Wednesday, January 16, 2013

"O Chefe" é um espertalhão.


Bruno Braga.



O Luiz Inácio está sempre metido em alguma encrenca. Mas, ele é um autêntico espertalhão – um cara de pau, às vezes – no esforço de tentar se livrar delas. Quando estourou o escândalo do “mensalão” – arquitetado pelo seu partido -, o ex-Presidente deu uma de bobo, disse que não sabia de nada. Chegou a afirmar – categoricamente – que o esquema de compra de votos de parlamentares nunca existiu. Porém, depois que o assalto da República - “um dos episódios mais vergonhosos da história política”, segundo o Ministro Celso de Melo – foi reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal, e alguns de seus participantes condenados, Luiz Inácio ficou calado, fingiu-se de morto. Tudo para disfarçar o seu papel no esquema, o de “Chefe”.  

Ele faz chacota. O Luiz Inácio é de fato um espertalhão, apronta e ainda zomba de todo mundo. Em certas ocasiões é como se ele arriasse as calças, mostrasse o traseiro para o público, e soltasse um peido na cara do brasileiro – para depois sair dando gargalhadas e contando vantagem. Assim ele se comportou em uma entrevista em 1997, oportunidade em que contou sobre o tratamento que recebeu na prisão durante o Regime Militar.

Luiz Inácio foi detido em 1980, sob a acusação de violar a Lei de Segurança Nacional. Então líder sindical, ele havia participado da articulação de uma greve maciça de metalúrgicos. Porém, no DOPS – que, no léxico revolucionário significa “masmorra” - foi acolhido com uma série de privilégios. É ele mesmo quem conta (Cf. vídeo ao final do texto).

O ex-presidente podia visitar a mãe, que fora acometida por um câncer. Era conduzido pela própria polícia até o Hospital. Quando a mãe faleceu, foi escoltado para se despedir dela.

Luiz Inácio conta ainda que recebeu um tratamento dentário especial, providenciado durante a madrugada pelo delegado e diretor geral do DOPS, Romeu Tuma.

Certa vez os “companheiros” decidiram protestar. Apesar de ser contra, Luiz Inácio resolveu acatar a opção da maioria: promover uma greve de fome. Porém, longe dos olhos do público, que via naquele gesto a renúncia e o martírio – e para a militância o autossacrifício para a restauração da “democracia” e da “liberdade” -, o pacto era violado. O espertalhão escondia debaixo do travesseiro um monte de “balas paulistinha” para matar a fome.

Depois do tratamento especial na prisão – que incluía a leitura dos jornais impressos na sala do diretor do DOPS – Luiz Inácio foi considerado anistiado político. Conseguiu uma aposentadoria especial, e hoje recebe um benefício que pode chegar a R$ 7.000,00 por mês.

Esta é mais uma do Luiz Inácio. O velhaco que faz chacota e ri da cara do brasileiro.



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