Há quase um mês, Héctor Arboleda foi preso na Espanha. Ele era o "enfermero" das FARC que submetia guerrilheiras ao aborto forçado - matava crianças no ventre de suas mães. O grupo comunista narco-terrorista colombiano estabeleceu a proibição da gravidez para não perder as mulheres como "instrumento de guerra". As que recusassem o sacrifício dos filhos estavam sujeitas à pena de fuzilamento. Héctor Arboleda - que já está solto - pode ter assassinado até 500 bebês [1].
As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia negam as acusações - acusações fartamente documentadas [2].
As FARC são sócias do PT no Foro de São Paulo - em um comunicado à organização fundada por Lula e por Fidel Castro agradeceram ao partido da Presidente abortista Dilma Rousseff por manter vivo o movimento comunista na América Latina [3]. A diretriz que impede a gravidez de guerrilheiras, que determina o assassinato de seus filhos, e a prisão do "enfermero" abortista remetem aos grupos terroristas que - com a colaboração da, hoje, mandatária petista - tentaram certa vez implantar pelas armas o comunismo no Brasil. Eles tinham orientação semelhante: mulheres não podiam engravidar, e a ordem era abortar. Foi o caso, por exemplo, de Eleonora Menicucci. A Ministra abortista da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidente Dilma foi militante do POC (Partido Operário Comunista). Ela, que acha "uma coisa muito linda" a "técnica" de sucção e dilaceramento de fetos - tendo recebido treinamento clandestino na Colômbia - passou por um aborto. Menicucci conta a experiência macabra assim:
[...] “nós decidimos, eu e o partido, que eu deveria fazer aborto” [...] “A luta armada aqui. E um detalhe importante nessa trajetória é que, seis meses depois de essa minha filha ter nascido, eu fiquei grávida outra vez. Aí, junto com a organização nós decidimos, a organização, nós, que eu deveria fazer aborto porque não era possível...” [4].
(*) NOTA. A Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) havia tomado o poder na Nicarágua. O grupo terrorista - aliado do PT e do Foro de São Paulo [1] - contava com a participação ativa de "apóstolos" da Teologia da Libertação, que tomaram de assalto a Igreja Católica para utilizá-la em favor do abominável regime comunista.
"Queridos Irmãos no Episcopado,
[...]
"Pois bem, esta unidade dos fiéis aparece aos olhos como o dom talvez mais precioso — porque frágil e ameaçado — desta Igreja na Nicarágua vossa e nossa.
[...]
"Por isso a Igreja na Nicarágua tem a grande responsabilidade de ser sacramento, isto é, sinal e instrumento de unidade no País. Para tanto deve ser ela mesma, como comunidade, uma verdadeira unidade e imagem da unidade.
"A respeito disto, deve-se recordar que quanto mais fermentos de discórdia e desunião, de ruptura e separação, existem num ambiente, tanto mais a Igreja deve ser âmbito de unidade e coesão. Mas sê-lo-á somente se der testemunho de ser "cor unum et anima una" graças a princípios sobrenaturais de unidade, suficientemente enérgicos e determinantes, para vencer as forças da divisão às quais ela também se encontra sujeita.
"Dado que sois por vocação divina sinais visíveis de unidade, oxalá consigais não se dividam por causa de OPOSTAS IDEOLOGIAS os cristãos do vosso País, os quais vivem unidos por "um só Senhor, uma só fé, um só Baptismo, um só Deus e Pai", como costumam cantar inspirando-se em palavras do Apóstolo Paulo. E oxalá unidos pela MESMA FÉ e REPELINDO TUDO O QUE É CONTRÁRIO ou DESTRÓI essa unidade, os vossos cristãos se encontrem irmanados nos ideais evangélicos de justiça, paz, solidariedade, comunhão e participação, SEM QUE OS SEPAREM DE MANEIRA IRREMEDIÁVEL OPÇÕES NASCIDAS DE SISTEMAS, CORRENTES, PARTIDOS OU ORGANIZAÇÕES.
[...]
"Conheceis a grande importância das cartas de Santo Inácio de Antioquia, seja pela autoridade de quem as escreve — um discípulo do apóstolo amado —, seja pela antiguidade que faz delas o testemunho de um momento vital na história da Igreja, seja pela riqueza do seu conteúdo doutrinal. Pois bem, com termos muito fortes Inácio demonstra nestas cartas, certamente para responder às primeiras dificuldades, neste campo, que não há e nem pode haver comunhão válida e duradoura na Igreja senão na união de mente e coração, de respeito e obediência, de sentimentos e de acção com o Bispo. O que se diz das cordas da lira é graciosa e sugestiva imagem de uma realidade mais profunda: o Bispo é como Jesus Cristo, que está presente na sua Igreja como princípio vivo e dinâmico de unidade. Sem Ele esta unidade não existe ou está falseada e, portanto, é inconsistente e efémera.
"Daí o ABSURDO e PERIGOSO que é imaginar-se como AO LADO — para não dizer em OPOSIÇÃO — da Igreja construída ao redor do Bispo, OUTRA IGREJA CONCEBIDA COMO 'CARISMÁTICA' E NÃO INSTITUCIONAL, 'NOVA' E NÃO TRADICIONAL, ALTERNATIVA E, como se preconiza ultimamente, uma IGREJA POPULAR (NOTA. "Igreja Popular" ou "Igreja do Povo").
"Não ignoro que a esta denominação — sinónimo de "Igreja que nasce do povo" — pode atribuir-se uma significação aceitável. Com ela queria assinalar-se que a Igreja surge quando uma comunidade de pessoas, especialmente de pessoas pela sua pequenez, humildade e pobreza dispostas à aventura cristã, SE ABRE à Boa Nova de Jesus Cristo e começa a vivê-la, em comunidade de fé, de amor, de esperança, de oração, de celebração e participação nos mistérios cristãos, de modo especial na Eucaristia.
"Contudo sabeis que o documento conclusivo da IIIª Conferência Episcopal Latino-Americana de Puebla DECLAROU 'POUCO ACERTADO' ESTE NOME DE 'IGREJA POPULAR' (cf. n. 263). Fê-lo, depois de maduro estudo e reflexão entre Bispos de todo o Continente, pois estava consciente de que ESTE NOME ENCOBRE, EM GERAL, OUTRA REALIDADE.
"Igreja Popular", na sua acepção mais comum, visível nos escritos de CERTA CORRENTE TEOLÓGICA, significa UMA IGREJA QUE NASCE MUITO MAIS DE SUPOSTOS VALORES DE UMA CAMADA DA POPULAÇÃO DO QUE DA LIVRE E GRATUITA INICIATIVA DE DEUS. Significa UMA IGREJA QUE SE EXAURE NA AUTONOMIA DAS CHAMADAS BASES, SEM REFERÊNCIA AOS LEGÍTIMOS PASTORES OU MESTRES, ou ao menos SOBREPONDO OS 'DIREITOS' DAS PRIMEIRAS À AUTORIDADE E AOS CARISMAS QUE A FÉ FAZ PERCEBER NOS SEGUNDOS. Significa — já que AO TERMO POVO SE DÁ DE MODO FÁCIL UM CONTEÚDO ACENTUADAMENTE SOCIOLÓGICO E POLÍTICO — IGREJA ENCARNADA NAS ORGANIZAÇÕES POPULARES, MARCADA POR IDEOLOGIAS, POSTAS AO SERVIÇO DAS SUAS REIVINDICAÇÕES, DOS SEUS PROGRAMAS E GRUPOS CONSIDERADOS COMO NÃO PERTENCENTES AO POVO. É fácil perceber — e indica-o de maneira explícita o documento de Puebla — que O CONCEITO DE 'IGREJA POPULAR' DIFICILMENTE ESCAPA DA INFILTRAÇÃO DE CONOTAÇÕES FORTEMENTE IDEOLÓGICAS, NA LINHA DE CERTA RADICALIZAÇÃO POLÍTICA, DA LUTA DE CLASSES, DA ACEITAÇÃO DA VIOLÊNCIA PARA CONSEGUIR DETERMINADOS FINS, ETC.
"Quando eu mesmo no meu discurso de abertura da Assembleia de Puebla fiz sérias reservas sobre a denominação "Igreja que nasce do povo", tinha em vista os perigos agora mesmo recordados. Por isso, sinto agora o dever de repetir, valendo-me da vossa voz, a mesma advertência pastoral, afectuosa e clara. É um chamamento aos vossos fiéis por meio de vós.
"UMA 'IGREJA POPULAR' OPOSTA À IGREJA PRESIDIDA PELOS LEGÍTIMOS PASTORES É - DESDE O PONTO DE VISTA DO ENSINAMENTO DO SENHOR E DOS APÓSTOLOS NO NOVO TESTAMENTO E TAMBÉM NO ANTIGO E RECENTE ENSINAMENTO DO MAGISTÉRIO SOLENE DA IGREJA - UMA GRAVE DESVIAÇÃO DA VONTADE E DO PLANO DE JESUS CRISTO. É ALÉM DISSO UM PRINCÍPIO DE VIOLAÇÃO E RUPTURA DAQUELA UNIDADE QUE ELE DEIXOU COMO SINAL CARACTERÍSTICO DA MESMA IGREJA, E QUE ELE QUIS CONFIAR PRECISAMENTE AOS QUE 'O ESPÍRITO SANTO ESTABELECEU PARA REGER A IGREJA DE DEUS' (Act 20, 28).
"Confio-vos, pois, amados Irmãos no Episcopado, o encargo e tarefa de fazer aos vossos fiéis, com paciência e firmeza, esse chamamento de fundamental importância.
"Temos todos presente no espírito o conceito do meu Predecessor Paulo VI, quando escrevia na sua memorável exortação apostólica, Evangelii nuntiandi, que OS PERIGOS MAIS INSIDIOSOS E OS ATAQUES MAIS MORTÍFEROS PARA A IGREJA NÃO SÃO OS QUE VÊM DE FORA - ESTES SÓ PODEM AFIANÇÁ-LA NA SUA MISSÃO E NO SEU TRABALHO - MAS OS QUE VÊM DE DENTRO.
"Tratem pois todos os filhos da Igreja, neste momento histórico para a Nicarágua e para a Igreja neste País, de contribuir para manter sólida a comunhão ao redor dos seus Pastores, evitando qualquer gérmen de ruptura ou divisão.
"Chegue sobretudo tal chamamento à consciência dos Presbíteros, sejam eles oriundos do País, missionários que há anos consagram as suas vidas ao ministério pastoral nessa Nação ou voluntários desejosos de dar a sua contribuição aos irmãos nicaraguenses, numa hora de suma transcendência. SAIBAM QUE, SE QUEREM DEVERAS SERVIR O POVO COMO SACERDOTES, ESTE POVO FAMINTO E SEDENTO DE DEUS E CHEIO DE AMOR À IGREJA, DELES ESPERA O ANÚNCIO DO EVANGELHO, A PROCLAMAÇÃO DA PATERNIDADE DE DEUS, A DISPENSAÇÃO DOS MISTÉRIOS SACRAMENTAIS DA SALVAÇÃO. NÃO É COM UM PAPEL POLÍTICO, MAS COM O MINISTÉRIO SACERDOTAL QUE O POVO OS QUER TER AO LADO.
[...]
"Desejo, espero e peço-vos façais todo o possível para que em vós e nas vossas gentes a fidelidade a Cristo e à Igreja, longe de diminui-la, confirme e enriqueça a lealdade para com a Pátria terrena.
"Já em 1969, Carlos Fonseca, o principal fundador dos Sandinistas, publicou um tratado político que revelava um MARXISMO STALINISTA linha dura. Os acordos e pactos que os Sandinistas fizeram durante os anos 1960 com FIDEL CASTRO - comissário soviético em Cuba - e com representantes diretos da UNIÃO SOVIÉTICA, davam testemunho do objetivo e do apoio reunidos para isso. Os acordos com Havana e Moscou envolviam ARMAMENTO e PROPAGANDA. Eles também fecharam um pacto com a ORGANIZAÇÃO DE LIBERTAÇÃO DA PALESTINA (OLP), que treinaria os Sandinistas em táticas de guerrilha".
[...]
in MARTIN, Malachi. "The Jesuits": The Society of Jesus and the Betrayal of the Roman Catholic Church. Simon & Schuster: NY, 1987. p. 55. Tradução do trecho citado. Bruno Braga.
Em 1983, São João Paulo II visitou a Nicarágua. O Papa estava determinado a coibir os "apóstolos" da Teologia da Libertação que, além de assaltarem a Igreja Católica e utilizá-la em favor da revolução, integravam o governo da Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) - grupo terrorista, aliado do PT no ambicioso projeto do Foro de São Paulo de transformar a América Latina na "Patria Grande" comunista.
04 de Março de 1983. O dia em que os "apóstolos" da Teologia da Libertação - integrantes do regime comunista Sandinista da Nicarágua (FSLN) - boicotaram o Papa, agora santo, João Paulo II. E mais. Ofenderam o próprio Cristo, pois tudo aconteceu durante a celebração da Missa, em que o Senhor se faz presente na Santa Eucaristia.
Eis os servos da "Patria Grande" comunista.
Assista ao vídeo.
Fonte. Programa "Vidas y Confesiones". TV nicaraguense.
IV.
"'Apóstolos' da Teologia da Libertação celebram a 'Noite Sandinista'".
Em 1980, Taboão da Serra, em São Paulo, abrigou o IV Congresso Internacional Ecumênico de Teologia, que tinha como tema "Eclesiologia das Comunidades Eclesiais de Base". Entre os "católicos", participaram do evento - com menção à posição na hierarquia eclesiástica e às atividades que desempenhavam na época:
. Dom José Maria Pires, Arcebispo de João Pessoa;
. Dom Pedro Casaldáliga, Bispo de São Félix do Araguaia;
. Padre Edenio do Valle, Vice-Reitor da Pontifícia Universidade de São Paulo;
. Frei Gilberto Gorgulho, O.P., Coordenador de Pastoral em São Paulo;
. Padre José Oscar Beozzo, diretor do Instituto Teológico de Lins;
. Padre Paulo Suess, secretário-geral do CIMI (Conselho Indigenista Missionário);
. Padre João Batista Libânio, S.J., Assessor da CNBB;
. Frei Carlos Alberto Libânio Christo, O.P. (Frei Betto), secretário-executivo do Congresso;
. Hugo Assmann, teólogo;
Das delegações estrangeiras, vale destacar a presença do peruano Gustavo Gutiérrez - dado como "fundador" da Teologia da Libertação.
Paralelamente, ocorria na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo a "Semana de Teologia", cujo tema era "A Igreja na América Latina". Este evento na PUC-SP era uma extensão daquele realizado em Taboão da Serra, com intercâmbio anunciado pelo próprio Dom Evaristo Arns - e, em uma de suas sessões noturnas, promoveu a "Noite Sandinista". Com a presença do Comandante Daniel Ortega e de outros terroristas, celebrou-se a conquista da Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN), grupo de guerrilha comunista que, no ano anterior, tomou o poder na Nicarágua - com o patrocínio de Cuba, da União Soviética, e com a participação efetiva dos "apóstolos" da Teologia da Libertação.
Na foto abaixo, à direta de Daniel Ortega - que ergue o punho cerrado - está Betto, o "frei" de araque que trabalhou com Lula e Fidel Castro na fundação do Foro de São Paulo, organização empenhada em transformar a América Latina na "Patria Grande" comunista.
(*) Com informações da Revista "Catolicismo", Julho-Agosto, 1980. "Na 'Noite Sandinista', o incitamento à guerrilha". Plínio Corrêa de Oliveira.
"Com desdém, jogarei minhas luvas No rosto do mundo, E verei a ruína desse pigmeu gigante Cuja queda não irá impedir o meu ardor. Então, vaguearei divino e vitorioso
Pelas ruínas do mundo E, dando às minhas palavras uma força ativa, Vou me sentir igual ao Criador".
Karl Marx, "Orgulho humano" ("Human Pride"), 1837.
Não pode haver dúvida na mente - mesmo do observador mais casual - que a influência de Karl Marx teve o maior impacto na devastação vista no século XX. As ideologias de Marx alimentaram a ascensão dos regimes mais sanguinários da história. União Soviética, China Comunista, Coréia Comunista, Vietnã Comunista, Cuba Comunista. A brutalidade dos governos atribuídas às lições de Karl Marx são incalculáveis. Além das dezenas de milhões de pessoas assassinadas nos expurgos de Stálin, os extermínios de Pol Pot, e outros massacres sob ditaduras Marxistas, estão incontáveis destruídas pelo aborto. Lenin, o primeiro ditador Marxista, foi o primeiro a legalizar o aborto [1]. Stálin, quando viu as consequências demográficas para a Rússia, que estava em meio a guerras e expurgos, anulou a medida; no entanto, manteve o aborto, e até o forçou, em países satélites como a Hungria. A idéia foi sempre implementar a regulamentação do crescimento populacional para obter o controle de países mais vulneráveis. Ela costumava ser encoberta, mas tornou-se "científica" com o advento do movimento eugenista (que foi fomentado por Marxistas comprometidos) [2].
De forma profética, a Igreja reconheceu a natureza destrutiva das ideologias de Karl Marx e a condenou rapidamente. O Papa Paulo VI nos lembra desse fato na sua Carta Apostólica sobre o Octagésimo Aniversário da Encíclica "Rerum Novarum" [3]. Nessa carta, Paulo VI diz:
"Por isso, o cristão que deseja viver sua fé em uma atividade política... não pode aderir à ideologia Marxista, ao seu materialismo ateu, à sua dialética da violência e à forma como absorve a liberdade individual na coletividade, ao mesmo tempo negando a transcendência ao homem e à sua história pessoal e coletiva; nem pode aderir à ideologia liberal, que exalta a liberdade individual sem limite, estimulando a busca exclusiva do interesse e do poder, e a consideração das solidariedades sociais como consequências mais ou menos automáticas das iniciativas individuais, e não como objetivo e critério maior do valor da organização social".
Mais adiante, na carta, Paulo VI ressalta que alguns tentam diferenciar as várias expressões do pensamento Marxista, acreditando erroneamente que podem ser de alguma forma colocadas em conformidade com o pensamento católico:
"Enquanto, pela concreta forma existente de Marxismo, pode-se distinguir diversos aspectos e questões colocadas para a reflexão e para a atividade do cristão, seria ilusório e perigoso chegar ao ponto de esquecer a ligação íntima que radicalmente une as duas, aceitar os elementos da análise Marxista sem reconhecer a sua relação com a ideologia, e entrar em uma prática de luta de classes e suas interpretações Marxistas, enquanto falha em notar o tipo de sociedade violenta e totalitária à qual conduz o processo".
O ódio de Karl Marx pela humanidade foi rivalizado apelas pelo diabo. Seus escritos todos têm apenas um fim: a destruição completa e total da humanidade. Em uma peça que ele escreveu sob o título "Oulanem" (que é um anagrama de "Emanuel" - [NT]. Nome bíblico para Jesus), ele diz:
"Se existe algo que destrói, Eu me lançarei nele, ainda que leve o mundo à ruína - O mundo que cresce entre mim e o abismo Vou esmagar em pedaços com minhas contínuas maldições.
"Eu lançarei meus braços em torno dessa dura realidade
Abraçando-me, o mundo morrerá silenciosamente, E então afundará no completo nada, Extinto, sem qualquer existência que poderia ser realmente vida".
Dado o caráter satânico dos escritos e das ideologias de Marx, e a completa condenação delas pela Igreja, seria natural acreditar que qualquer um que adere a tais ideologias nunca ocuparia posição de influência na Igreja. Mas, apesar disso certamente ser lógico, infelizmente não é o que acontece.
Em abril de 2014, o Papa Francisco nomeou Margaret Archer como presidente da Pontifícia Academia de Ciências Sociais (PACS). Desde então, a senhora Archer utilizou sua posição para convidar Jeffrey Sachs e Ban-Ki Moon [4] - arquitetos do controle populacional - para falarem em um evento no Vaticano e atacarem os pro-vida [5], que estavam preocupados com isso. No último mês, a senhora Archer participou de um evento patrocinado pela Pontifícia Academia de Ciências [6], que pretendia explorar formas de doutrinar crianças com a agenda de Desenvolvimento Sustentável da ONU (metas que são Marxistas no caráter e na prática, como já foi demonstrado [7]). Para uma pessoa com menos de dois anos em sua posição, essas tendências são alarmantes. Mas, depois de investigar os antecedentes da senhora Archer, fica claro que a filosofia de Karl Marx está conduzindo sua agenda. A senhora Archer é uma das principais desenvolvedoras e proponentes de uma teoria sociológica chamada "Realismo Crítico" ("Critical Realism"). A teoria do Realismo Crítico foi inicialmente desenvolvida pelo sociólogo Roy Bhaskar, um Marxista profundamente devoto, e é a base para ramificações atuais da teoria política e econômica Marxista [8]. No site do Realismo Crítico há um artigo de 1998, escrito por Hans G. Ehrbar, com o título "Marxismo e Realismo Crítico" ("Marxism and Critical Realism") [9]. O primeiro parágrafo do artigo diz:
"Discutiremos aqui a ligação entre o realismo crítico de Roy Bhaskar e o Marxismo. Bhaskar é um Marxista que escreveu, não apenas mais uma interpretação do "Grundrisse" ([NT] "Elementos fundamentais para a crítica da economia política"), mas redefiniu os fundamentos filosóficos de Marx com base nos debates filosóficos de hoje, como ele diz, 'levando as críticas modernas do positivismo à sua conclusão lógica'".
Em 1998, a senhora Archer publicou um livro em co-autoria com Bhaskar e outros três: "Realismo Crítico: Leituras Essenciais" ("Critical Realism: Essential Readings") [10]. No livro, Karl Marx e as ideologias Marxistas são citadas mais de 400 vezes... todas como meio para explicar o pensamento marxista e integrá-lo à idéia do Realismo Crítico. Em 2004, Archer foi co-autora do livro "Transcendência: Realismo Crítico e Deus" ("Transcendence: Critical Realism and God"). Na introdução, Archer e os co-autores falam sobre eles mesmos:
"Três de nós são acadêmicos. Um é filósofo, e dois são sociólogos. De forma semelhante, todos somos associados à esquerda política, particularmente, à esquerda econômica ou Marxista".
O livro também está repleto de ideologias Marxistas e de elogios ao socialismo e à economia Marxista. O Crítico Realista Sean Creavan escreveu um livro em 2000, intitulado "Marxismo e Realismo: Uma Aplicação Materialista do Realismo nas Ciências Sociais" ("Marxism and Realism: Materialist Application of Realism in the Social Sciences") [11], e creditou a Margaret Archer a sugestão para que ele escrevesse sobre o vínculo entre o Marxismo e a teoria do Realismo Crítico. Em seus agradecimentos, Creavan disse:
"Agradecimento especial à Professora Margaret Archer, que me permitiu desenhar impunemente sobre o seu trabalho, e cujos conselhos a respeito de questões teóricas e de edição foram muito valiosos. Foi a Professora Archer quem fez a sugestão para eu investigar a relação entre realismo, Marxismo e teoria explicativa, que formam o núcleo deste livro".
Em Maio de 2015, em uma entrevista para um jornal de Teoria Social na Universidade de Kentucky [12], Margaret Archer explicou a forte influência e impacto de Karl Marx sobre o seu trabalho:
"Nós fizemos uma coisa na Inglaterra chamada Marcha pelo país, que não foi tão terrível como tentaram fazer aqui. Não é uma grande caminhada, o único problema é que realmente você conhece mais ovelhas que pessoas. Então, tivemos longas conversas com estes acadêmicos, e foi onde eu ouvi pela primeira vez as palavras de Max Weber (naquela época eu achei que fosse escrito com "V"), que alimentou ainda mais o meu interesse. Muitos desses professores eram, de uma forma ou de outra, Marxistas, então, eles estavam teorizando, não apenas de modo abstrato, mas teorizando por uma sociedade melhor, tal como eles viam isso. Penso que esse tema jamais saiu do meu trabalho, mas nunca foi expressamente marxista. Eu achava muito estereotipado, e os tempos haviam mudado. Alguns dos conceitos precisaram de mudança. Não temos proletariado agora, os pobres são uma categoria heterogênea, a principal coisa que eles têm em comum é a pobreza, não sendo membros do proletariado, e assim por diante. Não, eu nunca me descreveria como uma Marxista, mas nunca negaria que o Marxismo foi uma poderosa influência formativa". Dado seu trabalho no Realismo Crítico, a influência de Karl Marx é abundantemente clara. Archer é atualmente o membro mais influente da Pontifícia Academia de Ciências Sociais, pois é presidente dela, mas não é o único problema. Outro membro Marxista da PACS é Joseph Stiglitz. Stiglitz é membro da PACS desde 2003 [13].
A coisa mais importante sobre Stiglitz é que ele é Presidente da Comissão da Internacional Socialista sobre Assuntos de Finança Global ("Socialist International Comission on Global Finance Issues") [14]. O arquiteto da Primeira Internacional Socialista foi Karl Marx [15]. Então, o fato de Stiglitz ser Presidente basta para identificá-lo como um Marxista, e que não deveria ter nada a ver com atividades patrocinadas pelo Vaticano. Mas tem mais. Stiglitz está no Comitê Científico de uma organização chamada IDEAS Fundação para o Progresso ("IDEAS Foundation for Progress"). IDEAS é um grupo de pesquisa ("think-tank") do Partido Socialista Operário Espanhol ("Spanish Socialist Workers' Party" - PSOE) [16]. Em 2000, com financiamento da notória socialista Open Society de George Soros [17], Stiglitz fundou a Iniciativa para Políticas de Diálogo ("Initiative for Policy Dialogue") [18].
Aqui está outro membro da Pontifícia Academia de Ciências Sociais que não tem que ter negócios em qualquer lugar perto do Vaticano. Partha Sarathi Dasgupta, um dos principais proponentes da contracepção e do controle populacional, é membro da PACS desde 1997 [19]. Em 2013, Dasgupta escreveu um artigo para a revista Science com o título "Externalidades Invasivas na População, Consumo, e o Nexo com o Meio Ambiente" ("Pervasive Externalities at the Population, Consuption, and Environment Nexus") [20]. No artigo, Dasgupta argumenta que o crescimento populacional está colocando um fardo excessivo sobre os recursos disponíveis, e denuncia a falta de acesso e uso da contracepção. Ele diz:
"O planejamento familiar não está sujeito ao jogo do 'livre mercado'; ele é influenciado por leis restritivas, informação errada disseminada e normas sem fundamento na evidência (13-16). A necessidade não atendida de planejamento familiar é substancial. Por exemplo, a proporção de mulheres no Malawi que deseja adiar o seu próximo bebê ou parar de ter filhos completamente, mas que não usam contraceptivos, é de ~25%. As mulheres que têm mais autonomia estão melhor preparadas para superar as diversas barreiras, que muitas vezes impedem o fácil acesso ao planejamento familiar. Quando as barreiras são poucas, como na Indonésia, o uso de contraceptivos e as TTF (Taxas Totais de Fertilidade ["Total Fertility Rates"]) são semelhantes entre os de maior e menor renda (15). Quando as barreiras [para a aquisição de contraceptivos] são numerosas, como nas Filipinas, os pobres têm mais filhos e uma necessidade maior e não atendida de planejamento familiar. O acesso ao planejamento familiar pode crescer de forma relativamente rápida comparado com outras estratégias para baixas TTF, tal como a melhora na educação das mulheres (apesar de as alternativas poderem ser sinérgicas). 40% da população mundial (incluindo países com TTF tão altas quanto 6, recentemente, quanto há 50 anos) agora tem TTF que estão no nível de reposição ou abaixo. A demanda agregada por recursos ambientais é, em parte, uma função do tamanho da população humana. Se a população mundial atinge 8 ou 10 bilhões em 2050, e se alcança 15 ou 17 bilhões em 2100, dependerá de pequenas diferenças no tamanho médio da família, que pode ser altamente influenciado pela definição do foco no planejamento familiar".
O apelo para uma redução no crescimento populacional e aumento do acesso à contracepção é uma idéia que o ocupa por um longo tempo. Em 1995, Dasgupta escreveu um artigo com o título "O Problema Populacional: Teoria e Evidência" ("The Population Problem: Theory and Evidence") [21]. No artigo, ele procura meios para diminuir até mesmo o desejo dos casais de ter filhos.
"A análise apresentada aqui sugere que o meio para reduzir a fertilidade seria quebrar a espiral destrutiva quando ela estiver em operação. Por causa da demanda parental por filhos, em vez de uma necessidade não atendida de contraceptivos, o que explica em grande parte o comportamento reprodutivo em países pobres, devemos identificar políticas que alterem as opções de homens e mulheres para que a escolha fundamentada deles fosse a de reduzir a sua fertilidade".
Na sequência do artigo, ele leva sua idéia um pouco mais longe, até o ponto em que modifica as políticas econômicas para dar a impressão de que as crianças são um encargo financeiro a ser evitado.
"A solução mais poderosa nas regiões da África-subsaariana e do subcontinente indiano é implantar simultaneamente uma série de políticas. Serviços de planejamento familiar, especialmente quando aliado com serviços de saúde, e medidas para empoderar as mulheres são certamente desejáveis. Na medida em que as normas sociais são quebradas e os sistemas de apoio tradicionais vacilam, aquelas mulheres que escolhem mudar o seu comportamento tornam-se mais vulneráveis financeira e socialmente. Então, uma unidade de emprego e de instrução para mulheres é essencial para facilitar a transição até a fertilidade baixa. Mas a melhoria da coordenação social e o aumento direto da segurança econômica dos pobres também são essenciais. Fornecer bens de infraestrutura, como combustível barato e água potável, reduzirá a utilidade de mãos extras. Quando um filho é tido como caro, poderemos finalmente ter a esperança de desalojar o porão voraz das altas taxas de fertilidade".
O envolvimento de Dasgupta com o controle populacional é mais repugnante que isso. Dasgupta é "patrono" e "apoiador" de uma organização de controle populacional chamada "Questões Populacionais para um futuro sustentável" ("Population Matters for a sustainable future") [22]. Como patrono, seu nome aparece em uma apresentação de powerpoint intitulada "Por que questões populacionais: Uma introdução" ("Why Population Matters: An Introduction") [23]. Os slides indicam um impulso para aumentar o acesso à contracepção, para a descriminalização do aborto, e até uma exigência para que os farmacêuticos mantenham estoques de pílulas abortivas do dia seguinte. O slide 28 da apresentação estabelece os "Objetivos Chave" da organização: . Acesso universal à saúde reprodutiva; . Reduzir a incidência de concepções indesejadas; . Pedir às pessoas que tenham um ou dois filhos, em vez de três ou quatro, por razões de sustentabilidade ambiental.
Partha Dasgupta é membro da PACS há quase 20 anos, e o ódio nitidamente declarado contra as crianças deveria tê-lo desqualificado desde o princípio. Em abril de 2015, Archer, Dasgupta e o Chanceler da PACS, Monsenhor Sánchez Sorondo, juntaram-se ao principal defensor do controle populacional - Jeffrey Sachs - na criação de um documento que pede a adoção do impulsionador da contracepção Objetivos do Desenvolvimento Sustentável ("Sustainable Development Goals" - SDG) chamado "Mudança Climática e Bem Comum: Uma Declaração sobre o Problema e a Demanda por Mudanças Transformadoras" ("Climate Change and Commom Good: A Statement on the Problem and Demand for Transformative Changes") [24]. É interessante notar que, enquanto o SDG comprovadamente convida à disseminação do aborto e da contracepção [25], tais medidas foram cuidadosamente omitidas do sumário do documento da própria SDG.
No dia 18 de dezembro, o Chefe da Casa Civil - Jaques Wagner - visitou a sede da CNBB, em Brasília. O Ministro se encontrou com Dom Leonardo Ulrich Steiner - Secretário-Geral da Conferência dos Bispos - para fazer pessoalmente um convite: participar do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), que voltará a se reunir no próximo ano (Cf. imagem) [1].
Em um post no Facebook, tomei uma publicação do site "Brasil 247" para tratar dos "artistas" e "intelectuais" que - sob a "liderança" de Leonardo, Genézio Boff - armaram no Palácio do Planalto um teatro contra o impeachment da Presidente Dilma. Observei ali que o site petista fora denunciado na Operação Lava-jato por ter recebido dinheiro do "Petrolão" - e deixei uma perguntinha: "quantos entre os tais 'artistas' e 'intelectuais' receberam - ou recebem - patrocínio da Petrobrás?" (Cf. anexo) [1].
Como são as coisas... - veja a imagem I - o próprio guru da patota é financiado pela empresa estatal! A Petrobrás e o Governo Federal - note, a "Pátria Educadora" comuno-petista - patrocinam o "Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Petrópolis" (CDDH) [2], que tem como fundador e presidente, advinhe, o senhor Genézio Boff [3] (Cf. imagem II).
I.
II.
O apoio da Petrobrás ainda aparece no projeto "ArticulAção" [4], apresentado em tom de aparente legitimidade: prestar assistência social e educacional a crianças e jovens da periferia [5]. No entanto, qualquer um que passe os olhos no site do CDDH é capaz de identificar o seu verdadeiro propósito: conduzir os assistidos à colaboração militante através de determinadas "causas". A imagem em que uma bandeira do MST - do grupo de guerrilha do PT e do Foro de São Paulo - aparece estendida sobre a mesa de uma suposta reunião de estudos não foi colocada por acaso na capa do portal (Cf. imagem).
Se a constatação acima parece demais absurda e "conspiratória", basta acessar no site do CDDH a sua "Missão e Valores". Para exemplificar:
"f) Buscar PROMOVER A UNIDADE DE AÇÃO, entre os diversos movimentos comunitários locais, bem assim o FORTALECIMENTO dos MODOS de MANIFESTAÇÃO e ORGANIZAÇÃO populares, DANDO para tanto, seu RESPALDO e SUBSÍDIO" [6].
Muito bem. O senhor Genézio Boff já tentou se defender das acusações de que o CDDH "teria sido de forma corrupta beneficiado pelo governo federal do PT" [7]. Ora, não é preciso entrar no mérito da origem ilícita, ou mesmo da sigla partidária do bem-feitor; fato é que o dinheiro está sendo empregado em atividades corruptoras. Não é aplicado para educar, mas para corromper a inteligência e o coração de crianças, jovens e adolescentes: instruí-los na ideologia da "luta de classes", maquiada com o selo de "direitos humanos" e até camuflada com o verde da defesa do "meio ambiente". O patrocínio da Petrobrás e do Governo Federal ainda é utilizado - uma vez que Genézio Boff é um dos mais ativos e influentes "apóstolos" da Teologia da Libertação - para corromper a fé cristã e assaltar sobretudo a Igreja Católica, instrumentalizando-as de forma sorrateira para a promoção do esquema de poder comuno-petista.
ANEXO.
Leonardo, ou melhor, Genézio Boff é um guru para certa "classe" de "artistas" e "intelectuais". E foi sob a "liderança" do "apóstolo" da Teologia da Libertação que eles montaram um teatrinho intitulado "manifesto em defesa da democracia e da legalidade". Uma encenação para dar apoio à Presidente Dilma Rousseff.
O espetáculo grotesco aconteceu na quinta-feira, 17 de novembro, no Palácio do Planalto, e contou com a participação de sindicatos, entidades de classe, do movimento estudantil e até do grupo de guerrilha dos sem-terra. Os mesmos comunistas - subordinados ao PT e ao Foro de São Paulo - que no dia anterior foram às ruas vestidos de vermelho contra o impeachment da mandatária petista.
É importante verificar os nomes, identificar os militantes e "companheiros de viagem" que representaram o papel de "artista" e de "intelectual" com o objetivo de preservar um projeto de poder totalitário e criminoso - o projeto que os patrocina e sustenta com recursos públicos.
As imagens e informações são do site "Brasil 247", site petista mantido com dinheiro do Petrolão e denunciado na operação Lava-jato. A propósito, quantos entre os tais "artistas" e "intelectuais" receberam - ou recebem - patrocínio da Petrobrás?
A Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) está associada ao Foro de São Paulo, e com ele trabalha para a promoção de um projeto político comum: a transformação da América Latina na imensa "Patria Grande" comunista [1].
Por fidelidade a tal objetivo, os partidos ligados à CELAC se reuniram em Pequim, nos dias 08 e 09 de dezembro, para o "I Encuentro del Foro de Partidos Políticos China-CELAC" (Cf. imagem). O PT participou do evento, que definiu, entre outras questões, um intercâmbio com o Partido Comunista Chinês para quadros de formação política [2].
Wei Chang, diretor geral para a América Latina do Departamento Internacional do Comitê Central do PC chinês, explicou a importância do encontro e como ele irá influenciar os seus aliados - inclusive o partido que governa o Brasil:
"Pela primeira vez trocaremos experiências no que se refere à CONDUÇÃO POLÍTICA e sua ADMINISTRAÇÃO, à GESTÃO DO ESTADO e, claro, de NOSSOS PARTIDOS POLÍTICOS, o que aprofundará a RELAÇÃO entre os GOVERNOS e os povos" [3].
A relação do Partido Comunista Chinês com os partidos que compõem o esquema de poder comunista na América Latina não começou com o "Foro de Partidos Políticos". É preciso recordar a sua participação efetiva - em oportunidade recente - do último encontro do Foro de São Paulo, realizado entre os dias 29 de julho e 01 de agosto deste ano, no México [4].
Roda de macumba? Não. Acredite, as imagens abaixo são do XIII Encontro Nacional da Rede de Educação Cidadã (RECID), que aconteceu há poucos dias, entre 26 e 28 de novembro.
Um amontoado de grupos comuno-petistas - MST, CUT, Levante Popular da Juventude, Marcha Mundial das Mulheres, etc. - se reuniu em um hotel de luxo de Brasília - coitadinhos, "pobres", "excluídos" e "marginalizados"... - para tratar da "Participação Social e Educação Popular na Pátria Educadora".
O RECID nasceu com a "benção" de Betto, o "apóstolo" da Teologia da Libertação que, fantasiado de "frei", parasita a Igreja Católica para promover o projeto de poder comuno-petista. Betto - uma espécie de "coroinha" do ditador cubano Fidel Castro - é co-fundador do Foro de São Paulo. Aliás, o encontro do RECID em destaque teve a participação de Renato Simões, agente da organização comunista e que atualmente ocupa a Secretaria Nacional de Participação Social da Secretaria Geral da Presidência da República.
Estes são os professores, pedagogos, os movimentos ditos "sociais" encarregados da tal "educação cidadã", que não passa de mais um slogan criado para maquiar a ideologização - com o dinheiro do contribuinte - promovida pela "Pátria Educadora" comuno-petista.
II.
Na "Pátria Educadora" proclamada pela Presidente Dilma Rousseff, a RECID (Rede de Educação Cidadã) é mais um esquema para promover - com dinheiro público - a ideologização comuno-petista nas escolas e nos ambientes de ensino e aprendizagem.
Não. Não é invencionice nem "teoria da conspiração". Quem afirma o nefasto objetivo é o próprio idealizador da RECID: Betto. O "apóstolo" da Teologia da Libertação, que parasita a Igreja Católica fingindo-se de "frei", o agente do Foro de São Paulo - organização fundada por Lula e por Fidel Castro para transformar a América Latina na "Patria Grande" comunista - explica em termos com notória influência da estratégia revolucionária gramsciana:
"Qual é a missão da RECID? [...] "A proposta da RECID é a SUBJETIVIDADE humana, é o CORAÇÃO e a CONSCIÊNCIA das pessoas. É justamente isso. A proposta da RECID é POLITIZAR, ORGANIZAR e MOBILIZAR as pessoas".
Assista ao vídeo [1].
REFERÊNCIAS.
[1] Discurso por ocasião do XII Encontro nacional da Rede de Educação Cidadão (RECID), que aconteceu entre os dias 04 e 08 de Dezembro de 2014, na cidade de Luziânia (GO).