Wednesday, August 06, 2014

A reforma política da CNBB. Católicos, não assinem!

Bruno Braga.
Notas publicadas no Facebook.
 
 
 
I.
 

 
 
CNBB subscreve proposta de reforma política e padres a pregam sobre o altar. Os COMUNISTAS celebram no Portal VERMELHO, o portal de notícias do PCdoB (Cf. imagem extraída do artigo "Coalizão Democrática promove grande ato pela Reforma Política", publicado no dia 28 de Maio de 2014 [http://www.vermelho.org.br/rj/noticia/243016-101]).
 
Os COMUNISTAS celebram porque na proposta de reforma política apresentada pela "Coalizão pela Reforma Política Democrática" está embutida a ampliação do projeto de poder do qual fazem parte: o ambicioso e totalitário projeto de poder PETISTA-SOCIALISTA-COMUNISTA.

Nota publicada no Facebook em 27 de Julho de 2014.

 
II.

 
Para os que ainda têm duvida sobre se a proposta de reforma política apresentada pela "Coalizão pela Reforma Política Democrática" - que é subscrita pela CNBB e celebrada por vários padres - de fato maquia o fortalecimento do projeto de poder PETISTA-SOCIALISTA-COMUNISTA, um artigo publicado no Portal VERMELHO é esclarecedor.
 

 

Sob o título "PCdoB convoca militância para mobilização eleitoral", a publicação reproduz a Resolução Política da Comissão Política Nacional do PCdoB - aprovada em reunião realizada no dia 21 de Julho de 2014 -, que fixa as diretrizes comunistas para as eleições deste ano. Há um trecho do documento que é bem claro: [...] "Ao consagrar em sua Convenção Nacional o apoio à reeleição de Dilma Rousseff, o PCdoB proclamou sua confiança de que a presidenta é uma liderança capaz de renovar a esperança e conduzir o Brasil a uma nova etapa de desenvolvimento. O Partido ofereceu à sua candidata um conjunto de ideias e propostas ao seu programa de governo. Entre elas, se destacam a DEMOCRATIZAÇÃO e a MODERNIZAÇÃO do Estado brasileiro, COM A REALIZAÇÃO URGENTE DA REFORMA POLÍTICA DEMOCRÁTICA, da REGULAÇÃO dos meios de comunicação e da REFORMA do Judiciário" [...] (Cf. imagem, os destaques são meus. Publicação: [http://www.vermelho.org.br/sp/noticia/246374-39]).

Portanto, fiel católico, se um padre convocá-lo para assinar a proposta de reforma política citada, pense bem, pois estará colaborando com o totalitário projeto de poder PETISTA-SOCIALISTA-COMUNISTA - com o controle da imprensa e do poder judiciário.

Nota publicada no Facebook em 27 de Julho de 2014.

 
III.
 

Em perfeita sintonia. De um lado, o Portal VERMELHO - portal de notícias do Partido COMUNISTA do Brasil (PCdoB) - celebra a proposta de reforma política apresentada pela "Coalizão pela Reforma Política Democrática" [1]; do outro, a página oficial da "Coalizão" recomenda a leitura do artigo de um de seus porta-vozes: o articulista do Portal VERMELHO Aldo Arantes, o célebre COMUNISTA que, para promover a referida proposta de reforma política, recebe o disfarce de "representante da OAB" (Cf. imagem abaixo, o destaque é meu). 
 
 

 
Essa é a proposta de reforma política subscrita pela CNBB e pregada por padres para que os fiéis a assinem. É a instrumentalização da Igreja Católica para promover algo que a contraria integralmente, e não só pela natureza do projeto de poder envolvido, o totalitário projeto PETISTA-SOCIALISTA-COMUNISTA [2], mas pela engenharia social e comportamental pretendida pelos grupos que o integram: abortismo, ideologia de gênero, legalização das drogas, etc.

Nota publicada no Facebook em 29 de Julho de 2014.

 
IV.
 


A "Coalizão pela Reforma Política Democrática" utiliza uma pesquisa encomendada pela OAB para fundamentar a sua proposta de reforma política (Cf. Cartilha "Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas", pp. 03-04 [http://www.reformapoliticademocratica.org.br/wp-content/uploads/2014/04/cartilha.pdf]). Dos dados apresentados, dois, de forma mais imediata, despertam uma certa desconfiança, ainda mais intensa quando considerado o contexto em que serão utilizados, uma campanha para persuadir, para convencer as pessoas a aderirem a um projeto de reforma política (Cf. imagem, os destaques são meus).
 
(1) "85% dos entrevistados se manifestaram a favor de UMA reforma política". Em uma esfera da vida pública - a política - marcada por denúncias de corrupção, roubalheira, favorecimentos pessoais e ambições de poder, não causa espanto o fato de tanta gente querer "UMA reforma política". No entanto, elas são a favor DE QUAL reforma política? Note bem, ser a favor de "UMA reforma política" não significa ser a favor de QUALQUER uma. Não significa ser a favor DAQUELA proposta apresentada pela "Coalizão", e nem que ela é vantajosa ou legítima. Se o CONTEÚDO da reforma política, se os seus TERMOS não forem inteiramente examinados, dizer que é a favor de "UMA reforma política" é apenas uma forma de expressar insatisfação com a política.
 
(2) "92% opinaram a favor de um projeto de lei de reforma política DE INICIATIVA POPULAR". Sim, a proposta de reforma política apresentada pela "Coalizão" é um projeto de lei "de iniciativa popular". Porém, considerando a expressão - "de iniciativa popular" - as pessoas podem acreditar que a proposta é uma iniciativa e uma elaboração do "povo". Não, não é. A proposta de reforma política da da "Coalizão" foi formulada por determinados grupos e organizações para favorecer o esquema político do qual já fazem parte (Cf. ARTIGOS RECOMENDADOS). Por isso, se uma pessoa adere a ela pensando em beneficiar o cidadão - beneficiar o "povo", porque aderiu a um projeto "DE INICIATIVA POPULAR" -, está enganada; ela está colaborando com a ampliação de um projeto de poder definido: o projeto PETISTA-SOCIALISTA-COMUNISTA. Ademais, a expressão "DE INICIATIVA POPULAR" pode encantar, hipnotizar as pessoas; porém, se o CONTEÚDO da proposta não for examinado, não é possível saber se ela é vantajosa ou legítima - como não é a proposta apresentada pela "Coalizão".

Nota publicada no Facebook em 30 de Julho de 2014.

 
V.
 

 

Eis um autêntico "apóstolo" da reforma política semeada pela CNBB: João (Cf. imagem, os destaques são meus). O Deputado Federal que promove sua carreira política como "padre" - "padre João" -, apesar de contrariar integralmente a Igreja Católica. Não só por fazer parte dos quadros do PT e, inevitavelmente, colaborar com a realização do ambicioso e totalitário projeto de poder SOCIALISTA-COMUNISTA; mas porque esse projeto é de natureza CRIMINOSA. A sua constituição implica associação com o crime organizado e com o narcotráfico, com a guerrilha urbana e rural - e entre as suas bandeiras estão a legalização definitiva do aborto - isto é, a do ASSASSINATO de CRIANÇAS indefesas - e das DROGAS, e uma macabra engenharia comportamental de gênero.
 
Ora, a proposta de reforma política subscrita pela CNBB, a que é apresentada por uma tal "Coalizão pela Reforma Política Democrática", é mais um instrumento - tanto pelos seus AGENTES quanto pelo seu próprio CONTEÚDO - para fazer avançar o projeto de poder PETISTA-SOCIALISTA-COMUNISTA (Cf. ARTIGOS RECOMENDADOS). Por isso, quando um padre se compromete a pregá-la sobre o altar, ele - por inocência, ignorância, ou mesmo por má-fé - se faz à imagem e semelhança de um "João". De padre, sacerdote, torna-se um "apóstolo da revolução".

Nota publicada no Facebook em 31 de Julho de 2014.

 
ARTIGOS RECOMENDADOS.


 
BRAGA, Bruno. "Padres pregam proposta de reforma política. Fiéis, não assinem!" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/07/padres-pregam-proposta-de-reforma.html].
______. "O porta-voz comunista da reforma política celebrada por padres" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/07/o-porta-voz-comunista-da-reforma.html].


 
NOTA.
 
I. Congregação do Santo Ofício, 1949. (1) "É permitido aderir ao partido comunista ou favorecê-lo de alguma maneira? Não. O comunismo é de fato materialista e anticristão; embora declarem às vezes em palavras que não atacam a religião, os comunistas demonstram de fato, quer pela doutrina, quer pelas ações, que são hostis a Deus, à verdadeira religião e à Igreja de Cristo [...] (4) Fiéis cristãos que professam a doutrina materialista e anticristã do comunismo, e sobretudo os que as defendem e propagam, incorrem pelo próprio fato, como apóstatas da fé católica, na excomunhão reservada de modo especial à Sé Apostólica? Sim. - II. Congregação do Santo Ofício, 1959. "É permitido aos cidadãos católicos, ao elegerem os representantes do povo, darem seu voto a partidos ou a candidatos que, mesmo se não proclamam princípios contrários à doutrina católica e até reivindicam o nome de cristãos, apesar disto se unem de fato aos comunistas e os apoiam por sua ação? Não, segundo a diretiva do Decreto do Santo Ofício de 1o. de Julho de 1949, n.1 [3865]" (Cf. [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/05/um-alerta-aos-catolicos.html]).
 

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