Pages

Thursday, August 07, 2014

O "Chefe" convoca a militância para a reforma política da CNBB.

Bruno Braga.

 

 
O ex-Presidente Luiz Inácio - o "Chefe" - convoca a MILITÂNCIA PETISTA a se engajar na "campanha de assinaturas da PROPOSTA DE INICIATIVA POPULAR PELA REFORMA POLÍTICA" (Cf. Vídeo).
 
O católico deve fidelidade à Igreja, não à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Por isso, precisa estar ciente de que, se assinar qualquer proposta de reforma política, se participar da "Semana Nacional de Luta pela Reforma Política Democrática" - iniciativas que contam com o engajamento traiçoeiro da CNBB - estará promovendo um projeto de poder que contraria integralmente os preceitos e orientações da Igreja Católica, tanto pela sua natureza quanto pela engenharia social e comportamental que o envolve: o criminoso e totalitário projeto de poder PETISTA-SOCIALISTA-COMUNISTA.

Nota publicada no Facebook em 07 de Agosto de 2014.

Anexo.


PACTO firmado na sede da CNBB: fortalecer o criminoso projeto de poder PETISTA-SOCIALISTA-COMUNISTA.


Os representantes da "Coalizão pela Reforma Política Democrática" e da "Campanha Nacional pelo Plebiscito Popular da Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político" se reuniram na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e firmaram um PACTO: promover a "Semana Nacional de Luta pela Reforma Política Democrática", que será realizada entre os dias 1o e 7 de Setembro (Cf. Nota na página oficial da "Coalizão pela Reforma Política Democrática" no Facebook [https://www.facebook.com/photo.php?fbid=621496374614606]).

Trata-se apenas da formalização do que já era evidente. Uma AÇÃO CONJUNTA - com vários AGENTES atuando nas duas frentes - e UM só OBJETIVO: promover, sob o disfarce de participação da "sociedade civil", o criminoso projeto de poder PETISTA-SOCIALISTA-COMUNISTA.

(*) Cf. Circular oficial assinada pelo Presidente Nacional do PT sobre a "Participação do PT no Plebiscito Popular por uma Constituinte exclusiva e Soberana do Sistema Político" [https://www.pt.org.br/blog-secretarias/circular-participacao-do-pt-no-plebiscito-popular-por-uma-constituinte-exclusiva-e-soberana-do-sistema-politico/].


Nota publicada no Facebook em 07 de Agosto de 2014.

ARTIGOS RECOMENDADOS.
 
BRAGA, Bruno. "Padres pregam proposta de reforma política. Fiéis, não assinem!" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/07/padres-pregam-proposta-de-reforma.html].
______. "O porta-voz comunista da reforma política celebrada por padres" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/07/o-porta-voz-comunista-da-reforma.html].
______. "A reforma política da CNBB. Católicos, não assinem!" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/08/a-reforma-politica-da-cnbb-fieis.html].

Wednesday, August 06, 2014

A reforma política da CNBB. Católicos, não assinem!

Bruno Braga.
Notas publicadas no Facebook.
 
 
 
I.
 

 
 
CNBB subscreve proposta de reforma política e padres a pregam sobre o altar. Os COMUNISTAS celebram no Portal VERMELHO, o portal de notícias do PCdoB (Cf. imagem extraída do artigo "Coalizão Democrática promove grande ato pela Reforma Política", publicado no dia 28 de Maio de 2014 [http://www.vermelho.org.br/rj/noticia/243016-101]).
 
Os COMUNISTAS celebram porque na proposta de reforma política apresentada pela "Coalizão pela Reforma Política Democrática" está embutida a ampliação do projeto de poder do qual fazem parte: o ambicioso e totalitário projeto de poder PETISTA-SOCIALISTA-COMUNISTA.

Nota publicada no Facebook em 27 de Julho de 2014.

 
II.

 
Para os que ainda têm duvida sobre se a proposta de reforma política apresentada pela "Coalizão pela Reforma Política Democrática" - que é subscrita pela CNBB e celebrada por vários padres - de fato maquia o fortalecimento do projeto de poder PETISTA-SOCIALISTA-COMUNISTA, um artigo publicado no Portal VERMELHO é esclarecedor.
 

 

Sob o título "PCdoB convoca militância para mobilização eleitoral", a publicação reproduz a Resolução Política da Comissão Política Nacional do PCdoB - aprovada em reunião realizada no dia 21 de Julho de 2014 -, que fixa as diretrizes comunistas para as eleições deste ano. Há um trecho do documento que é bem claro: [...] "Ao consagrar em sua Convenção Nacional o apoio à reeleição de Dilma Rousseff, o PCdoB proclamou sua confiança de que a presidenta é uma liderança capaz de renovar a esperança e conduzir o Brasil a uma nova etapa de desenvolvimento. O Partido ofereceu à sua candidata um conjunto de ideias e propostas ao seu programa de governo. Entre elas, se destacam a DEMOCRATIZAÇÃO e a MODERNIZAÇÃO do Estado brasileiro, COM A REALIZAÇÃO URGENTE DA REFORMA POLÍTICA DEMOCRÁTICA, da REGULAÇÃO dos meios de comunicação e da REFORMA do Judiciário" [...] (Cf. imagem, os destaques são meus. Publicação: [http://www.vermelho.org.br/sp/noticia/246374-39]).

Portanto, fiel católico, se um padre convocá-lo para assinar a proposta de reforma política citada, pense bem, pois estará colaborando com o totalitário projeto de poder PETISTA-SOCIALISTA-COMUNISTA - com o controle da imprensa e do poder judiciário.

Nota publicada no Facebook em 27 de Julho de 2014.

 
III.
 

Em perfeita sintonia. De um lado, o Portal VERMELHO - portal de notícias do Partido COMUNISTA do Brasil (PCdoB) - celebra a proposta de reforma política apresentada pela "Coalizão pela Reforma Política Democrática" [1]; do outro, a página oficial da "Coalizão" recomenda a leitura do artigo de um de seus porta-vozes: o articulista do Portal VERMELHO Aldo Arantes, o célebre COMUNISTA que, para promover a referida proposta de reforma política, recebe o disfarce de "representante da OAB" (Cf. imagem abaixo, o destaque é meu). 
 
 

 
Essa é a proposta de reforma política subscrita pela CNBB e pregada por padres para que os fiéis a assinem. É a instrumentalização da Igreja Católica para promover algo que a contraria integralmente, e não só pela natureza do projeto de poder envolvido, o totalitário projeto PETISTA-SOCIALISTA-COMUNISTA [2], mas pela engenharia social e comportamental pretendida pelos grupos que o integram: abortismo, ideologia de gênero, legalização das drogas, etc.

Nota publicada no Facebook em 29 de Julho de 2014.

 
IV.
 


A "Coalizão pela Reforma Política Democrática" utiliza uma pesquisa encomendada pela OAB para fundamentar a sua proposta de reforma política (Cf. Cartilha "Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas", pp. 03-04 [http://www.reformapoliticademocratica.org.br/wp-content/uploads/2014/04/cartilha.pdf]). Dos dados apresentados, dois, de forma mais imediata, despertam uma certa desconfiança, ainda mais intensa quando considerado o contexto em que serão utilizados, uma campanha para persuadir, para convencer as pessoas a aderirem a um projeto de reforma política (Cf. imagem, os destaques são meus).
 
(1) "85% dos entrevistados se manifestaram a favor de UMA reforma política". Em uma esfera da vida pública - a política - marcada por denúncias de corrupção, roubalheira, favorecimentos pessoais e ambições de poder, não causa espanto o fato de tanta gente querer "UMA reforma política". No entanto, elas são a favor DE QUAL reforma política? Note bem, ser a favor de "UMA reforma política" não significa ser a favor de QUALQUER uma. Não significa ser a favor DAQUELA proposta apresentada pela "Coalizão", e nem que ela é vantajosa ou legítima. Se o CONTEÚDO da reforma política, se os seus TERMOS não forem inteiramente examinados, dizer que é a favor de "UMA reforma política" é apenas uma forma de expressar insatisfação com a política.
 
(2) "92% opinaram a favor de um projeto de lei de reforma política DE INICIATIVA POPULAR". Sim, a proposta de reforma política apresentada pela "Coalizão" é um projeto de lei "de iniciativa popular". Porém, considerando a expressão - "de iniciativa popular" - as pessoas podem acreditar que a proposta é uma iniciativa e uma elaboração do "povo". Não, não é. A proposta de reforma política da da "Coalizão" foi formulada por determinados grupos e organizações para favorecer o esquema político do qual já fazem parte (Cf. ARTIGOS RECOMENDADOS). Por isso, se uma pessoa adere a ela pensando em beneficiar o cidadão - beneficiar o "povo", porque aderiu a um projeto "DE INICIATIVA POPULAR" -, está enganada; ela está colaborando com a ampliação de um projeto de poder definido: o projeto PETISTA-SOCIALISTA-COMUNISTA. Ademais, a expressão "DE INICIATIVA POPULAR" pode encantar, hipnotizar as pessoas; porém, se o CONTEÚDO da proposta não for examinado, não é possível saber se ela é vantajosa ou legítima - como não é a proposta apresentada pela "Coalizão".

Nota publicada no Facebook em 30 de Julho de 2014.

 
V.
 

 

Eis um autêntico "apóstolo" da reforma política semeada pela CNBB: João (Cf. imagem, os destaques são meus). O Deputado Federal que promove sua carreira política como "padre" - "padre João" -, apesar de contrariar integralmente a Igreja Católica. Não só por fazer parte dos quadros do PT e, inevitavelmente, colaborar com a realização do ambicioso e totalitário projeto de poder SOCIALISTA-COMUNISTA; mas porque esse projeto é de natureza CRIMINOSA. A sua constituição implica associação com o crime organizado e com o narcotráfico, com a guerrilha urbana e rural - e entre as suas bandeiras estão a legalização definitiva do aborto - isto é, a do ASSASSINATO de CRIANÇAS indefesas - e das DROGAS, e uma macabra engenharia comportamental de gênero.
 
Ora, a proposta de reforma política subscrita pela CNBB, a que é apresentada por uma tal "Coalizão pela Reforma Política Democrática", é mais um instrumento - tanto pelos seus AGENTES quanto pelo seu próprio CONTEÚDO - para fazer avançar o projeto de poder PETISTA-SOCIALISTA-COMUNISTA (Cf. ARTIGOS RECOMENDADOS). Por isso, quando um padre se compromete a pregá-la sobre o altar, ele - por inocência, ignorância, ou mesmo por má-fé - se faz à imagem e semelhança de um "João". De padre, sacerdote, torna-se um "apóstolo da revolução".

Nota publicada no Facebook em 31 de Julho de 2014.

 
ARTIGOS RECOMENDADOS.


 
BRAGA, Bruno. "Padres pregam proposta de reforma política. Fiéis, não assinem!" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/07/padres-pregam-proposta-de-reforma.html].
______. "O porta-voz comunista da reforma política celebrada por padres" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/07/o-porta-voz-comunista-da-reforma.html].


 
NOTA.
 
I. Congregação do Santo Ofício, 1949. (1) "É permitido aderir ao partido comunista ou favorecê-lo de alguma maneira? Não. O comunismo é de fato materialista e anticristão; embora declarem às vezes em palavras que não atacam a religião, os comunistas demonstram de fato, quer pela doutrina, quer pelas ações, que são hostis a Deus, à verdadeira religião e à Igreja de Cristo [...] (4) Fiéis cristãos que professam a doutrina materialista e anticristã do comunismo, e sobretudo os que as defendem e propagam, incorrem pelo próprio fato, como apóstatas da fé católica, na excomunhão reservada de modo especial à Sé Apostólica? Sim. - II. Congregação do Santo Ofício, 1959. "É permitido aos cidadãos católicos, ao elegerem os representantes do povo, darem seu voto a partidos ou a candidatos que, mesmo se não proclamam princípios contrários à doutrina católica e até reivindicam o nome de cristãos, apesar disto se unem de fato aos comunistas e os apoiam por sua ação? Não, segundo a diretiva do Decreto do Santo Ofício de 1o. de Julho de 1949, n.1 [3865]" (Cf. [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/05/um-alerta-aos-catolicos.html]).
 

Uma confissão dos "apóstolos da revolução".

Bruno Braga.
Nota publicada no Facebook em 04 de Agosto de 2014.
 
 


 
 
Você, fiel católico, desconfia do comportamento e do discurso de determinados padres, suspeita da postura da CNBB a respeito de certos temas, fica escandalizado com suas propostas e orientações, mas duvida que haja infiltração e da instrumentalização da Igreja? Acredita que isso é coisa "teoria da conspiração" ou "intriga da oposição"? Muito bem. Então Frei Betto e Leonardo Boff - dois dos principais "apóstolos da revolução" - confessam, eles mesmos, como promoveram ardilosamente um simulacro de teologia - a Teologia da Libertação -, que é um instrumento para corromper a fé e utilizar a Igreja Católica em favor de um projeto de poder, o projeto de poder PETISTA-SOCIALISTA-COMUNISTA.

I.
 
Ricardo Kotscho - No frigir dos ovos, essa briga vocês realmente perderam. A CNBB, hoje, é muito mais dom Eugênio do que dom Ivo e dom Paulo. Uma semana antes de morrer, o Antônio Callado deu uma longa entrevista e disse que, nos últimos cinqüenta anos, tinha participado de todas as lutas sociais e políticas do Brasil, sempre do lado certo. E aí, fazendo um balanço da vida: "Perdi todas". Você não se sente um pouco assim também?
 
Leonardo Boff - Acho que não. PORQUE MEXEMOS COM O APARELHO CENTRAL DA IGREJA... Mexemos, porque uma teologia, até chegar ao corpo central do Vaticano, demora três, quatro gerações. NÓS, NA METADE DE UMA GERAÇÃO, JÁ ESTÁVAMOS DENTRO DO VATICANO, quer dizer, mobilizamos o papa, os altos organismos tiveram de reagir em face da TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO.

 
II.
 
Leonardo Boff - Fiz um juízo político, não pessoal. Uma coisa é você defender a sua biografia, romper e seguir seu caminho. COMO TODO O NOSSO GRUPO, o BETTO inclusive, era de INTELECTUAIS ORGÂNICOS DAS CEBs, E TÍNHAMOS NAQUELA ÉPOCA HEGEMONIA NA IGREJA – quem dava o discurso tinha grande articulação, se movimentava na sociedade, era essa Igreja da base, que era UMA COLIGAÇÃO DE UMA SÉRIE DE BISPOS E CARDEAIS que apoiavam as CEBs, e as CEBs acolhiam esses tipo de Igreja. Então, a minha preocupação era: o fundamental é preservar esse ensaio da Igreja da base e não a minha biografia.
 
Sérgio Pinto - Quer dizer, era uma militância mesmo...
 
Leonardo Boff - MILITÂNCIA. UMA COISA BEM PENSADA, em termos até de "até onde eu agüento sem perder a minha dignidade" e trazer um ganho pra essa Igreja da base. Então seria ruim eu romper com o Vaticano, e o Vaticano queria isso, porque seria fácil condenar e excluir, excomungar, e o povo diz: "Olha, assassino, ladrão, tudo bem, mas excomungado não. Porque a pior coisa que existe é ser entregue a Satanás direto, sabe? Então, a excomunhão é uma sombra terrível, um estigma fantástico. E, COMO SENTI O APOIO EXPLÍCITO DA CNBB e da própria ordem franciscana, fui ao diálogo com o Ratzinger levando duas maletas contendo 100.000 subscrições, do mundo inteiro, desde a Sibéria, Coréia, bispos, milhares de cristãos. E, quando comecei, disse: "Cardeal, não estou sozinho aqui, estou com estes 100.000". "Vocês é que manipularam assinaturas!" "Como, manipularam? Um bispo que é lá da cidade de Zagorsky, na Rússia, como é que vai ter contato comigo?" Quer dizer, A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO NÃO ERA CAUSA MINHA, é a causa de uma geração, É UM MOVIMENTO. E saí convencido, devido à influência dos dois cardeais que me acompanharam, que o problema terminaria ali. E qual não foi a minha surpresa quando, no dia 1¼ de maio, todo paramentado para entrar na missa dos trabalhadores em Petrópolis, toca o telefone, era do Vaticano. Atendo e dizem: "Você se considere imediatamente demitido da cátedra de teologia, deposto da Revista Eclesiástica Brasileira, da coordenação editorial da Vozes, não pode mais falar, viajar, nem dar aula. Esta é a punição". Eu disse: "Então apelo ao direito canônico. Só entro na punição quando tiver os documentos na mão, porque oral não vale". "Então, os documentos seguirão." E desligaram. Aí vieram os documentos.
 
III.
 
Ricardo Kotscho - O papa não é uma rainha da Inglaterra?
 
Leonardo Boff - Não, ele escolhe. A força dele é poder escolher os seus assessores diretos, que é o chamado Corpo do Papa, pessoas que pensam e agem como ele. A quem ele delega todo poder.
 
Frei Betto - O projeto estratégico é dele?
 
Leonardo Boff - O projeto estratégico é dele. Por outro lado, há uma grande resistência da máquina, de quem está por baixo. Por exemplo, TEMOS TRÊS, QUATRO CARDEAIS DA CÚRIA ROMANA QUE FAZEM O NOSSO JOGO, QUE NOS DEFENDEM, EMPURRAM NOSSOS TEXTOS EM CIMA DOS CARDEAIS, MANDAM BRIEFINGS, A LUTA IDEOLÓGICA É BÁRBARA LÁ DENTRO.

 

NOTA.

. Revista "Caros amigos", Setembro de 1998. "Grandes entrevistas", com Leonardo Boff. A íntegra da entrevista pode ser lida aqui: [http://www.humaniversidade.com.br/boletins/entrevista_boff_a_igreja_mente.htm].

. Fonte da imagem: Christo Nihil Praeponere (pe. Paulo Ricardo).
 
 
ARTIGOS RECOMENDADOS.

BRAGA, Bruno. "A promoção efetiva da Teologia 'Socialista-Comunista' da Libertação" [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/05/a-promocao-efetiva-da-teologia.html].
______. "Não, a guerra não acabou" (Cf. especialmente o apenso III, no qual Lula, em vídeo, confessa a importância da Teologia da Libertação em sua promoção política) [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/07/nao-guerra-nao-acabou.html].
______. "A barbárie SOCIALISTA-COMUNISTA-BOLIVARIANA e a contribuição do 'apostolado da revolução'" (Cf. especialmente o item II, Leonardo Boff faz campanha para Dilma Rousseff, então candidata à Presidência da República [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/02/a-barbarie-socialista-comunista.html].

Friday, August 01, 2014

"Cáritas": organismo da CNBB trabalha contra a Igreja Católica e contra os brasileiros.

Bruno Braga.
Nota publicada no Facebook em 01 de Agosto de 2014.
 
 
 
 
 
Na cerimônia em que sancionou o "Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil" (PL. 7.168-2014), a Presidente Dilma dedicou um agradecimento especial aos integrantes do grupo de trabalho que colaborou com a realização do projeto. Entre eles, a "Cáritas Brasileira" (Cf. a partir de 30:00 [https://www.youtube.com/watch?v=sSeiCZfL06g]).
 
O reconhecimento da Presidente pode parecer um sinal de prestígio, mas é propriamente algo vergonhoso. A "Cáritas" é - ou deveria ser - uma entidade "católica". Porém, pelos seus "Parceiros e Apoiadores" já seria - sob o juízo mais benevolente - objeto de suspeita: MST, CUT, Comissão Pastoral da Terra, ADITAL, Ford Foundation, etc. (Cf. [http://caritas.org.br/parceiros-e-apoiadores]). Com o "Marco Regulatório" a questão se agrava. A "Cáritas" subscreve um mecanismo que fortalece grupos e organizações engajados em projetos que contrariam diretamente os preceitos da Igreja. Sob o disfarce de "sociedade civil", principalmente sob o manto da ABONG (Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais), exigem, por exemplo, a LEGALIZAÇÃO DO ABORTO (Cf. [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/08/marco-regulatorio-das-organizacoes-da.html]).
 
 

 
E mais. Participando da realização do "Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil", a "Cáritas" pavimenta um esquema de poder no qual aqueles mesmos grupos e organizações estão integrados: o esquema PETISTA-SOCIALISTA-COMUNISTA - que pela sua natureza é também abominado pela Igreja Católica (Cf. NOTA).
 
Agora, sabe quem colabora com o patrocínio disso tudo? O católico. Parte das doações para a Campanha da Fraternidade vai para a "Cáritas". Pois é, o fiel acredita estar fazendo uma boa ação; porém, mal sabe ele que o seu dinheiro é investido em aberrações desse tipo - contra a Igreja mesma e contra os próprios brasileiros.

 
NOTA.
 
I. Congregação do Santo Ofício, 1949. (1) "É permitido aderir ao partido comunista ou favorecê-lo de alguma maneira? Não. O comunismo é de fato materialista e anticristão; embora declarem às vezes em palavras que não atacam a religião, os comunistas demonstram de fato, quer pela doutrina, quer pelas ações, que são hostis a Deus, à verdadeira religião e à Igreja de Cristo [...] (4) Fiéis cristãos que professam a doutrina materialista e anticristã do comunismo, e sobretudo os que as defendem e propagam, incorrem pelo próprio fato, como apóstatas da fé católica, na excomunhão reservada de modo especial à Sé Apostólica? Sim. - II. Congregação do Santo Ofício, 1959. "É permitido aos cidadãos católicos, ao elegerem os representantes do povo, darem seu voto a partidos ou a candidatos que, mesmo se não proclamam princípios contrários à doutrina católica e até reivindicam o nome de cristãos, apesar disto se unem de fato aos comunistas e os apoiam por sua ação? Não, segundo a diretiva do Decreto do Santo Ofício de 1o. de Julho de 1949, n.1 [3865]" (Cf. [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/05/um-alerta-aos-catolicos.html]).

"Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil" para legalizar o ASSASSINATO DE CRIANÇAS.

Bruno Braga.
Nota publicada no Facebook em 01 de Agosto de 2014.
 

 
 
Ontem, 31 de Julho, a Presidente Dilma sancionou o projeto de lei 7.168-2014 (apenso ao PL. 3.877-2004). Trata-se do "Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil" - um mecanismo para regulamentar a participação da "sociedade civil" na promoção de políticas públicas.
 
Em uma cerimônia prestigiada por várias autoridades, discursou Vera Masagão, diretora executiva da ABONG (Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais) - que participou de todo o processo para articular a aprovação do projeto nas esferas dos poderes executivo e legislativo (Cf. Discurso completo, a partir de 10:30 [https://www.youtube.com/watch?v=sSeiCZfL06g]). Mas, como representante das ONG's e da tal "sociedade civil", quais são os objetivos da ABONG?
 
O site da associação, na seção "quem somos", tópico 5 - "O QUE QUEREMOS" - é bastante esclarecedor. Revela o pano de fundo ideológico - na expressão do "fim de todas as formas de IMPERIALISMO" - e reproduz as bandeiras e exigências dos grupos e organizações identificados com ele. Mas um ítem salta aos olhos. A ABONG "QUER" a LEGALIZAÇÃO DO ABORTO (Cf. imagem, o destaque é meu - [http://www.abong.org.br/quem_somos.php])
 
 
 

Nos termos das diretrizes da ABONG - e sob o pretexto de firmar "parcerias" entre a "sociedade civil" e o Estado - o "Marco Regulatório" é mais uma forma de promover ONG's, "movimentos sociais" que já estão associados a um esquema de poder. É mais um esforço para realizar o projeto PETISTA-SOCIALISTA-COMUNISTA e a engenharia social e comportamental que o envolve - o que inclui a legalização definitiva do ASSASSINATO DE CRIANÇAS no Brasil. .

 

Sunday, July 27, 2014

Papa Francisco: mafiosos - como da N'dranghetta - estão EXCOMUNGADOS. Bom, se é assim, os PETISTAS também estão.

Bruno Braga.
Nota publicada no Facebook em 25 de Julho de 2014.

 

 

No dia 19 de Julho, em visita à Calábria, o Papa Francisco presidiu uma Missa em Sibari. Em uma região marcada pela presença da mafia N'dranghetta, o Pontífice asseverou:
 
[...] "Quando a adoração do Senhor é substituída pela adoração do dinheiro, abre-se o caminho ao pecado, ao interesse pessoal e à prepotência; quando não adoramos Deus, o Senhor, tornamo-nos adoradores do mal, como o fazem quantos vivem de malfeitoria e de violência. A vossa terra, tão bonita, conhece as marcas e as consequências deste pecado. A 'NDRANGHETA [MÁFIA CALABRESA] É ISTO: ADORAÇÃO DO MAL E DESPREZO DO BEM COMUM. ESTE MAL DEVE SER COMBATIDO, AFASTADO! É necessário dizer-lhe não! [...] Aqueles que na sua vida percorrem este caminho do mal, como são os mafiosos, não estão em comunhão com Deus: ESTÃO EXCOMUNGADOS!" [...] (Os destaques são meus. O texto integral da homilia está disponível no site oficial do Vaticano: [http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/homilies/2014/documents/papa-francesco_20140621_cassano-omelia.html]).

Há alguns meses, o jornalista Vitor Vieira revelou as ligações do PT com a N'dranghetta para o financiamento do tráfico internacional de cocaína. Um furo de reportagem que DOCUMENTA desvio de recursos públicos, inclusive da Petrobrás e do Ministério da Saúde (Cf. (1) [http://poncheverde.blogspot.com.br/2014/05/oficialmente-comprovado-dinheiro.html]; (2) [http://poncheverde.blogspot.com.br/2014/05/doleira-brasileira-presa-na-espanha.html]).

Muito bem. Eis ai mais uma causa para a EXCOMUNHÃO dos PETISTAS e de seus aliados. Pelas palavras do Papa Francisco, por participação em uma nefasta atividade criminosa. A outra está na natureza do projeto de poder no qual essa atividade está inserida: 

I. Congregação do Santo Ofício, 1949. (1) "É permitido aderir ao partido comunista ou favorecê-lo de alguma maneira? Não. O comunismo é de fato materialista e anticristão; embora declarem às vezes em palavras que não atacam a religião, os comunistas demonstram de fato, quer pela doutrina, quer pelas ações, que são hostis a Deus, à verdadeira religião e à Igreja de Cristo [...] (4) Fiéis cristãos que professam a doutrina materialista e anticristã do comunismo, e sobretudo os que as defendem e propagam, incorrem pelo próprio fato, como apóstatas da fé católica, na excomunhão reservada de modo especial à Sé Apostólica? Sim. - II. Congregação do Santo Ofício, 1959. "É permitido aos cidadãos católicos, ao elegerem os representantes do povo, darem seu voto a partidos ou a candidatos que, mesmo se não proclamam princípios contrários à doutrina católica e até reivindicam o nome de cristãos, apesar disto se unem de fato aos comunistas e os apoiam por sua ação? Não, segundo a diretiva do Decreto do Santo Ofício de 1o. de Julho de 1949, n.1 [3865]" (Cf. [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/05/um-alerta-aos-catolicos.html]).

Thursday, July 24, 2014

O porta-voz comunista da reforma política celebrada por padres.

Bruno Braga.


 
 
 
Aldo Arantes é um dos porta-vozes da proposta de reforma política apresentada pela "Coalizão pela Reforma Política Democrática" - proposta subscrita pela CNBB e para a qual estão militando vários padres em suas paróquias [1].
 
Dado como representante da OAB pela "Coalizão", Aldo Arantes é um dos mais célebres COMUNISTAS do país. Ele foi presidente da UNE entre 1961 e 1962. Em 1963, foi um dos fundadores da Ação Popular (AP). Organização terrorista que surge do plano ardiloso de assaltar a Igreja Católica - o objetivo era instrumentalizá-la e, com isso, favorecer o projeto revolucionário. Entre as ações promovidas pela AP está o atentado a bomba no Aeroporto de Guararapes, em 1966 [3].
 
No Uruguai, em 1965, Aldo Arantes participa da unificação de grupos terroristas orientada por Leonel Brizola. A Frente Popular de Libertação (FPL), que adotou os "atos de guerra", "atos de sabotagem urbana" e "focos de guerrilha" como estratégias para a tomada do poder (USTRA, 2012, p. 145).
 
Em 1971 a AP se torna APML do B, Ação Popular Marxista-Leninista do Brasil, para ser incorporada posteriormente ao PCdoB. Pelo Partido Comunista do Brasil, Aldo Arantes exerceu vários cargos políticos.
 
Do passado às atuais atividades de Aldo Arantes, em abril de 2014 ele concedeu uma entrevista na qual trata sobre tema da proposta de reforma política. Fala como "representante da OAB" e em nome da "Coalizão pela Reforma Política Democrática" [3]. A foto que registra essa entrevista - em seu pano de fundo - denuncia: as ambições e o projeto de poder de Aldo Arantes não mudaram. Uma bandeira do Brasil cortada pela bandeira do PCdoB (Partido Comunista do Brasil); e uma imagem de Che Guevara, o psicopata que fuzilava, inclusive católicos, e se vangloriava: "Não sou Cristo nem filantropo. Sou totalmente o contrário de um Cristo" [...] "Um revolucionário deve se tornar uma fria máquina de matar movida apenas pelo ódio".
 
 
 
Enfim, a proposta de reforma política apresentada pela "Coalizão pela Reforma Política Democrática" - examinada em seu conteúdo - maquia a promoção do projeto de poder totalitário SOCIALISTA-COMUNISTA [4]. Tem em Aldo Arantes - e em vários grupos e organizações que a subscrevem - um autêntico representante. Nestes termos, para os padres que celebram essa proposta de reforma política - e para os fiéis que aderem a ela de maneira ingênua e entusiasmada - a Igreja Católica tem uma orientação clara e objetiva:
 
I. Congregação do Santo Ofício, 1949. (1) "É permitido aderir ao partido comunista ou favorecê-lo de alguma maneira? Não. O comunismo é de fato materialista e anticristão; embora declarem às vezes em palavras que não atacam a religião, os comunistas demonstram de fato, quer pela doutrina, quer pelas ações, que são hostis a Deus, à verdadeira religião e à Igreja de Cristo [...] (4) Fiéis cristãos que professam a doutrina materialista e anticristã do comunismo, e sobretudo os que as defendem e propagam, incorrem pelo próprio fato, como apóstatas da fé católica, na excomunhão reservada de modo especial à Sé Apostólica? Sim. - II. Congregação do Santo Ofício, 1959. "É permitido aos cidadãos católicos, ao elegerem os representantes do povo, darem seu voto a partidos ou a candidatos que, mesmo se não proclamam princípios contrários à doutrina católica e até reivindicam o nome de cristãos, apesar disto se unem de fato aos comunistas e os apoiam por sua ação? Não, segundo a diretiva do Decreto do Santo Ofício de 1o. de Julho de 1949, n.1 [3865]" (Cf. [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/05/um-alerta-aos-catolicos.html]).

 
 
NOTAS.
 
[1]. BRAGA, Bruno. "Padres pregam proposta de reforma política. Fiéis, não assinem!" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/07/padres-pregam-proposta-de-reforma.html].
 
[2]. BRAGA, Bruno. "O bem-aventurado Alípio" [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/11/o-bem-aventurado-alipio.html].
 

[4]. Cf. Nota [1].


Tuesday, July 22, 2014

NOTA DE ESCLARECIMENTO.

 

Euder Canuto - padre da paróquia de Nossa Senhora da Piedade, em Barbacena-MG - se propôs a promover publicamente a proposta de reforma política apresentada pela "Coalizão pela Reforma Política Democrática". Com isso, assumiu todas as responsabilidades do seu engajamento. Como o padre Euder Canuto faz parte da minha lista de amigos do Facebook, tomei a iniciativa de alertá-lo sobre a proposta de reforma política, sugerindo a leitura do artigo no qual eu aponto o perigo que ela - a proposta - esconde: "Padres pregam proposta de reforma política. Fiéis, não assinem!" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/07/padres-pregam-proposta-de-reforma.html]. Não obtive resposta, e, surpreendentemente, o meu comentário desapareceu. Republiquei o alerta no mesmo espaço, mas, em seguida, fiquei sem acesso ao perfil do padre.

Considerando somente a hipótese do melhor juízo, o caso específico apresenta no mínimo - com a supressão do comentário, com o bloqueio do perfil - um problema de ordem intelectual. Não é permitido estabelecer objeções à proposta de reforma política propagandeada - dita "democrática"; e aos fiéis alcançados pela publicidade - para que possam decidir sobre o seu apoio - é dado conhecer apenas os elogios à proposta, mas não as críticas feitas a ela.
 
A imagem abaixo é apenas uma forma de documentar o episódio.

Bruno Braga.
 
 


Saturday, July 19, 2014

O PT, Lula, o Foro de São Paulo e a Internacional Socialista.

Bruno Braga.
Nota publicada no Facebook em 18 de Julho de 2014.
 
 
 
O PT não é membro da Internacional Socialista. No entanto, eis aqui Luiz Inácio - enquanto Presidente da República, sim, Presidente da República - proferindo o discurso de abertura do XXII Congresso da Internacional Socialista, realizado em São Paulo entre os dias 27 e 29 de Outubro de 2003 (Cf. foto).
 
 
Os trechos destacados de seu pronunciamento são mais uma amostra - entre tantas outras - de que o seu partido e os governos administrados por ele integram - com a dimensão do Foro de São Paulo - um abrangente projeto de poder SOCIALISTA-COMUNISTA.
[...]
 
"Como PRESIDENTE DE UM PAÍS hoje governado por uma coligação de partido de esquerda e de centro mas, também, como PRESIDENTE DE HONRA DE MEU PARTIDO, o PARTIDO DOS TRABALHADORES, só posso dizer-lhes: sintam-se como se estivessem em suas próprias casas.
 
O Partido dos Trabalhadores, embora não integre a Internacional Socialista, manteve e mantém com a Internacional uma relação fraternal. PARTICIPOU, nesses vinte últimos anos, em inúmeros de seus congressos e reuniões e COMPARTILHOU muitas de suas iniciativas, em âmbito REGIONAL e MUNDIAL.
 
Vários partidos, que conosco integram o FÓRUM DE SÃO PAULO ("FORO DE SÃO PAULO") na América Latina, fazem parte da Internacional, da mesma forma que partidos da Europa, com os quais mantemos relações muito estreitas. Nos 23 anos de existência do Partido dos Trabalhadores, mantivemos um fértil diálogo com organizações e personalidades da Internacional".
 
[...]
 
"Tenho dito e repetido que minha eleição para presidente, que hoje completa um ano, não é a vitória de um homem mas a culminação de UM MOVIMENTO que DEVE, agora, REALIZAR, NO GOVERNO, TUDO AQUILO PELO QUAL LUTOU DURANTE TANTOS ANOS".
 
[...]
 
"Meus companheiros e minhas companheiras, delegados deste congresso. Há um ano atrás, neste mesmo horário, estávamos apreensivos mas estávamos certos de que a nossa vitória eleitoral seria inevitável. E seria inevitável porque como disse agora a pouco, a minha vitória não foi a vitória de um presidente da República, de um cidadão brasileiro. A minha vitória foi a CUMULAÇÃO de um MOVIMENTO de massa que soube juntar, durante mais de 30 anos, o que existia de mais organizado na sociedade brasileira, nos SINDICATOS, nas IGREJAS, nos MOVIMENTOS POPULARES, nas ONGS".
 
[...]
 
"Foi graças à teimosia de companheiros como o companheiro Marco Aurélia Garcia e outros companheiros, que acreditaram e CRIARAM o Fórum de São Paulo ("FORO DE SÃO PAULO"), onde pela primeira vez, colocamos a esquerda da América Latina - que nem conversava entre si, dentro dos seus países - para sentarem, para começarem a aprender o básico da democracia que é a convivência na diversidade".
 
[...]
 
"Vamos fazer de tudo para que em TODOS os fóruns que a Internacional participe, possa ter o NOSSO QUERIDO BRASIL e o NOSSO GOVERNO como REFERÊNCIA de uma boa prática política nos nossos dias.
 
Muito obrigado e bom congresso para todos vocês".

NOTA. Íntegra do discurso disponível na página oficial da Internacional Socialista: [http://www.internacionalsocialista.org/viewArticle.cfm?ArticlePageID=925].


ARTIGO RECOMENDADO.

BRAGA, Bruno. "A hegemonia SOCIALISTA-COMUNISTA: o pacto entre o Foro de São Paulo e o Diálogo Interamericano" - Anexo I, "PSDB lamenta exclusão da INTERNACIONAL SOCIALISTA" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/05/a-hegemonia-socialista-comunista-o.html].


Wednesday, July 16, 2014

Padres pregam proposta de reforma política. Fiéis, não assinem!

Bruno Braga.




 
Quando padres passam a utilizar o altar para promover uma proposta de reforma política, o mínimo que se deve fazer é investigar para onde eles, com a ousada iniciativa, estão conduzindo o seu rebanho. Não, não é pecado. A investigação é um dever irrenunciável principalmente quando a proposta na qual estão engajados - a que é apresentada por uma "Coalizão pela Reforma Política Democrática" [1] - aparece subscrita, não só pela CNBB [2], mas por grupos e organizações como MST, CUT, UNE, CTB, UBM, CONTAG, entre outras [3] - que empunham bandeiras completamente contrárias aos princípios da Igreja Católica. Abortismo, ideologia de gênero, legalização das drogas, luta de classes, etc.
 
O objetivo aqui não é examinar a proposta de reforma política nos termos do financiamento público das campanhas eleitorais, do sistema de listas para a escolha dos candidatos ou nos da exigência de maior participação das mulheres nas eleições. São pontos sim relevantes, e absolutamente questionáveis. Porém, há um elemento especial na proposta abraçada pelos padres - não por todos - que esconde ardilosamente o que de fato está em jogo: um ambicioso projeto de concentração de poder que cada vez mais toma de assalto o país.

"Sociedade civil". Essa expressão aparece em pontos nucleares da proposta apresentada pela "Coalizão pela Reforma Política Democrática". Por exemplo, o artigo 8A estabelece o seguinte: "As campanhas dos plebiscitos e referendos terão a participação na sua criação, coordenação e execução de organizações da SOCIEDADE CIVIL, juntamente com partidos políticos e frentes parlamentares" - Parág. único: "Será assegurada a igualdade entre as organizações da SOCIEDADE CIVIL em relação aos partidos políticos e frentes parlamentares participantes na CRIAÇÃO, COORDENAÇÃO e EXECUÇÃO das campanhas referidas no caput" (p. 18).

Assim, a "sociedade civil" é inserida na elaboração e na condução de plebiscitos e referendos, instrumentos que serão utilizados para decidir "questões de grande relevância nacional" (Cf. art. 3A e 3B, p. 18). Acontece que ela - a "sociedade civil" - não é representada concretamente pelo cidadão comum, mas sim por líderes, organizações e "movimentos sociais" controlados ou associados, patrocinados por agentes e grupos políticos. Grupos ligados principalmente ao PT e aos que com ele trabalham em consórcio para promover o SOCIALISMO-COMUNISMO no Brasil - grupos que subscrevem a proposta de reforma política apresentada pela "Coalizão pela Reforma Política Democrática" [4].

O que parece fortalecer o poder discricionário da população em geral, na verdade, promove grupos que estão integrados a um projeto de poder totalitário. Eles decidirão o que é uma "questão de grande relevância nacional" e condicionarão subrepticiamente as escolhas e decisões das pessoas, pois participarão da elaboração, promoção e execução de plebiscitos e referendos. Pior. Esses mesmos grupos irão adquirir o mesmo status dos representantes escolhidos pelo voto, estes sim escolhidos pela população (Cf. art. 8A, parág. único).

Enfim, não é possível estabelecer o grau de inocência, de ignorância - ou de má-fé - dos padres que propagandeiam no altar a proposta de reforma política apresentada pela "Coalizão pela Reforma Política Democrática". Certo é que, com essa iniciativa, eles estão conduzindo o seu rebanho, induzindo os fiéis a consolidarem um projeto de poder que foi erguido às custas de um assalto à Igreja Católica, instrumentalizada sobretudo por um simulacro de teologia forjado para favorecê-lo - a Teologia da Libertação. Portanto, sacerdotes e fiéis que não desejam contribuir com isso, não apoiem - não assinem! - essa proposta de "reforma política".



NOTAS.


[1]. "Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas" [http://www.reformapoliticademocratica.org.br/].

[2]. Os católicos precisam aprender de uma vez por todas: a CNBB não pertence à hierarquia da Igreja Católica, e, por isso, não tem autoridade para falar em nome dela.

[3]. Idem - "Quem somos" [http://www.reformapoliticademocratica.org.br/?page_id=543] e Cartilha "Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas", p. 43 [http://www.reformapoliticademocratica.org.br/wp-content/uploads/2014/04/cartilha.pdf].

[4]. A propósito, o leitor interessado pode comparar a proposta de reforma política apresentada pela "Coalização para a Reforma Política Democrática" com a do PT - elas são praticamente idênticas.