Friday, August 01, 2014

"Cáritas": organismo da CNBB trabalha contra a Igreja Católica e contra os brasileiros.

Bruno Braga.
Nota publicada no Facebook em 01 de Agosto de 2014.
 
 
 
 
 
Na cerimônia em que sancionou o "Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil" (PL. 7.168-2014), a Presidente Dilma dedicou um agradecimento especial aos integrantes do grupo de trabalho que colaborou com a realização do projeto. Entre eles, a "Cáritas Brasileira" (Cf. a partir de 30:00 [https://www.youtube.com/watch?v=sSeiCZfL06g]).
 
O reconhecimento da Presidente pode parecer um sinal de prestígio, mas é propriamente algo vergonhoso. A "Cáritas" é - ou deveria ser - uma entidade "católica". Porém, pelos seus "Parceiros e Apoiadores" já seria - sob o juízo mais benevolente - objeto de suspeita: MST, CUT, Comissão Pastoral da Terra, ADITAL, Ford Foundation, etc. (Cf. [http://caritas.org.br/parceiros-e-apoiadores]). Com o "Marco Regulatório" a questão se agrava. A "Cáritas" subscreve um mecanismo que fortalece grupos e organizações engajados em projetos que contrariam diretamente os preceitos da Igreja. Sob o disfarce de "sociedade civil", principalmente sob o manto da ABONG (Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais), exigem, por exemplo, a LEGALIZAÇÃO DO ABORTO (Cf. [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/08/marco-regulatorio-das-organizacoes-da.html]).
 
 

 
E mais. Participando da realização do "Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil", a "Cáritas" pavimenta um esquema de poder no qual aqueles mesmos grupos e organizações estão integrados: o esquema PETISTA-SOCIALISTA-COMUNISTA - que pela sua natureza é também abominado pela Igreja Católica (Cf. NOTA).
 
Agora, sabe quem colabora com o patrocínio disso tudo? O católico. Parte das doações para a Campanha da Fraternidade vai para a "Cáritas". Pois é, o fiel acredita estar fazendo uma boa ação; porém, mal sabe ele que o seu dinheiro é investido em aberrações desse tipo - contra a Igreja mesma e contra os próprios brasileiros.

 
NOTA.
 
I. Congregação do Santo Ofício, 1949. (1) "É permitido aderir ao partido comunista ou favorecê-lo de alguma maneira? Não. O comunismo é de fato materialista e anticristão; embora declarem às vezes em palavras que não atacam a religião, os comunistas demonstram de fato, quer pela doutrina, quer pelas ações, que são hostis a Deus, à verdadeira religião e à Igreja de Cristo [...] (4) Fiéis cristãos que professam a doutrina materialista e anticristã do comunismo, e sobretudo os que as defendem e propagam, incorrem pelo próprio fato, como apóstatas da fé católica, na excomunhão reservada de modo especial à Sé Apostólica? Sim. - II. Congregação do Santo Ofício, 1959. "É permitido aos cidadãos católicos, ao elegerem os representantes do povo, darem seu voto a partidos ou a candidatos que, mesmo se não proclamam princípios contrários à doutrina católica e até reivindicam o nome de cristãos, apesar disto se unem de fato aos comunistas e os apoiam por sua ação? Não, segundo a diretiva do Decreto do Santo Ofício de 1o. de Julho de 1949, n.1 [3865]" (Cf. [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/05/um-alerta-aos-catolicos.html]).

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