Saturday, December 15, 2018

"Consciência negra" e profanação.

Bruno Braga.
Notas publicadas no Facebook.


I.

CNBB celebra a "consciência negra". No dia que o movimento político negro determinou para a honra de Zumbi dos Palma - um mito comunista criado sobre um escravocrata, assassino, saqueador que nunca lutou contra o racismo - a Conferência dos Bispos incita os católicos a se lançaram numa luta racial que há décadas vem dividindo os brasileiros; uma luta aliás que cria uma "raça" que se põe diferente dos próprios brasileiros: a dos tais "afrodescendentes".

Em entrevista, Dom Zanoni Demettino Castro, referencial da Pastoral Afro-Brasileira (!), posiciona-se a favor das tais "ações afirmativas", mencionando as "cotas raciais para ingresso na universidade", e fala do "reconhecimento" e da "valorização" das chamadas "comunidades remanescentes de quilombos". "Comunidades" que, curioso, estão brotando por todos os cantos do país. 

O arcebispo de Feira de Santana (BA) ainda cita algumas estatísticas para supostamente comprovar o "racismo" dos brasileiros. Dos números, é importante destacar um que vira-e-mexe é dado com alarde, e sem que se faça uma pergunta fundamental: "A cada 12 minutos, 1 pessoa negra é assassinada no Brasil". Muito bem, mas qual é a "raça" dos assassinos?

Eis a CNBB celebrando uma farsa comunista, e envergonhando mais uma vez os católicos. Não demora irá fazer - se é que já não fez - um levantamento sobre padres e Bispos negros e exigir a "igualdade". 

II.

Publiquei há poucos dias uma "nota" a respeito da entrevista concedida por Dom Zanoni Demettino Castro - referencial da Pastoral Afro-Brasileira - por ocasião da tal "consciência negra". Entrevista reproduzida no site da CNBB e com as típicas distorções e fraudes - a começar pela data e a celebração de Zumbi dos Palmares - que servem apenas para alimentar e incitar uma luta racial absolutamente contrária à fé cristã [2].

É importante registrar que, durante as eleições, Dom Zanoni também se engajou na luta contra Jair Bolsonaro - e recorrendo às mesmas distorções e fraudes de cunho racialista para destruir a reputação do agora Presidente eleito (cf. imagem). Mas não ficou por aí. O "referencial da Pastoral Afro-Brasileira" chegou inclusive a receber Fernando Haddad em Feira de Santana (BA). "Office boy" de presidiário, representante das facções do PT e do Foro de São Paulo, propositor de um "Plano de Governo" escandalosamente contrário à fé, aos princípios e orientações da Santa Igreja - aborto, ideologia de gênero LGBT-gayzista, legalização das drogas, etc., etc. -, incluindo exatamente a transformação da raça em instrumento político a serviço de um criminoso esquema de poder comunista [3]. 

Uma militância, claro, "inspirada" nos "cânones" da nefasta Teologia da Libertação. Dom Zanoni, o "referencial da Pastoral Afro-Brasileira" da CNBB, "devoto" de Óscar Romero, que se tornou "San Romero de América", da "Patria Grande" comunista [4].

III.

Falando um pouco mais sobre Dom Zanoni, e ainda no contexto da comemoração da "consciência negra", no dia 30 de novembro, o próprio "referencial da Pastoral Afro-Brasileira" da CNBB conduziu a profanação. Ele celebrou a tal "missa afro", que nem na África existe [5], contrariando inclusive a postura do prefeito da Congregação para Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, que é quem zela pela Liturgia e pela celebração da Santa Missa: [...] "EU SOU AFRICANO. Deixem-me dizê-lo claramente: A LITURGIA NÃO É O LUGAR DE PROMOVER A MINHA CULTURA. Melhor, é o lugar onde minha cultura é batizada, onde minha cultura é levada para o divino. Através da LITURGIA DA IGREJA (que os missionários levaram por todo o mundo) Deus fala a nós, muda-nos e torna-nos capazes de participar de sua vida divina" - afirma o Cardeal Robert Sarah, negro e africano [6].  

No link que aparece na imagem, há uma descrição de como foi a "celebração" presidida por Dom Zanoni: "LIDERANÇAS DAS RELIGIÕES DE MATRIZ AFRICANA, EVANGÉLICAS, católicas e do movimento negro, CANTARAM, DANÇARAM e CELEBRARAM a vida e morte de ZUMBI DOS PALMARES" [7]. 

"Honra e glória" a uma fraude histórica, a um escravocrata, assassino e saqueador. A profanação com as "bençãos" do "referencial da Pastoral Afro-Brasileira" da CNBB.

IV.

Que tristeza ver a minha paróquia celebrando o "Dia Nacional da Consciência Negra"... [Paróquia Santuário Nossa Senhora da Piedade, Barbacena (MG) [http://bit.ly/2OUr9lr]] Uma data forjada com uma fraude histórica monstruosa e sobre a figura de um escravocrata, assassino e saqueador - Zumbi dos Palmares -, que nunca lutou contra o racismo. Triste... Aliás, é esse tipo de postura que dá força a um movimento político que realmente segrega e há décadas divide os brasileiros, inclusive os próprios negros, já que muitos deles o abominam por completo. Incita-os a tomarem parte em uma "luta racial" totalmente alheia à realidade do país, e alimentada por mais e mais fraudes. Cito uma, que aparece no texto "compartilhado", para fazer uma pergunta indispensável: "A cada 12 minutos, 1 pessoa negra é assassinada no Brasil" - porém, qual é a "raça" dos assassinos? Bom, é hora de despertar, não uma falsa "consciência de raça", mas a consciência humana.  

V. 

Na Paróquia de São Sebastião, em Barra Mansa (RJ), a "consciência negra" foi celebrada com profanação. Neste dia 20 de novembro, dedicado a Zumbi dos Palmares, a realização da tal "Missa Afro", que nem na África existe [8]. A consagração de um mito comunista forjado por uma fraude histórica. Zumbi dos Palmares. Louvor e honra a um escravocrata, assassino e saqueador. O sacrifício da Verdade e o insulto a Nosso Senhor Jesus Cristo.

Assista:


(*) PS. [...] "JÁ ASSINALEI QUE OS MALEFÍCIOS MAIS GRAVES PARA EXORCIZAR PROVINHAM DO BRASIL OU DE ÁFRICA". [...] "Algumas DANÇAS, CÂNTICOS, COSTUMES, VELAS, ANIMAIS, indispensáveis nos vários rituais de magia Vodu ou MACUMBA, podem apresentar UM ASPETO INTERESSANTE DO PONTO DE VISTA ÉTNICO E FOLCLÓRICO. [...] É TEMPO DE ABRIR OS OLHOS. DIRIJO-ME SOBRETUDO AOS PADRES. É preciso saber que SÃO INVOCAÇÕES DE ESPÍRITOS MALÉFICOS, que podem prejudicar uma determinada pessoa, mas TÊM SEMPRE COMO ÚLTIMO OBJETIVO AFASTAR A VÍTIMA DE DEUS, conduzi-la ao pecado, à angustia, à alienação e ao desespero" [9].   

VI. 


Em "nota" anterior, publiquei um vídeo que registra a profanação realizada na Paróquia de São Sebastião para "celebrar" a "consciência negra" [10]. Mas observe que a "consciência negra" da paróquia de Barra Mansa (RJ) também incluía a "consciência LGBT-gayzista". Uma aberração total!

(*) Na imagem, o padre Milan Knezovic.



VII.

"'Consciência negra' e profanação - 2". Mais um vídeo com imagens da "celebração" do "Dia Nacional da Consciência Negra" na Paróquia São Sebastião, em Barra Mansa, Rio de Janeiro [11].

Assista: 

(*) PS. [...] "EU SOU AFRICANO. Deixem-me dizê-lo claramente: A LITURGIA NÃO É O LUGAR DE PROMOVER A MINHA CULTURA. Melhor, é o lugar onde minha cultura é batizada, onde minha cultura é levada para o divino. Através da LITURGIA DA IGREJA (que os missionários levaram por todo o mundo) Deus fala a nós, muda-nos e torna-nos capazes de participar de sua vida divina" - Cardeal Robert Sarah, negro, africano (Guiné) e prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos [12]. 

VIII.

Na Arquidiocese de Mariana, a "consciência negra" exibe aos pés do altar a parceria com o MST e o MAB - facções associadas ao criminoso esquema de poder comunista do Foro de São Paulo (cf. imagem). 

Essa "irmandade" não é nada excepcional. A "consciência negra" é celebrada com uma fraude histórica. Zumbi dos Palmares, um mito criado para ideologicamente promover o movimento comunistas. Sendo assim, é possível identificar e reconhecer o substrato comum dessas "consciências": um "ideal de sociedade", uma "ação política" fundada na divisão, na "luta de classes", na "luta racial", levada a cabo por certos grupos e agentes que se auto-proclamam representantes da "causa" e dos próprios "negros" e, em última instância, - claro, valendo-se da ingenuidade de muitos envolvidos, e desprezando inclusive os negros que a recusam terminantemente -, um esquema de poder. Trata-se da "consciência comunista", que tem as "bençãos" da nefasta Teologia da Libertação, mas é escandalosamente contrária aos princípios e orientações da Santa Igreja Católica.  

As imagens referem-se ao "encontro de formação de lideranças" realizado na Arquidiocese de Mariana pela Pastoral Afro-brasileira (cf. material da CNBB). O encontro aconteceu entre os dias 16-18 de novembro, na Paróquia São Silvestre, em Viçosa (MG).

IX.

O "padre do PT" também "celebrou" - na Câmara dos Deputados - a "consciência negra" [13]. Claro, o dia dedicado a Zumbi dos Palmares é "dia santo" no calendário comunista. "Honra e glória" a um escravocrata, assassino e saqueador, transformado em mito com o objetivo de transformar a "luta racial" em movimento político, conduzido por uma facção que se apropriou dos "negros" - a mesma para a qual trabalha o "apóstolo" da Teologia da Libertação, e que visa a ampliação e o fortalecimento de um esquema de poder escandalosamente contrário aos princípios e orientações da Santa Igreja Católica. 

João, que acaba de reeleger-se deputado federal com uma campanha que virou caso de polícia [14] - sem que a Arquidiocese de Mariana tomasse qualquer iniciativa para esclarecer e alertar o seu rebanho sobre a postura, a militância e as pregações desse que, sem o menor rubor na cara, ainda se apresenta como "padre".

X.

"Bate tambor, bate tambor, bate tambor"... "Bate tambor, bate tambor, bate tambor"... Assim foi "celebrada" a "consciência negra" (21) na Paróquia Bom Jesus, em Barretos (SP). Eis a "coreografia" da profanação.

Assista:


XI.

Na Igreja São Benedito, em Barra do Piraí (RJ), o dia da "consciência negra" também foi dia de profanação. Confira as imagens.

(*) PS. "É evidente, porém, que se estaria distanciando da finalidade específica da evangelização, acentuar um destes elementos formadores da cultura brasileira, isolá-lo deste processo interativo tão enriquecedor, de modo quase a se tornar necessária a criação de uma nova liturgia própria para as pessoas de cor. SERIA INCOMPREENSÍVEL DAR AO RITO LITÚRGICO UMA APRESENTAÇÃO EXTERNA E UMA ESTRUTURAÇÃO - NAS VESTES, NA LINGUAGEM, NO CANTO, NAS CERIMÔNIAS E OBJETOS LITÚRGICOS - BASEADOS ASSIM NOS CHAMADOS CULTOS AFRO-BRASILEIROS, sem a rigorosa aplicação de um discernimento sério e profundo acerca da sua COMPATIBILIDADE com a Verdade revelada por Jesus Cristo" - Papa São João Paulo II, 23 de janeiro de 2003.

XII.

A Diocese de Barra do Piraí - Volta Redonda (RJ) se vangloria de, no dia da "consciência negra", ter realizado "Missas Afro" na sua região territorial. Sim, "Missas", no plural (cf. imagem). 

É a profanação em massa, e a exposição de "centenas de fiéis" ao erro e aos seus possíveis males. O orgulho de pisar a Sagrada Liturgia, ofender o próprio Cristo e a Sua Santíssima Mãe. "Missa afro", que nem na África existe [15].

Dom Francisco Biasin, Bispo Diocesano de Barra do Piraí - Volta Redonda, é presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-Religioso da CNBB. Nas eleições deste ano, utilizou a "luta racial" para atacar o Presidente eleito Jair Bolsonaro e o candidato do PT e do Foro de São Paulo, Fernando Haddad, "office boy" de presidiário e representante de uma facção criminosa, de um esquema de poder escandalosamente contrário aos princípios e orientações da Santa Igreja Católica [16].

XIII.


"Missa dos Quilombos"? Foi com essa "categoria" inexistente de "missa" que o "padre" Marcos celebrou a "consciência negra" em Bom Jesus da Lapa, na Bahia (18). Ele, missionário redentorista que tem no dedo um anel de tucum, um adereço da nefasta Teologia da Libertação. Confira as imagens.


XIV.


Em Belo Horizonte (MG), o padre Renato Dutra Borges, missionário sacramentino, conduziu atos de profanação com o seu anel de tucum - amuleto da nefasta Teologia da Libertação -, celebrando assim a "consciência negra" na Paróquia São Bernardo. Confira as imagens.



XV.

Na "consciência negra" da Igreja Paroquia da Imaculada Conceição, em Cruzeiro (SP), a celebração dos ícones comunistas. "Honra e glória" não só a Zumbi dos Palmares - escravocrata, assassino e saqueador -, mas também a Marielle Franco, vereadora comunista que a todo custo tentam "canonizar", e que levantava as bandeiras da ideologia de gênero LGBT-gayzista, da legalização das drogas e do aborto. Diante da Santíssima Virgem Maria - da Imaculada Conceição - a incitação macabra a "lutar" como quem "lutava" pelo assassinato de crianças inocentes.

XVI.

"Consciência negra" e profanação na Paróquia Nossa Senhora das Graças, em Sarandí (PR). Missa presidida pelo padre Ivaldir Camaroti dos Reis. Anel de tucum - amuleto da Teologia da Libertação. "Honra e glória" a Marielle Franco, vereadora comunista que pregava a "luta racial", a legalização das drogas, a ideologia de gênero LGBT-gayzista e o aborto - o assassinato de crianças inocentes. 

Uma observação sobre o caso Marielle Franco. É no mínimo esquizofrênico alardear que as investigações ainda não foram concluídas, que não há um esclarecimento, uma resposta para o assassinato da vereadora comunista e, ao mesmo tempo, apontar com uma convicção inabalável que o assassinato covarde teve motivações raciais. Além disso, é necessário ponderar algo importante. A falta de uma conclusão nas investigações, claro, beneficia os responsáveis pelo crime; no entanto, pode favorecer também a militância comunista, pois o esclarecimento, a apresentação dos culpados e de suas motivações reais pode muito bem derrubar o mito Marielle Franco de uma vez por todas. 

XVII.



"Consciência negra" e profanação na Catedral da Sé (SP). Profanação que  contou até mesmo com um "Valeu Zumbi". Confira as imagens da celebração, que aconteceu no dia 20 de novembro de 2018.





XVIII.

"Consciência negra" e profanação na Igreja Sagrado Coração de Jesus, no bairro da Glória, Rio de Janeiro. 

Assista: 


- "Como estão distantes de tudo isto quantos, EM NOME DA INCULTURAÇÃO, DECAEM NO SINCRETISMO INTRODUZINDO RITOS TOMADOS DE OUTRAS RELIGIÕES OU PARTICULARISMOS CULTURAIS NA CELEBRAÇÃO DA SANTA MISSA!" - Papa Bento XVI, 15 de abril de 2010.

(*) Celebrantes: Padre Wanderson Guedes, Padre José Paulo e diácono Paulo Cravo.

XIX.

"Negra mariama". Na Paróquia São Sebastião, em Cachoeira Paulista, a "consciência negra" lança Nossa Senhora da Imaculada Conceição Aparecida em uma "luta racial" absolutamente contrária à fé católica - e o padre coloca todo mundo para dançar a canção inspirada na nefasta Teologia da Libertação... 

Assista: 


(*) O vídeo é da celebração realizada no dia 20 de novembro de 2018.

XX.

"Consciência negra" e profanação no Santuário Santa Rita de Cássia, em Cataguases (MG). "Axé" e "Valeu Zumbi". Confira as imagens.


XXI.

"Consciência negra" e profanação na Paróquia Rede de Comunidades São José, em Gravataí, Rio Grande do Sul. Confira as imagens da tal "missa afro", que não existe sequer na África [17].

. “A questão da inculturação NÃO É PRINCIPALMENTE A QUESTÃO DE COMO PODEMOS TORNAR A LITURGIA MAIS AFRICANA, mais asiática ou mais aborígene. O Divino irrompe no humano, não para se acorrentar pelo humano, mas para abri-lo, purificá-la, liberá-lo, transformá-lo, divinizá-lo. Muitas vezes, tenho a impressão de que NOS OCUPAMOS DE COMO TORNAR A LITURGIA MAIS 'ADAPTADA', do que de oferecer toda a sua riqueza” - Cardeal Robert Sarah, negro, africano e prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, 29 de maio de 2017.   

XXII.

Na Paróquia Santa Clara de Assis, em Duque de Caxias, Rio de Janeiro, a profanação no dia da "consciência negra" foi ao som de "Nego Nagô". 

(*) As imagens são da celebração realizada no dia 25 de novembro de 2018.

Assista: 


XXIII.

"Consciência negra" na Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, em Salvador (BA). A profanação no Pelourinho que se tornou "atração turística". Confira as imagens.

(*) PS. "É evidente, porém, que se estaria distanciando da finalidade específica da evangelização, acentuar um destes elementos formadores da cultura brasileira, isolá-lo deste processo interativo tão enriquecedor, de modo quase a se tornar necessária a criação de uma nova liturgia própria para as pessoas de cor. SERIA INCOMPREENSÍVEL DAR AO RITO LITÚRGICO UMA APRESENTAÇÃO EXTERNA E UMA ESTRUTURAÇÃO - NAS VESTES, NA LINGUAGEM, NO CANTO, NAS CERIMÔNIAS E OBJETOS LITÚRGICOS - BASEADOS ASSIM NOS CHAMADOS CULTOS AFRO-BRASILEIROS, sem a rigorosa aplicação de um discernimento sério e profundo acerca da sua COMPATIBILIDADE com a Verdade revelada por Jesus Cristo" - Papa São João Paulo II, 23 de janeiro de 2003.

XXIV.

"Consciência negra" e profanação na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Santa Bárbara D'Oeste, São Paulo. As imagens são da "celebração" realizada no dia 25 de novembro de 2018.

Assista: 


- "Como estão distantes de tudo isto quantos, EM NOME DA INCULTURAÇÃO, DECAEM NO SINCRETISMO INTRODUZINDO RITOS TOMADOS DE OUTRAS RELIGIÕES OU PARTICULARISMOS CULTURAIS NA CELEBRAÇÃO DA SANTA MISSA!" - Papa Bento XVI, 15 de abril de 2010.

XXV.

No mês da "consciência negra", os próprios Umbandistas celebraram a profanação realizada na Igreja de Nossa Senhora do Rosário da Penha, em São Paulo. Confira a imagem.

(*) PS. [...] "JÁ ASSINALEI QUE OS MALEFÍCIOS MAIS GRAVES PARA EXORCIZAR PROVINHAM DO BRASIL OU DE ÁFRICA". [...] "Algumas DANÇAS, CÂNTICOS, COSTUMES, VELAS, ANIMAIS, indispensáveis nos vários rituais de magia Vodu ou MACUMBA, podem apresentar UM ASPETO INTERESSANTE DO PONTO DE VISTA ÉTNICO E FOLCLÓRICO. [...] É TEMPO DE ABRIR OS OLHOS. DIRIJO-ME SOBRETUDO AOS PADRES. É preciso saber que SÃO INVOCAÇÕES DE ESPÍRITOS MALÉFICOS, que podem prejudicar uma determinada pessoa, mas TÊM SEMPRE COMO ÚLTIMO OBJETIVO AFASTAR A VÍTIMA DE DEUS, conduzi-la ao pecado, à angustia, à alienação e ao desespero" [18].   

XXVI.

No espetáculo de profanações realizado em nome da "consciência negra", por ocasião de uma fraude histórica e na incitação de uma luta racial contrária à fé e aos princípios cristãos, a imagem de Nossa Senhora Aparecida é frequentemente ostentada - com cânticos e danças - como se fosse ela mesma "negra". Porém, cabe fazer uma observação importante para os que eventualmente se deixam levar por esse tipo de distorção maliciosa: 

"Embora frequentemente se diga que a imagem de Aparecida é negra, e à distância tenhamos mesmo essa impressão, se quisermos ser mais precisos, precisamos dizer que A VERDADEIRA COR DA IMAGEM É 'MARROM ESCURO', uma espécie de pardo escuro. Feita de barro cosido, terracota, TINHA AS CORES ORIGINAIS DA ARGILA, MAS FOI 'ESCURECIDA PELAS ÁGUAS DO RIO, envelhecida também pelo tempo'.

"Mais do que incorporando EXCLUSIVAMENTE a raça negra, a imagem de Nossa Senhora é como que a soma de todas as cores, A JUNÇÃO DE TODAS AS ETNIAS QUE COMPÕEM ESSA MISCIGENAÇÃO MARAVILHOSA, TIPICAMENTE BRASILEIRA: desde o vermelho dos índios, passando pelo branco europeu, até o negro africano e o amarelo asiático. E não poderia ser diferente: ELA É MÃE DE TODOS". 

in "Minha Mãe Aparecida", Pe. José Eduardo de Oliveira e Silva. Ecclesiae: Campinas-SP, 2017. p. 91.

XXVII.

Um texto para compreender como a diabólica Teologia da Libertação e os seus "apóstolos" se valem da "luta racial", apropriando-se dos "negros" com artifícios e manipulações conceituais, como se fossem os seus únicos e legítimos representantes. Criam e alimentam na mente das pessoas uma "consciência de raça" completamente estranha à cultura brasileira e instigam uma divisão fundada no ódio e no ressentimento. Tudo isso para tomar de assalto a Santa Igreja e utilizá-La na promoção de um criminoso esquema de poder comunista escandalosamente contrário à fé católica. Leia:

"A expansão do âmbito de ação da Revolução produziu um alargamento do conceito de 'proletariado'. De acordo com o velho copião marxista, a Revolução deveria receber impulso prevalentemente dos camponeses e dos proletários industriais em revolta contra os patrões e a sociedade capitalista. Na IV Revolução, a este proletariado se junta uma espécie de novo e variegado 'proletariado' sociocultural, composto por aquelas categorias que, independentemente de sua situação econômica ou social, se creem de qualquer forma discriminadas pelos mais diversos fatores: morais, culturais, psicológicos, RACIAIS, religiosos, e assim por diante.

"Então, as feministas se sentem discriminadas pela 'cultura machista'; as prostitutas, pela repulsa da sociedade; AS PESSOAS DE COR, PELO 'RACISMO' DOS BRANCOS; os homossexuais, discriminados pela moral natural e cristã; os imigrantes, pela 'xenofobia'; os toxicodependentes, pela legislação vigente; os jovens transviados, por uma sociedade não totalmente libertária; os nudistas, pelos 'preconceitos burgueses', etc. Segundo o novo copião, cada categoria de marginalizados deverá sacudir o jugo dos fatores de opressão que concretamente pesa sobre ela, pondo-se à frente de uma LUTA LIBERTADORA, cada qual no seu campo. Pela natural sinergia entre todas essas 'libertações', teremos assim a revolução total". [...]

"Desta visão um tanto tosca sobre a onda da IV Revolução, os TEÓLOGOS DA LIBERTAÇÃO passaram à análise de OUTRAS OPRESSÕES MAIS SUTIS. Explica o teólogo da libertação chileno Sergio Torres: 'O CONCEITO DE LIBERTAÇÃO SE ALARGOU MUITO. Num primeiro momento, falava-se da libertação dos POBRES, entendidos como proletários. Posteriormente, o conceito de pobres se enriqueceu. OS POBRES SÃO TODOS OS EXCLUÍDOS, os marginalizados, OS DISCRIMINADOS. Portanto, HOJE NÃO EXISTE UMA ÚNICA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO. Há um pluralismo teológico aberto, no entanto FIEL ÀS INSTITUIÇÕES E AOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA PRIMEIRA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO'.

"Um primeiro campo analisado pelas novas teologias da libertação é o RACIAL. Os 'pobres', neste caso, seriam os grupos étnicos tidos como marginalizados: OS NEGROS, os 'chicanos' (mexicano-americanos), os índios etc. Aplicando a estes novos sujeitos históricos os mesmos critérios dialéticos (opressão-libertação) que antes aplicavam aos pobres, CONSTRUÍRAM UMA PLETORA DE NOVAS TEOLOGIAS DA LIBERTAÇÃO FUNDADAS SOBRE A RAÇA E A CULTURA" [...].

in LOREDO DE IZCUE, Julio. “Teologia da Libertação”: Um salva-vidas de chumbo para os pobres. Instituto Plínio Corrêa de Oliveira: São Paulo, 2016. pp. 395; 397.

XXVIII.

Um pouco das aberrações monstruosas com as quais a nefasta Teologia da Libertação instiga com ódio e ressentimento a "luta racial" e alimenta o imaginário de uma "consciência negra" escandalosamente contrária à fé católica e aos princípios e orientações da Santa Igreja. Leia o texto abaixo, neste tempo do advento, tendo em mente um daqueles três "reis magos" - "sábios" - que foram em busca do recém-nascido "rei dos judeus". O rei que a Tradição considera negro e de origem africana, e que independentemente da raça, cor da pele, "cultura", etc., prostrou-se da mesma forma que os reis dos outros continentes diante do Menino, do Rei-Deus. 

[...] "a teologia negra é a compreensão negra do evangelho" [...] "Como afirma James Cone, a teologia negra é uma teologia de libertação negra, que busca sondar a condição negra à luz da revelação de Deus em Jesus Cristo, de modo que a comunidade negra possa ver que o evangelho é congruente com a realização da humanidade negra". [...] "Enquanto teologia de libertação, a teologia negra não se limita a discorrer sobre Deus, nem é mero arrazoado teórico, algo como um 'logos' sobre o 'Theos'. Antes, ela proclama a palavra que sempre foi um gesto libertador. E teologia tomada atividade libertadora. Sua ética é uma ética de libertação. Como tal, é uma ética de mudança, não se conformando a uma ética de sobrevivência ou de adaptação. A práxis de libertação da teologia negra da libertação apóia-se no próprio mundo negro, em seus símbolos e cultura, superando a opressão como classe historicamente dominada no capitalismo, como subjetividade humilhada e reprimida ao longo de cinco séculos de escravismo e colonização". [...]

"James Cone responde que só se pode reconhecer a ação de Deus na história através dos feitos mais radicais do poder negro". [...]

"Para que de fato possa se fazer teologia negra requer-se do teólogo o seu enegrecimento. Disso depende o enegrecimento da teologia. O teólogo negro precisa ter profunda sensibilidade e participar dos problemas cotidianos da comunidade negra. O enegrecimento da teologia ocorre quando ela se põe no 'locus' das comunidades negras, a partir das situações concretas de opressão, discriminação e racismo das quais são vítimas as comunidades. É a teologia desvencilhada integralmente da ótica branco-opressora, assumindo uma nova cosmovisão com os olhos da gente negra oprimida". [...] 

in HAGE PÁDUA, Jorge. "Teologia negra da libertação": Expressão teológica dos oprimidos. na América Latina (Periódicos EST). pp. 153; 154; 155; 157.  


REFERÊNCIAS.





[5]. Cf. "'Missa afro'? Uma polêmica e a Liturgia da Santa Igreja Católica" [https://b-braga.blogspot.com/2018/08/missa-afro-uma-polemica-e-liturgia-da.html].

[6]. Cf. Discurso em Londres, 05 de julho de 2016 .


[8]. Cf. "'Missa afro'? Uma polêmica e a Liturgia da Santa Igreja Católica" [https://b-braga.blogspot.com/2018/08/missa-afro-uma-polemica-e-liturgia-da.html].

[9]. in AMORTH, Gabriele. "Um exorcista conta-nos". Paulinas: Lisboa, 2012 (8a. ed.). pp. 152; 154-55.



[12]. Cf. Discurso em Londres, 05 de julho de 2016. 

[13]. Cf. Link para o discurso referente à imagem: [https://www.facebook.com/padrejoao/videos/299469430669418/].

[14]. Cf. "João: a campanha eleitoral vigarista do 'padre do PT'" [https://b-braga.blogspot.com/2018/10/joao-campanha-eleitoral-vigarista-do.html].

[15]. Cf. "'Missa afro'? Uma polêmica e a Liturgia da Santa Igreja Católica" [https://b-braga.blogspot.com/2018/08/missa-afro-uma-polemica-e-liturgia-da.html].

[16]. Cf. [http://bit.ly/2DTKXV5].

[17]. Cf. "'Missa afro'? Uma polêmica e a Liturgia da Santa Igreja Católica" [https://b-braga.blogspot.com/2018/08/missa-afro-uma-polemica-e-liturgia-da.html].

[18]. in AMORTH, Gabriele. "Um exorcista conta-nos". Paulinas: Lisboa, 2012 (8a. ed.). pp. 152; 154-55.

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