – deputado federal e ativista gay – expressou recentemente – na coluna
de Mônica Bergamo – o desejo de ser pai. Ele planejava ter um filho com uma
amiga; mas ela o "traiu", se casou, se separou, e já tem duas filhas – uma delas
é afilhada do deputado. Depois da frustração, Jean Wyllys pretende adotar uma
criança para realizar seu sonho, e com a filha de José Stédile nos braços,
planeja: “Meu bebê chaga quando eu fizer 40” [1].
É
curioso que o ilustre deputado tente compensar a frustração biológica com um
instrumento jurídico. Porque, já que ele considera a sexualidade uma
“construção social” – estabelecida por costumes e práticas, sobretudo
religiosas -, então não haveria dificuldade para superar esta barreira “imposta”
artificialmente e realizar, com um companheiro do mesmo sexo, o sonho de ser
pai naturalmente. Se eu pudesse dar uma sugestão ao deputado, diria: tente –
sim, tente e apresente para o público a confirmação empírica de sua tese.
Esta
não foi a única revelação do líder gayzista. Falando a respeito de sua formação
intelectual, o ilustre deputado afirmou:
“A
Igreja Católica me deu as primeiras aulas de Comunismo”.
Mas,
a IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA profere realmente lições sobre o Comunismo?
Em 1949, a Congregação para a Doutrina da Fé publicou um documento para
orientar os seus fiéis:
1. É permitido aderir ao partido
comunista ou favorecê-lo de alguma maneira?
[Resposta].
Não. O comunismo é de fato materialista e anticristão; embora declarem às vezes
em palavras que não atacam a religião, os comunistas demonstram de fato, quer
pela doutrina, quer pelas ações, que são hostis a Deus, à verdadeira religião e
à Igreja de Cristo [2].
A
IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA, portanto, não ministra lições sobre o
Comunismo. Pelo contrário, ela o veda expressamente, inclusive com a
possibilidade de excomunhão automática (latae
sententiae) para o fiel que “professa”, “defende” e propaga o Comunismo,
esteja ele filiado a partidos, organizações ou instituições declaradamente
comunistas, ou que, mesmo sem a denominação estampada, que sustente princípios
comunistas – que vote em candidatos comunistas ou em seus aliados [3].
Portanto,
não foi a Igreja Católica que forneceu as primeiras aulas sobre o Comunismo
para o deputado gayzista. Mas onde ele as recebeu? Quais foram os seus mestres?
Jean Wyllys aponta as Comunidades Eclesiais de Base (CEB’s) como a fonte de sua
formação.
No
entanto, estas comunidades foram tomadas pela Teologia COMUNISTA da Libertação
e por seus “sacerdotes da revolução”, que subverteram o seu caráter eclesial e
as transformaram em instrumento de manipulação política – um perigo que o Papa
João Paulo II reconheceu em uma mensagem aos líderes das comunidades de base do
Brasil, em 1980:
“Ser eclesiais é sua marca original e seu modo de existir e
operar. Formam-se em comunidades orgânicas para melhor serem Igreja. E a base a
que se referem é de carácter nitidamente eclesial e não meramente sociológico
ou outro. Sublinho também esta eclesialidade porque o perigo de atenuar essa
dimensão, se não deixá-la desaparecer em benefício de outras, não é nem irreal
nem remoto, antes é sempre atual. É particularmente insistente o risco de
intromissão do político. Esta intromissão pode dar-se na própria gênese e
formação das Comunidades, que se congregariam não a partir de uma visão de
Igreja, mas com critérios e objetivos de ideologia política. Tal intromissão
porém, pode dar-se também sob a forma de instrumentalização política de
Comunidades que haviam nascido em perspectiva eclesial” [4].
Os
“sacerdotes da inversão” investiram contra a Igreja Católica – inoculando nela
princípios contrários à sua Fé e os maquiando, de modo a transformar os
próprios católicos em instrumento para a realização de seus objetivos políticos
e revolucionários.
Nestes
termos, Jean Wyllys não recebeu lições sobre o Comunismo da IGREJA CATÓLICA
APOSTÓLICA ROMANA, mas, sim, de Teologia COMUNISTA da Libertação – proferida
por algum “sacerdote da inversão”. Mas, apesar de ter deixado a Igreja e ter
abraçado os “ritos africanos”, o deputado gayzista – como um discípulo aplicado
- parece ter absorvido algo fundamental dos princípios e métodos ministrados
por seus mestres: investir contra a Igreja Católica para promover uma obscura
“revolução” – agora através da engenharia social, com projetos educacionais
gayzistas, instituição do casamento gay e regulamentação da prostituição [5].
[5].
Observar, na leitura do artigo, a diferença entre o homossexual e o Movimento
gayzista. Este último é a transformação da sexualidade em princípio de
organização política e de promoção de engenharia social.
A
UNE – União Nacional dos Estudantes – fundou a sua própria Comissão da Verdade.
A cerimônia aconteceu no 14o Conselho Nacional de Entidades de Base (CONEB) - evento
que reúne estudantes universitários de todo o país - em Recife, no dia 18 de
Janeiro.
A comissão
da UNE torna-se um dos braços do grupo nacional que, sob o pretexto de
investigar violações dos direitos humanos – sobretudo as que supostamente
ocorreram durante o Regime Militar -, pretende reescrever a história do país
com a tinta revolucionária.
Claudio
Fonteles, integrante da comissão-matriz, e coordenador temporário dos trabalhos
dela, “abençoou” o grupo dos estudantes na condição de sacerdote da revolução. Fonteles
foi membro da AP (Ação Popular), grupo terrorista que se infiltrou dentro da
Igreja Católica para utilizá-la como instrumento revolucionário. Iluminado pela
“santidade da inversão”, ele se recolheu no claustro do Convento de Conceição
do Araguaia, de onde partiam transmissões clandestinas de rádio para a Albânia [1].
Mas,
os trabalhos da Comissão da Verdade da UNE estarão sob a inspeção – e a inspiração
– de um ilustre membro da instituição: Fidel Castro. “El Comandante” foi
condecorado presidente honorário da UNE no 46o Congresso Nacional da
instituição, em 1999. No discurso que proferiu em agradecimento pelo título - e
por ter sido aclamado como um modelo inspirador -, o notável presidente da UNE ditou
a tarefa de casa para os estudantes:
“Não
é tempo de pensar na própria pátria. É preciso pensar na pátria
latino-americana e caribenha, na pátria mundial” [2].
Era
a mesma lição que orientou uma parte dos estudantes brasileiros das gerações
passadas. Foi a cartilha Socialista-Comunista que formou-lhes a mentalidade e o
imaginário. Que deu a eles treinamento de guerrilha, armas e dinheiro
para que pudessem implantar no Brasil um regime ditatorial de tipo cubano. O
tempo passou, e hoje aquela geração de estudantes ocupa cargos e posições de
poder. Mas a antiga lição é reiterada, para que a “pátria latino-americana e
caribenha” idealizada por Fidel Castro – e planejada agora nas instâncias do Foro
de São Paulo – seja reforçada. Reescrever
o passado, fazer com que a versão revolucionária se transforme na história
oficial de um país é parte deste projeto. É o propósito da
Comissão da Verdade: contar uma mentira. Valendo-se de um método
didático-participativo, típico da pedagogia progressista, o grupo convoca os
estudantes da nova geração para colaborarem com a atividade de falsificar a História, que resultará em uma cartilha para a próxima e para as futuras gerações.
No
artigo “Números gayzistas” [1] eu apontei um dos artifícios utilizados pelo
Grupo Gay da Bahia (GGB) para reivindicar uma ampla e obscura engenharia
social: fabricar estatísticas sobre os assassinatos de gays, lésbicas e
travestis para alardear uma matança generalizada de homossexuais no país.
Um
dos problemas destas estatísticas, eu observei, é a “motivação” dos crimes. Mesmo
aceitando os números apresentados, todos os gays listados foram mortos por pessoas
perturbadas que nutriam um ódio mortal contra os homossexuais? Para os casos em
que a resposta é NÃO, a “homofobia” fica descaracterizada e, consequentemente, eles
ficam impedidos de figurar nas estatísticas gayzista.
No
artigo citado [2] eu mencionei o assassinato de um homossexual – ocorrido em
2011 – para exemplificar a necessidade de esclarecer a motivação dos crimes. O homicídio
foi noticiado por um ativista gay da seguinte maneira:
“O
dia de hoje foi atípico. Sentimento de dor, perda, injustiça. Na noite de
ontem, mais um jovem gay assassinado no Brasil. Dessa vez, em São João
del-Rei/MG. Um jovem de 18 anos perde a vida de forma brutal e injusta. No
velório amigos, família e comunidade. Um só discurso: foi injusto, queremos
justiça” [3].
Tomando
apenas este trecho - e considerando o tom da narrativa - o leitor é induzido a
pensar que aquele jovem gay foi brutalmente assassinado por uma pessoa
perturbada, por uma pessoa em que o ódio radical contra os homossexuais se
transforma em vontade de matá-los. Este crime – a princípio motivado pela
“homofobia” - poderia compor as estatísticas apocalípticas do Grupo Gay da
Bahia [4].
Porém,
o próprio ativista gay que noticiou o crime revela o motivo do assassinato na sequência
do texto:
“Até
que a Polícia Civil investigue e conclua o inquérito o que se tem como certo é um jovem gay assassinado pelo próprio
companheiro por não aceitar o término do relacionamento conturbado dos últimos
meses” (o destaque é meu).
Fica
claro que o autor do crime é homossexual. Ele não matou brutalmente um jovem
gay por nutrir um ódio doentio contra homossexuais, quer dizer, por “homofobia”,
mas assassinou o seu próprio companheiro, porque ficou insatisfeito com o
término do conturbado relacionamento. Portanto, o caso está automaticamente
excluído das estatísticas apresentadas pelo Grupo Gay da Bahia, pois não pode
justificar a homofobia e a matança generalizada de gays. Bom, o caso “deveria” estar
excluído, mas será que o GGB não o acrescentou aos seus relatórios? Vamos ver.
Segundo
o Movimento Gay da Região das Vertentes, o “jovem gay” assassinado pelo
ex-companheiro é Felipe Duarte.
(o
destaque em vermelho é meu).
No
início de 2012 o Grupo Gay da Bahia apresentou um relatório dos assassinatos de
homossexuais ocorridos no ano anterior, 2011 [5]. Apresentou uma tabela com os nomes das
vítimas, com as datas dos homicídios e o local das mortes. Verificando a
planilha apresentada pelo GGB, lá está o nome “Felipe Duarte”, morto em São
João del Rei:
(o
destaque em vermelho é meu).
Este
é um exemplo didático de como o Movimento gayzista [6] compôs o seu relatório: incluiu
nele um assassinato que não foi motivado por homofobia. Por causa da motivação o
crime não poderia figurar nas estatísticas da militância gay, que têm um objetivo:
alardear uma matança generalizada de homossexuais para comprovar que o Brasil é
um país homofóbico; e, a partir daí, reivindicar uma série privilégios,
modificações legislativas, reformulações educacionais e culturais - enfim,
promover uma ampla e obscura engenharia social.
[6].
Observar sempre a diferença entre o homossexual e o Movimento gayzista. Este
último é a transformação da sexualidade em princípio de organização política e
de promoção de engenharia social.
A
reportagem abaixo é um complemento do artigo “A dimensão da inversão” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/a-dimensao-da-inversao.html], principalmente
do trecho referente à manifestação contra o casamento gay e em favor da família
tradicional realizada em Paris, 13 de Janeiro – manifestação que contou com a
participação de homossexuais.
***
Sou
gay e francesa: não quero matrimônio nem adoção homossexual.
PARIS, 15 Jan. 13 / 01:37
pm (ACI/EWTN Notícias) - Nathalie de Williencourt é uma lésbica francesa e uma
das fundadoras de Homovox, uma das maiores associações de gays da França. À
diferença do que afirmam certos meios de imprensa, considera que a maioria de
homossexuais, incluindo ela mesma, não querem nem o matrimônio nem a adoção de
crianças e estão em desacordo com o projeto de lei do presidente François
Hollande de legalizar ambas práticas.
Em uma entrevista concedida no dia 11 de janeiro ao site de notícias italiano
Tempi.it, Nathalie assinalou que "o casal homossexual é diferente do
heterossexual por um mero detalhe: não podemos dar origem à vida".
Williencourt afirmou com claridade: "sou francesa, sou homossexual, a
maioria dos homossexuais não querem nem o matrimônio, nem a adoção de crianças,
sobre tudo não desejamos ser tratados do mesmo modo que os heterossexuais
porque somos diferentes, não queremos igualdade, mas justiça".
A líder gay assinalou ainda que os próprios homossexuais "acreditam que as
crianças têm direito a ter um pai e uma mãe, possivelmente biológicos, que
possivelmente se amem. Uma criança que nasce do fruto do amor de seu pai e de
sua mãe tem o direito de sabê-lo. Se os casais homossexuais adotarem crianças
que já estão privadas de seus pais biológicos, então (as crianças) estariam sem
um pai e sem uma mãe pela segunda vez".
"Os casais heterossexuais estão esperando anos para poder adotar uma
criança, e corre-se o risco que muitos países não permitam mais adoções a
cidadãos franceses se esta lei for passada, já que países como a China e outros
da Ásia contam com procedimentos que excluem casais do mesmo sexo".
"Isto significaria fazer que a adoção por casais conformados por um homem
e uma mulher seja ainda mais difíceis", acrescentou Williencourt.
A porta-voz do Homovox considerou logo que a família, constituída sobre o
matrimônio entre um homem e uma mulher, é a base para a paz.
"A paz se constrói na família e para ter paz na família é necessário dar
às crianças a imagem mais natural e mais segurança infunde para crescer e
chegar a ser grande. Quer dizer, a composição clássica de homem e mulher".
Williencourt denunciou logo que "na França nos censuram (Homovox.com).
Escuta-se sempre o lobby dos ativistas LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e
transexuais) que sempre falam nos meios, mas a maior parte dos homossexuais
estão irritados pelo fato de que esta organização faz lobby em nosso nome. Nós
não votamos por eles para que nos representem".
Nathalie explicou que os membros do lobby gay já têm uma ferida em relação à
sua própria homossexualidade "porque não a aceitam, reivindicam ser como
os heterossexuais. Em vez disso nosso movimento reivindica que os homossexuais
sejam tratados de modo distinto que os heterossexuais porque somos
diferentes".
"Não podemos pedir igualdade para situações que são diferentes. Não é a
igualdade o que é importante, mas a justiça. É uma desigualdade justa e uma
igualdade injusta", precisou.
Sobre sua oposição e a de toda sua associação ao projeto de lei impulsionado
pelo presidente Hollande, Nathalie Williencourt disse que "eu e meus
amigos gays não podemos ser acusados de homofobia, por não permitir a
lei".
O que solicitam, explicou, é "um diálogo entre Hollande e o povo, porque
ele tinha prometido que não ia aprovar uma lei à força se os franceses não
estavam de acordo. Esperemos que se abra o diálogo com os Estados Gerais sobre
o matrimônio e um referendum para consultar todos os cidadãos deste tema".
Homovox é a associação que reúne a maioria de homossexuais na França. A
associação foi uma das organizações gays que marcharam pelas ruas de Paris no
dia 13 de janeiro junto a mais de um milhão de pessoas em defesa do autêntico
matrimônio.
O
Luiz Inácio está sempre metido em alguma encrenca. Mas, ele é um autêntico
espertalhão – um cara de pau, às vezes – no esforço de tentar se livrar delas. Quando
estourou o escândalo do “mensalão” – arquitetado pelo seu partido -, o
ex-Presidente deu uma de bobo, disse que não sabia de nada. Chegou a afirmar –
categoricamente – que o esquema de compra de votos de parlamentares nunca
existiu. Porém, depois que o assalto da República - “um dos episódios mais
vergonhosos da história política”, segundo o Ministro Celso de Melo – foi
reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal, e alguns de seus participantes
condenados, Luiz Inácio ficou calado, fingiu-se de morto. Tudo para disfarçar o
seu papel no esquema, o de “Chefe”.
Ele
faz chacota. O Luiz Inácio é de fato um espertalhão, apronta e ainda zomba de
todo mundo. Em certas ocasiões é como se ele arriasse as calças, mostrasse o traseiro
para o público, e soltasse um peido na cara do brasileiro – para depois sair
dando gargalhadas e contando vantagem. Assim ele se comportou em uma entrevista
em 1997, oportunidade em que contou sobre o tratamento que recebeu na prisão
durante o Regime Militar.
Luiz
Inácio foi detido em 1980, sob a acusação de violar a Lei de Segurança
Nacional. Então líder sindical, ele havia participado da articulação de uma
greve maciça de metalúrgicos. Porém, no DOPS – que, no léxico revolucionário
significa “masmorra” - foi acolhido com uma série de privilégios. É ele mesmo
quem conta (Cf. vídeo ao final do texto).
O
ex-presidente podia visitar a mãe, que fora acometida por um câncer. Era
conduzido pela própria polícia até o Hospital. Quando a mãe faleceu, foi
escoltado para se despedir dela.
Luiz
Inácio conta ainda que recebeu um tratamento dentário especial, providenciado
durante a madrugada pelo delegado e diretor geral do DOPS, Romeu Tuma.
Certa
vez os “companheiros” decidiram protestar. Apesar de ser contra, Luiz Inácio
resolveu acatar a opção da maioria: promover uma greve de fome. Porém, longe
dos olhos do público, que via naquele gesto a renúncia e o martírio – e para a
militância o autossacrifício para a restauração da “democracia” e da “liberdade”
-, o pacto era violado. O espertalhão escondia debaixo do travesseiro um monte
de “balas paulistinha” para matar a fome.
Depois
do tratamento especial na prisão – que incluía a leitura dos jornais impressos
na sala do diretor do DOPS – Luiz Inácio foi considerado anistiado político.
Conseguiu uma aposentadoria especial, e hoje recebe um benefício que pode
chegar a R$ 7.000,00 por mês.
Esta
é mais uma do Luiz Inácio. O velhaco que faz chacota e ri da cara do
brasileiro.
No
último fim de semana, o contraste entre duas manifestações deixou à mostra as distorções
– e inversões - promovidas pelo Feminismo-Gayzismo [1], por seus patrocinadores
e simpatizantes.
No
domingo, dia 13 de Janeiro, o Papa Bento XVI ocupou a janela de seu apartamento
para proferir a benção dominical aos fiéis da Praça de São Pedro. Porém, no
meio das pessoas que participavam da celebração no Vaticano, quatro ativistas
do grupo “Femen” se levantaram em protesto contra o Sumo Pontífice e contra a
Igreja Católica. Elas se despiram. Exibiam os seios e o corpo pintado com palavras
de ordem - “Cale a boca!” – e uma "exortação": em vez de “In God We Trust” (“Em
Deus nós confiamos”), o “louvor” e a “reverência” esdrúxula, “In Gay We Trust”.
Em
um protesto absolutamente ofensivo e hostil, a expressão do rosto das ativistas,
seus gritos e berros histéricos, expuseram a inversão alimentada pelo Movimento
Feminista-Gayzista, que denuncia a intolerância e o desrespeito, apesar de ser
os seus próprios militantes que os alimentam.
No
mesmo domingo, em Paris, uma multidão protestou contra a pretensão do Presidente
socialista François Hollande: oficializar o casamento gay. A manifestação
reuniu católicos, protestantes, muçulmanos, famílias e até homossexuais – todos
contrários à equiparação da união homoafetiva à família tradicional. A imagem
do “Champ de Mars” dá uma dimensão do manifesto.
O
contraste entre os eventos em Paris e no Vaticano dão uma amostra dos artifícios da propaganda e da militância. Em tom imperativo e com aquela expressão de certeza
e convicção, o ativismo feminista-gayzista se pronuncia como guardião dos
interesses da população, como portador do conhecimento “científico” e de ideias
modernas e progressistas [2]. Sob o pretexto de um “futuro maravilhoso” – e proclamando
o monopólio do “amor” – seus líderes reivindicam a reformulação de toda a
sociedade. O comportamento – o modo de vida – feminista-gayzista é adotado como
critério de “normalidade”; e a conduta e o relacionamento tradicional são
automaticamente denunciados como “ultrapassados” ou até mesmo “doentios”.
Qualquer questionamento deste modelo é imediatamente sentenciado:
“conservador”, “reacionário”, “fundamentalista”, “fanático”.
O
feminismo-gayzismo não conta apenas com a habilidade, a ousadia – e a alienação
– de seus adeptos. Ele tem a simpatia e recebe o apoio da classe jornalística,
da Intelectualidade “chic” e “moderna”, dos acadêmicos – muitos deles filiados a este tipo peculiar de "sindicalismo”. Ele é alimentado por partidos políticos
revolucionários, com verba e financiamento público – e é patrocinado por
organizações particulares. No caso do grupo “Femen”, uma jornalista russa infiltrada rastreou o pagamento de salários e despesas de viagem das ativistas,
embora não tenha conseguido identificar com precisão a fonte do dinheiro [3].
Mas,
a manifestação em Paris surpreendeu muita, mas muita gente. Pessoas que são
bombardeadas diariamente pela propaganda e pela militância feminista-gayzista,
e que, por isso, acreditaram que elas expressavam a opinião média da população.
Pessoas que cederam ao projeto de “mundo novo”, embora com um sentimento de
estranheza e com certo constrangimento, para não serem denunciadas aos gritos e
não serem expostas ao ridículo como “ultrapassadas” ou “doentes”. Mas, foi a
patologia que levou todos aqueles franceses à rua? Ou foi ela que se despiu
diante do Papa? O contraste entre o protesto na Praça de São Pedro e a manifestação
em Paris fornece a dimensão da inversão: o surto histérico de uma minoria, que pretende
reformular – ao gosto de seus desejos, fantasias e autovitimizações – toda a
estrutura da sociedade.
Notas.
[1].
Não confundir o homossexual com o Movimento gayzista. Este último é a
transformação da sexualidade em princípio de organização política e de promoção
de engenharia social.